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Tocantins

Saúde

Neste ano, considerando a situação de pandemia em decorrência da Covid-19, a Secretaria de Estado de Saúde do Tocantins, por meio do setor de Imunização, transmitiu novas orientações e estratégias aos municípios, para a vacinação dos públicos prioritários da campanha contra Influenza.

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Os 139 municípios do Estado iniciaram a imunização contra a gripe no último dia 23. A Superintendência de Vigilância em Saúde alerta que a vacinação contra Influenza mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da doença em seu estágio mais grave e suas complicações, reduzindo com isso as internações e a mortalidade decorrentes das infecções causadas pelo vírus da gripe.

É importante informar ainda para a população, que a pessoa que fizer parte do grupo-alvo para a vacinação contra influenza e perdeu a oportunidade de se vacinar nas outras fases, poderá receber a vacina neste momento. Também que a vacina deste ano tem composição trivalente para os vírus da Influenza, a: A H1N1, A H3N2 e B, de circulação nacional.

Neste ano, considerando a situação de pandemia em decorrência da Covid-19, a Secretaria de Estado de Saúde do Tocantins, por meio do setor de Imunização, transmitiu novas orientações e estratégias aos municípios, para a vacinação dos públicos prioritários da campanha contra Influenza.

Com isso, pretende-se proteger a população contra a Influenza além de diminuir o impacto sobre os serviços de saúde. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, os sintomas da gripe são semelhantes aos do novo coronavírus e essa antecipação visa reduzir a carga da circulação de Influenza na população.
A superintendente de Vigilância em Saúde, Perciliana Bezerra, explica a estratégia da campanha no Estado.

“A Secretaria de Estado da Saúde realizou duas reuniões macrorregionais para os 139 municípios. A primeira foi na macrorregião norte que pega 52 municípios, a outra foi para a região macro sul que pega o restante dos municípios para mobilização, divulgação e as recomendações que deveriam ser realizadas no período da campanha contra a Influenza.”

No ano passado, foram 144 casos de Influenza dos três tipos confirmados, sendo 51 de A H1N1, que ocorreram em 16 municípios, destes, 14 faleceram, só que 100% dos pacientes que foram a óbito tinham outro fator de risco junto com a gripe. Em 2020, foram confirmados 18 casos da doença, sendo 15 de Influenza A H1N1, em três municípios. Nenhum óbito notificado até o momento.

Este ano, o Ministério da Saúde adotou a estratégia de distribuição em vários lotes durante as 14 semanas da campanha. Como se trata de um imunobiológico, a distribuição é feita em etapas, de acordo com a capacidade de armazenamento nos estados e municípios. O cronograma de entrega segue critérios técnicos, e o envio é realizado nos quantitativos necessários para atender ao cronograma e às etapas de vacinação por faixa etária do público-alvo da campanha.

O Governo do Estado garante que terá doses suficientes para a população relacionada aos grupos prioritários, à previsão é de que nesta primeira fase a meta seja de aproximadamente 155 mil pessoas e até o fim da ação 471mil e 500 pessoas relativas ao público alvo.

O epidemiologista da Fiocruz, Cláudio Maierovich explica a importância de manter a higiene e alerta para uma mesma forma de transmissão da gripe e do novo coronavírus.

“Transmite de uma pessoa para a outra por gotículas que as pessoas soltam quando falam, tossem, espirram pessoas quando estão com doença respiratória tem mais secreção, soltam mais gotículas. Ou pelo contato direto com essas gotículas, ainda que secas, que ficam nas mãos, nas superfícies, nos objetos. Por isso também tem sido frisado a importância da higiene, limpeza, da lavagem das mãos, mas os dois vírus passam da mesma forma.”

Neste ano, a pasta antecipou a campanha, de abril para março, e inverteu a ordem para proteger de forma antecipada os públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.

A decisão do Ministério da Saúde em iniciar por este público é mais uma medida de proteção, em especial aos idosos, já que a vacina é uma prevenção aos quadros de doenças respiratórias mais comuns e que dependendo da gravidade podem levar a óbito. Idosos e trabalhadores da saúde são os primeiros grupos a ser vacinados.

O segundo grupo será vacinado a partir de 16 de abril e é formado por membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais (hipertensos, diabéticos e pessoas com imunodepressão); funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas  e população privada de liberdade, além da inclusão do novo grupo de Caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários.

Já na terceira fase, que começa no dia 9 de maio, mesma data do Dia D de mobilização, estão crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas  adultos de 55  a 59 anos de idade , professores da rede pública e privada, , e pessoas com deficiência.

Em caso de fila, mantenha uma distância de pelo menos 2 metros dos demais, principalmente os idosos.

