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TERMO DE USO E PARCERIA

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Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

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O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta quinta-feira (9) aponta que 60% das pessoas que tiveram a Covid-19 estão recuperadas. O total de infectados no Brasil é de 1.755.779, sendo mais de 42 mil casos notificados no período de 24 horas. Desde o início da pandemia, pouco mais de 69 mil pessoas morreram em decorrência da infecção pelo coronavírus.

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Brasil vai testar mais uma vacina contra a Covid-19 a partir do dia 20

Acre, Tocantins e Mato Grosso do Sul são os três estados menos afetados pela pandemia até o momento. Nas três primeiras posições de locais com maior incidência da Covid-19, estão São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. Segundo o Ministério da Saúde, quatro mil mortes ainda são investigadas e 632 mil casos estão em acompanhamento.
 

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Após sete anos de discussão, a proposta (PL 6.407/2013) que pode baratear o preço do gás natural no país deve enfim entrar na pauta de votação da Câmara dos Deputados. A ideia central do texto é promover a abertura do mercado a partir de alterações na regulação do setor, o que possibilita a atração de investimentos e o aumento da oferta.

Segundo o relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, deputado Laercio Oliveira (PP-SE), a votação em Plenário depende da aprovação de um requerimento de urgência apresentado pelo deputado Paulo Ganime (NOVO-RJ). Na última semana, o líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), garantiu que Oliveira vai relatar a Nova Lei do Gás. O anúncio oficial deve ocorrer nos próximos dias, após reunião com o presidente Rodrigo Maia. 

"Estou muito otimista, acho que temos plenas condições de aprovar a Lei do Gás, na Câmara dos Deputados, ainda em julho", afirma Laercio Oliveira.
Apontado por especialistas e parlamentares como principal entrave para expansão do mercado de gás natural no Brasil, o monopólio da Petrobras tende a acabar com a aprovação da nova legislação. Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a companhia é responsável pela operação de mais de 90% de toda a produção do combustível, além de administrar a maioria dos campos de gás, gasodutos, termelétricas, transportadoras, distribuidoras e revendedoras.

Deputados articulam acordo para analisar em plenário proposta que pode baratear gás natural

Projeto que facilita construção de gasodutos, Nova Lei do Gás pode ser aprovada na Câmara ainda em 2020

Livre iniciativa é que deve ditar regulação no mercado de gás natural, defende Paulo Ganime (NOVO-RJ)

Esse cenário em que uma única empresa é controladora dos serviços oferecidos, na visão de Oliveira, prejudica o consumidor, que é obrigado a pagar por um produto que poderia ser mais barato se houvesse concorrência. Por isso, o parlamentar acredita que a competitividade do setor precisa ser estimulada.

“É um setor que vai contratar muita gente e precisamos desses novos postos de trabalho, principalmente no setor industrial, por conta do impulso que será dado no processo de reindustrialização do país. Não podemos ficar presos no passado, no monopólio, deixar que interesses de pequenos grupos prevaleçam”, ressalta.

O deputado Paulo Ganime compartilha o entendimento de que o monopólio da Petrobras sobre a cadeia de produção e distribuição de gás natural encarece o produto e dificulta a criação de novos empregos. “Não adianta gerar concorrência em uma das partes da cadeia se todo o resto continuar monopolística”, aponta.

“Se você acabasse com o monopólio na distribuição, mas mantivesse o monopólio no início da cadeia, os preços continuariam sem ser competitivos, pois a Petrobras iria acabar conseguindo manter o monopólio sobre isso e, consequentemente, o preço que ela iria aplicar. Então, quanto mais concorrência, melhor os preços em todas as partes da cadeia, incluindo para o consumidor final”, pondera Ganime. 

Para ampliar a infraestrutura, o PL 6.407/2013 prevê a redução da burocracia para construção de gasodutos, tubulações utilizadas para transportar gás natural de um lugar a outro. Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), a malha brasileira completa tem cerca de 45 mil quilômetros. 9,5 mil quilômetros desses dutos são destinados ao transporte, ou seja, a movimentação de gás natural das unidades de processamento até as instalações de estocagem. Já a malha de distribuição é de 35,5 mil quilômetros e recebe o gás natural no ponto de entrega e leva aos consumidores finais - essa infraestrutura pertence aos concessionários estaduais de distribuição.