E, para mais informações sobre a campanha nacional de vacinação contra a gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil

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Saúde

Palmas recebeu as primeiras 13 mil doses da vacina contra o Influenza que estarão em 32 salas de vacinação estrategicamente distribuídas nos bairros da cidade.

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Palmas recebeu as primeiras 13 mil doses da vacina contra o Influenza que estarão em 32 salas de vacinação, estrategicamente distribuídas nos bairros da cidade. A primeira fase da campanha será nesta segunda-feira, dia 23 de março. O Dia D será em 9 de maio.

A decisão do Ministério da Saúde em iniciar pelos idosos é mais uma medida de proteção, em especial a essa faixa etária, já que a vacina é uma prevenção aos quadros de doenças respiratórias mais comuns, que dependendo da gravidade podem levar a óbito.

Esta priorização também é uma forma de auxiliar os profissionais de saúde a descartarem os casos de Influenza na triagem e acelerarem o diagnóstico para o Covid-19.  O atendimento estará preparado para atender o público-alvo em seus locais de trabalho e nas residências como explica a enfermeira da Central de Vacinas de Palmas Juliana Araújo.

“No caso dos profissionais de saúde, estamos com uma estratégia de vaciná-los nos locais de trabalho. Estamos com uma escala de equipes que irão percorrer esses hospitais para poder realizar a vacinação destes profissionais in loco. Para aqueles idosos que apresentam algum problema de locomoção, as nossas equipes de saúde da família – que já fazem o acompanhamento destes usuários –realizarão a vacinação nos domicílios”, comenta.

Este ano a ordem do público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação foi invertida pelo Ministério da Saúde contra o Influenza. A vacinação será fragmentada em três frentes, iniciando dia 23 com o público já mencionado. O segundo grupo, a ser iniciado a partir de 16 de abril, é formado por professores de escolas públicas e privadas e profissionais das forças de segurança e salvamento, além de doentes crônicos.

Na terceira fase, que será a partir de 9 de maio, começa a vacinação de crianças com idade entre seis meses e menores de seis anos, gestantes, mulheres no pós-parto, povos indígenas e população privada de liberdade. Segundo a enfermeira, a imunização visa reduzir as complicações, internações hospitalares e mortalidade causada pelo vírus influenza. Ela alerta ainda que a vacinação deve ser adiada para pessoas com doenças febris agudas, e a contraindicação para pessoas que tiveram reações graves em doses anteriores ou que tem alergia grave a ovo.

A meta é vacinar no mínimo 90% do público-alvo em todo o período da campanha. O que seria uma população de aproximadamente 71 mil pessoas. Para saber mais acesse o site da secretaria de saúde da cidade: palmas.to.gov.br/secretaria/saude. 

A Dra. Marta Lopes, professora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitarias da USP, nos esclarece como podemos nos proteger em relação ao contato interpessoal. “A proteção é evitar contato próximo predominantemente com pessoas que estão resfriadas, com gripe, tossindo, que estão espirrando, nariz escorrendo. Então, é evitando aglomeração, ficar muito perto das pessoas, contato físico, abraços, beijos, evitando apertos de mão. Por isso que a gente insiste tanto na lavagem das mãos”, afirma.

A especialista enfatiza que uma das mais frequentes fontes de contaminação são exatamente as mãos, que sem percebermos muitas vezes, as levamos aos olhos, boca, aos nossos objetos pessoais, então fica o alerta. Saiba mais sobre a campanha de vacinação contra o Influenza em saude.gov.br. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

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Saúde

Em Tocantins, 10 municípios estão com média incidência de dengue

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Em Tocantins, 10 municípios estão com média incidência de dengue. Os dados são da Diretoria de Vigilância das Doenças Vetoriais e Zoonoses, da Secretaria estadual de Saúde.

Natividade é a localidade com maior incidência de dengue, em Tocantins, com 292 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Ao todo, são 27 casos prováveis de dengue no município, nas últimas cinco semanas.

Os municípios de Carrasco Bonito, Ananás, Cariri do Tocantins, Sampaio, Conceição, Paraíso, Gurupi, Santa Fé do Araguaia e Lagoa da Confusão, apresentam incidência média de dengue. Três mortes estão sob investigação.

Ao todo, Tocantins confirmou 282 casos de dengue, este ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 94%, quando foram registrados 5,2 mil casos da doença.

Apesar da melhora nos indicadores, o diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Júlio Croda, reforça que a população deve ajudar a combater os focos do mosquito transmissor com frequência.

“Elimine os focos na sua residência. Essa eliminação tem que ser semanalmente. Você pode eleger um dia, geralmente, aos fins de semana, para fazer essa busca no sentido de encontrar e eliminar esses focos.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue.