Paulo Ganime assinala que a ampliação dessa rede é um passo fundamental para facilitar o acesso e diminuir o preço final do gás natural. “O objetivo vai ser sempre beneficiar o cidadão, seja quem vai comprar gás natural mais barato, quem vai comprar energia mais barata por conta da disponibilidade desse tipo de gás e quem vai comprar produtos derivados da indústria química que tem o gás natural como matéria-prima. Isso sem falar na geração de emprego, que vai acontecer pelos investimentos nesse setor”, acrescenta.

Números do setor

A baixa oferta e a falta de concorrência no mercado torna o preço do combustível no país um dos mais altos do mundo. Essa é a principal crítica do setor produtivo. Para se ter ideia, em 2019, o Ministério de Minas e Energia estimou que o custo do fornecimento do gás natural no país era de US$ 10,4 por milhão de BTU, unidade térmica usada no mercado internacional. Na Argentina, esse valor, no ano passado, era de US$ 4,6 e nos Estados Unidos, US$ 3,13.

Para o diretor da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e coordenador-adjunto do Fórum do Gás, Bernardo Sicsú, já passou da hora do Legislativo avançar com o tema.

“O projeto da Nova Lei do Gás busca abrir o mercado de ponta a ponta, desde a produção até o consumo. Não basta você tratar apenas um desses elos, pois, se um deles for fechado, cria-se um nó que impede a criação dos benefícios pretendidos com a abertura do mercado”, pontua.

Em relação à interiorização da rede de gasodutos no país, a proposta sugere que as empresas precisem apenas de autorização da ANP, em vez de passar por licitação pública para construir essas estruturas. A exceção a essa regra são os gasodutos que são operados em regime especial por força de acordos internacionais de fornecimento de gás natural.

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado em junho, estima que a redução pela metade no preço do gás natural pode triplicar investimentos em setores industriais altamente dependentes de energia, passando de US$ 10 bilhões em 2019 para US$ 31 bilhões por ano em 2030. Como exemplo, a entidade projeta os impactos econômicos da competitividade do gás nas indústrias química, cerâmica, vidros, alumínio e siderurgia. Esses segmentos consomem 80% da demanda industrial de gás no país.
 

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estudam aplicar um antiviral originalmente usado contra hepatite C no tratamento da Covid-19. Os testes, realizados em células in vitro mostram que a droga daclatasvir teve bons resultados ao inibir a replicação do novo coronavírus. A droga também reduziu a produção de substâncias inflamatórias associadas aos casos graves da doença.

No artigo científico que divulgou a descoberta, os pesquisadores ponderam que antivirais contra o vírus da hepatite C estão entre os mais seguros e por isso defendem a realização de ensaios clínicos. Contudo, defendem também cautela na liberação de medicamentos contra o novo coronavírus.

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“Estamos vivendo aquela figura de linguagem de ‘trocar o pneu do carro com carro em movimento’. O mundo só tem 5 meses de conhecimento sobre essa doença. Não tenho dúvida que a ciência vai entregar o melhor cronograma de antiviral, anti-inflamatório ou anticoagulante. Só que isso leva tempo. Como a gente ainda não tem essas respostas, o isolamento social e o uso de máscara é o recomendado”, orienta Thiago Moreno,  pesquisador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde  da Fiocruz (CDTS) e líder do estudo.

Os testes tanto com o daclatasvir como com outro antiviral usado contra hepatite C, o sofosbuvir, foram aplicados em três tipos de células, inclusive pulmonares humanas. As duas drogas agiram impedindo que o vírus replicasse seu material genético, contudo foi o daclatasvir que apresentou efeitos mais potentes. A substância foi até 4 vezes mais eficiente do que a cloroquina e também mais eficiente do que a combinação entre lopinavir e ritonavir, coquetel em fase de testes clínicos. 

O infectologista Alberto Chebabo, do Laboratório Exame, comemora os resultados da pesquisa da Fiocruz, mas ressalta a importância da realização de testes em humanos: “É uma droga com atividade in vitro, como temos várias outras, mas que precisa ser comprovada. Temos muitas substancias que nos estudos em células isoladas certifica uma boa atuação, mas que na hora dos ensaios clínicos elas não se mostram eficazes”, explica.

Vacina

A Fiocruz também trabalha, em Minas Gerais, no desenvolvimento de uma possível vacina contra o novo coronavírus, que atualmente é testada em animais. A vacina sintética contém pequenas partes de proteínas do vírus Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos no processo de defesa do organismo.

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Preservar a Amazônia pode valer prêmios em dinheiro. Essa é a ideia do Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais, o Floresta +, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A iniciativa vai destinar R$ 500 milhões para que iniciativas cuidem das áreas de preservação permanente da Amazônia Legal.

Tanto pessoas físicas quanto jurídicas, além de grupos familiares ou comunitários podem participar do programa com atividades de serviços ambientais realizadas em áreas mantidas com cobertura de vegetação nativa ou sujeitas à recuperação, sejam elas privadas, de preservação permanente e de uso restrito, além de assentamentos, terras indígenas ou unidades de conservação, desde que tenham atividades de proteção e conservação de recursos naturais.

Atualmente o Brasil conta com mais de 560 milhões de hectares de floresta nativa que podem se enquadrar no Programa Nacional de Pagamentos por Serviços Ambientais e que necessitam de cuidados para serem preservadas. Para se ter uma ideia da proporção, isso é maior que todos os países da União Europeia.

Os impactos benéficos dessa ajuda serão sentidos por todos. Isso porque dentre os benefícios do programa estão a conservação da biodiversidade, a proteção do solo e das águas, além da regulação do clima.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ressalta que o Floresta+ é o maior programa de pagamento por serviços ambientais no mundo. A ideia é destinar os R$ 500 milhões recebidos do Fundo Verde do Clima para premiar e dar mérito a quem cuida adequadamente do meio ambiente.

“Remunerar aquela pessoa que preserva, que cuida da reserva legal, que tem excedente de reserva legal, que cuida das áreas de preservação permanente. Ou seja, nessa política de preservação e cuidado com a Floresta Amazônica, não é só punir e fiscalizar, mas incentivar quem faz as coisas direito. São R$ 500 milhões para essa finalidade, algo muito importante e que vinha sendo esperado há muito tempo”, destaca o ministro.

Serviços ambientais

O conceito de serviços ambientais do Programa Nacional de Pagamentos é baseado nas atividades que protegem a floresta. Segundo o secretário de Florestas e Desenvolvimento Sustentável do MMA, Joaquim Álvaro Leite, alguns produtores rurais, por exemplo, já cuidam dessa floresta e não sabem.

“O programa valoriza os serviços ambientais, são os serviços de combate a incêndio, vigilância, plantio de mudas nativas, conservação de biodiversidade. Todas as atividades que você faz para proteger e conservar aquele território de floresta nativa a gente considera como serviço ambiental. Daí nasce o conceito, a gente quer valorizar mais a atividade de conservar do que os próprios serviços ecossistêmicos que a natureza oferece”, destaca.

Fundo Verde para o Clima

O Fundo Verde para o Clima (GCF na sigla em inglês) foi criado em 2010 como um mecanismo de financiamento do clima, que opera no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Além disso, é o principal mecanismo para financiar ações de mitigação e adaptação com o intuito de reduzir o impacto das mudanças climáticas no âmbito do Acordo de Paris.

Até o início de julho de 2020, foram financiados 128 projetos, com 5,3 bilhões de dólares comprometidos nas mais diversas causas na África, América Latina e Caribe, além da Ásia e do Leste Europeu. Os R$ 500 milhões deste novo programa do MMA vem dos 96 milhões de dólares que o Brasil recebeu do Fundo Verde.

Joaquim Álvaro Leite explica que este programa-piloto, que tem como foco a Amazônia Legal, é apenas o primeiro passo, já que a ideia do Floresta+ é alcançar biomas de todo o Brasil.

“Nesse programa vamos criar uma ferramenta digital que vai servir para pagamentos, auditoria ambiental, monitorando via satélite ou fotos no local, ainda estamos desenvolvendo a tecnologia, e vamos pegar essa ferramenta, ano que vem, para utilizar em todos os biomas e com qualquer tipo de parâmetro que você queira”, conta o secretário.

Para fazer a gestão de todo o processo, entre eles a identificação dos produtores que vão aderir ao programam, leva algum tempo. E por conta da pandemia ocasionada pelo coronavírus, os primeiros resultados só devem ocorrer no início de 2021. “Nós estamos no meio do processo para apresentar a estratégia, para comunicar os produtores que vão aderir ao programa na Amazônia Legal. Acreditamos que por causa da pandemia vamos conseguir atingir esse resultado e fazer as coisas acontecerem no primeiro semestre do ano que vem.”

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Quem pode proteger

O programa não é direcionado apenas aos produtores que possuem terras na Amazônia Legal e protegem a floresta ao mesmo tempo em que se beneficiam com o que a terra lhe provém. Quaisquer pessoas que prestem atividades de serviços ambientais, ou seja, que protegem o território, estão aptos a receber uma parcela dos R$ 500 milhões.

Alguém que faz ecoturismo em uma unidade de conservação na região da Amazônia Legal, por exemplo, só por estar presente no local já consegue inibir crimes ambientais e contribui na preservação do meio ambiente. “Ele denuncia o crime ambiental, ele notifica, toma conta daquela região e não deixa que invasores possam queimar ou depredar esse lugar”, destaca Joaquim Álvaro Leite. “Esse programa vem reconhecer essa atividade e, além disso, fazer com que o mercado privado também entre para remunerar quem cuida dessa área.”

Os próximos passos são a formalização de atividade econômica, a definição de metodologia, valoração e validação do reconhecimento dos serviços ambientais, a criação do Cadastro Nacional de Serviços Ambientais e a regulamentação do pagamento por serviços ambientais.
 

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Com o objetivo de dar mais transparência aos gastos públicos na cidade de Limeira, em São Paulo, o Observatório Social do Brasil (OSB) do município lançou o  Índice de Percepção da Transparência Municipal (IPT-M). Em uma escala que varia entre 80 e 100 pontos, Limeira 91 pontos no índice no mês de maio. Quanto maior a pontuação, maior será o nível de transparência do dinheiro do contribuinte utilizado por gestores públicos em obras ou compras. 

O indicador foi baseado em duas metodologias, a  Escala Brasil Transparente 360° (EBT360), da Controladoria Geral da União (CGU), e pela Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), aplicada pelo Ministério Público Federal (MPF). Para avaliar O IPT-M, o observatório fiscaliza os gastos públicos a partir das informações prestadas nos sites da transparência da Câmara Municipal e da Prefeitura.

Entre as metodologias utilizadas pelo observatório está a comparação dos preços de produtos adquirido a partir do valor de mercado dos itens. A entidade também avalia a falta de informações e de dados em compras realizadas pelo poder público local. 

O presidente do Observatório Social do Brasil de Limeira, Raul Soares, afirma que o resultado positivo ocorreu no momento em que as compras do município ocorrem sem licitação, devido ao decreto que estabeleceu estado de calamidade pública na cidade por conta da pandemia de Covid-19. “Com a mudança em função do decreto recente que estabelece em calamidade, foram abertas novas possibilidades de sair da licitação e de sair daquele  rito rigoroso, por conta da dispensa de licitação”, afirma. 

No site da entidade, os cidadãos podem acompanhar os gastos públicos de Limeira. “Para cada item comprado, temos a menor cotação de mercado e a maior. Até o momento, os itens estão dentro dessas cotações de mercado. Ou seja, o que a prefeitura pagou está dentro da média, não necessariamente o menor preço, mas também não é o maior valor encontrado”, diz o presidente do observatório. 

Transparência

Para a advogada Ana Carolina Ferrari, especialista em compliance, a melhoria da transparência em órgãos públicos possibilita uma melhor gestão dos gastos. Segundo ela, entidade civis como a OSB Limeira também contribuem nessa fiscalização.  “A partir do momento em que se tem uma gestão mais transparente, é possível administrar melhor a distribuição de recursos, adquirir materiais ou serviços por um preço justo e também aquilo que é necessário para determinada situação o ou município”

Diálogo

Todos os relatórios produzidos pelo Observatório Social do Brasil em Limeira, além de publicados na internet, também são repassados aos gestores de Limeira. Ao encontrar eventuais irregularidades, membros da entidade buscam explicações com os superintendentes e caso eles não apresentem justificativa pode-se acionar o Ministério Público. A população em geral também pode contribuir com as informações dos relatórios produzidos pelo observatório

Sem fins lucrativos, o Observatório Social do Brasil possui sede em Curitiba, capital paranaense, e atua em favor da transparência e da qualidade na aplicação dos recursos públicos. A entidade está presente em 17 estados brasileiros. 
 

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As bacias hidrográficas dos rios e Iguaçu  e Uruguai apresentaram aumento médio das vazões naturais de 75,5% e 68,9%, respectivamente, no final do mês de junho. De acordo com  o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), neste período, o volume de água que chega nesses reservatórios é maior do que o volume que sai deles. 

De acordo o ONS, no final de junho houve uma recuperação significativa na capacidade de armazenamento das bacias que compõem o Subsistema Sul, que encerrou o mês com 37,9% de sua capacidade, 6,8 pontos percentuais do registrado em 18 de junho e 8,1% acima do verificado em 1º de janeiro deste ano. 

Governo vai investir R$ 33 milhões em sistema de dessalinização para sertão Pernambucano

Apesar dos bons resultados, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em 23 de junho, Santa Catarina possuía 141 municípios que sofriam com a seca, enquanto Paraná e Rio Grande Sul tinham, respectivamente, 61 e 71 cidade nesta situação. Mas, segundo a entidade, a seca vem apresentando queda na região. 

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LOC.: As bacias hidrográficas dos rios e Iguaçu  e Uruguai apresentaram aumento médio das vazões naturais de 75,5% e 68,9%, respectivamente, no final do mês de junho. De acordo com  o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), neste período, o volume de água que chega nesses reservatórios é maior do que o volume que sai deles. 

De acordo o ONS, no final de junho houve uma recuperação significativa na capacidade de armazenamento das bacias que compõem o Subsistema Sul, que encerrou o mês com 37,9% de sua capacidade, 6,8 pontos percentuais do registrado em 18 de junho e 8,1% acima do verificado em 1º de janeiro deste ano. 

Apesar dos bons resultados, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em 23 de junho, Santa Catarina possuía 141 municípios que sofriam com a seca, enquanto Paraná e Rio Grande Sul tinham, respectivamente, 61 e 71 cidade nesta situação. Mas, segundo a entidade, a seca vem apresentando queda na região. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Expresso 61
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Até 12 de julho, o governo do Rio do Sul vai coletar opiniões de 1.520 entidades representativas sobre a retomada presencial das atividades de ensino no estado. O governo vai ouvir sugestões sobre a volta às aulas e sobre os melhores protocolos a serem adotados para garantir a segurança de professores, alunos e funcionários das escolas. 

A Secretaria de Educação do Rio Grande ainda não definiu a data de retorno das aulas presenciais, mas afirma que o retorno das atividades presenciais será gradual e por etapas de ensino, a cada duas ou três semanas. 

MP aprovada na Câmara flexibiliza calendário escolar

Podem participar da consulta entidades da educação, saúde, conselhos tutelares, conselhos estaduais, entre outros. Segundo o governo do Rio Grande do Sul, a rede estadual de ensino atende a mais de 2,5 milhões de alunos, desde a pré-escolas até a pós-graduação. 

Para mais informações, acesse: https://educacao.rs.gov.br/
 

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro fechou uma parceria com o Dados do Bem, iniciativa sem fins lucrativos desenvolvida pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e pela Zoox Smart Data. O termo de cooperação assinado pelas partes vai permitir triplicar o número de testes imunosorológicos para covid-19 oferecidos pelo estado. 

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Atualmente, são realizados cerca de 300 testes por dia no posto do Detran do Largo do Machado. Com a parceria, será possível oferecer mil testes por dia. O Dados do Bem é um aplicativo que permite um maior ganho tecnológico para a marcação e a realização dos testes, e um mapeamento mais preciso. Os resultados vão auxiliar o governo local na tomada de decisões em relação ao enfrentamento à covid-19.

No aplicativo, o usuário preenche um cadastro, responde a um questionário de autoavaliação, com perguntas sobre sintomas associados à doença e histórico de saúde. A parcela das pessoas que derem informações relacionadas à probabilidade de ter sido infectada será chamada para a realização dos testes imunosorológicos.

 

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A perda total de renda das pessoas que trabalham no setor cultural desde o início da pandemia do novo coronavírus é de 45,7%. Os dados preliminares são da pesquisa “Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Culturais e Criativos do Brasil”. 

Foram mais afetados as pessoas que recebem entre um e três salários mínimos, indica o levantamento. De acordo com a pesquisa, a atividade que mais sofreu impacto foi a de festivais e feiras, com queda de 68,4%. Em seguida vêm o teatro (59,1%), a produção de filmes (53,9%) e de música (49,5%). O estudo estima que os artistas, empreendedores e profissionais das áreas serão os últimos a terem suas atividades normalizadas. 

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Entre os estados, o Rio Grande do Sul é o que registra maior perda de receitas no setor cultural, cerca de 56%. Espírito Santo, Paraná e Amazonas foram os que mais sofreram, em seguida. 

A pesquisa foi lançada no dia 10 de junho pela Universidade de São Paulo (USP). Ela é promovida pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura. A categoria pode participar do levantamento até 16 de julho. Para isso, basta acessar o site: iccscovid19.com.br

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Foto: divulgação

Saneamento básico: “2033 é uma data muito otimista”, afirma presidente do Trata Brasil sobre universalização dos serviços de água e esgoto

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61, o presidente do Instituto esclarece polêmicas sobre a entrada do setor privado na prestação dos serviços, prevista no marco legal, e afirma que o saneamento pode reduzir custos com internações

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10/07/2020 00:00h

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Foto: Arquivo/EBC
06/07/2020 18:00h

Representantes do MDR e da ANA debatem mudanças apresentadas no novo Marco Legal do Saneamento Básico

O secretário de Saneamento do (MDR), Pedro Maranhão, afirma o objetivo do novo Marco Legal é fazer com que o País atinja a universalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais

09/07/2020 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sudeste do país tem chuva fraca, nesta sexta-feira (10)

A temperatura mínima na região é de 6ºC e a máxima de 30ºC

09/07/2020 18:00h

O TEMPO E A TEMPERATURA: Sul do país tem tempo frio e geada, nesta sexta-feira (10)

A temperatura mínima na região é de 0º e a máxima de 24ºC

Agência Brasil
09/07/2020 11:00h

Produtores agrícolas prejudicados pelo ciclone podem ter linhas de créditos emergenciais. Saiba.

Só em Santa Catarina, perdas estimadas se aproxima dos R$ 480 milhões

Foto: Arquivo CNA
09/07/2020 08:08h

INDICADORES: Arroba do boi gordo continua em queda nesta quinta (9)

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial subiu 0,39%

Foto: Arquivo/EBC
10/07/2020 00:00h

Deputados cobram urgência na votação da Nova Lei do Gás contra monopólio e por menor preço do gás natural

Petrobras é responsável pela operação de mais de 90% de toda a produção no país; relator espera que texto seja votado ainda em julho

08/07/2020 17:00h

TRE-MG promove palestra online sobre propaganda eleitoral antecipada na próxima segunda (13)

Live faz parte do projeto “Antes do Voto”, que tem o objetivo de conscientizar pré-candidatos, gestores e eleitores sobre a legislação eleitoral

Foto: divulgação
10/07/2020 00:00h

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Foto: Fiocruz
10/07/2020 00:00h

Em laboratório, antivirais contra Hepatite C conseguem conter Covid-19

Resultados da Fiocruz mostram que daclatasvir é quatro vezes mais eficiente do que a cloroquina

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2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.