O coordenador-geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
 

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Saúde

Segundo dados do Ministério da Saúde, Tocantins ocupa o quarto lugar na lista de estados com maior número de mortes causadas pela Aids no Brasil

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Em Tocantins, foram registradas 2.706 notificações de Infecções Sexualmente Transmissíveis, ISTs, até o fim de outubro do ano passado. Desse total, somente para sífilis foram 1.932 notificações, 254 para HIV e 50 registros de Aids no estado. De acordo com a Secretaria de Saúde de Tocantins, a quantidade alta de casos de sífilis em 2019 se deu pela maior disponibilidade de recursos para a identificação de pacientes infectados. 

As Infecções Sexualmente Transmissíveis são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos e transmitidas, principalmente, por meio de contato sexual sem o uso de preservativo, ou de mãe para filho – durante a gestação, parto ou amamentação. O intérprete de língua brasileira de sinais Marcos Verde tem 23 anos. Morador de Colinas descobriu que estava com HIV há quatro anos. 

Na época, ao acompanhar um amigo que tinha a doença a uma unidade de saúde, aproveitou a oportunidade para fazer o exame, que confirmou a doença. Assim que o HIV foi diagnosticado, o intérprete se preocupou em iniciar rapidamente o tratamento.
 
“Eu acho que essa questão do saber é sempre importante, porque mesmo que seu organismo seja mais resistente, que o vírus demore mais a se desenvolver no seu corpo, se ele é tratado é melhor, porque se ele não é tratado você fica exposto a qualquer outro problema que possa vir a ser mais agravante no futuro. Busque informação, a prevenção vem através da informação. Vá na unidade de saúde porque ela tem a obrigação de ceder medicamento para quem teve uma exposição, tem a camisinha que também é oferecida pela unidade de saúde.”

Segundo dados do Ministério da Saúde, Tocantins ocupa o quarto lugar na lista de estados com maior número de mortes causadas pela Aids no Brasil. Entre 2008 e 2018, o aumento de óbitos por conta dessa doença foi de 32%.

O estado possui cinco Serviços de Assistência Especializada, que ficam nos municípios de Araguaína, Gurupi, Palmas, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional – e oferece opções de diagnóstico das ISTs. Para o assessor técnico de prevenção às ISTs da Secretaria de Saúde de Tocantins, Márcio Tales, a prevenção é o melhor caminho para evitar as Infecções Sexualmente Transmissíveis.
 
“A prevenção é diminuir o número de parceiros, manter a qualidade dos parceiros fixos, uso de preservativos em toda a ocasião, sempre os preservativos estão aí, o acesso é universal, não precisa se identificar, os preservativos estão à disposição de toda a população na quantidade que você necessita. Na dúvida, se você acha que se expôs, não sabe a sua sorologia, procure uma unidade básica de saúde e peça para fazer o teste rápido.”
 
Sem camisinha, você assume o risco. Use camisinha e se proteja dessas ISTs e de outras, como HIV e Hepatites. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/ist. 

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Saúde

A doação de órgãos é um ato que pode representar recomeço e esperança para milhares de pessoas.

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A doação de órgãos é um ato que pode representar recomeço e esperança para milhares de pessoas. O médico Álvaro Moreira, de 58 anos, sabe bem disso, pois é um exemplo de alguém que teve uma segunda chance. Morador de Paraíso do Tocantins, cidade a 75 km de Palmas, ele recebeu um novo fígado há dez meses. O órgão veio no dia 31 de dezembro, na virada de ano de 2018 para 2019.

A máxima “ano novo, vida nova” resume bem o sentimento de Álvaro.“A gente parece que vai nas nuvens, é muito boa aquela sensação. Às quatro horas da manhã me ligaram, tinha passado a noite em uma festa de fim de ano. Um jovem faleceu em uma cidade de São Paulo, em Praia Grande, de 21 anos. Eu agradeço a Deus e a ele todos os dias",conta.

 Álvaro contraiu Hepatite B exercendo a profissão. O agravamento da doença gerou 12 tumores cancerígenos no fígado e o levou até a lista de espera para o transplante, no ano passado. Após ficar entre a vida e a morte, o médico reforça a importância de se tornar um doador. 

“Eu recomendaria que as pessoas doassem, porque, de qualquer jeito, quando esse órgão morrer ele vai desaparecer. Ele ficando em um ser humano, vai ficar vivo, e a pessoa vai ficar agradecida para o resto da vida. Espero que as pessoas se solidarizem um com os outros para serem doadores, ajudar as pessoas que estão sofrendo a continuarem a viver”, explica. 

 Segundo a Central de Transplantes de Tocantins, até setembro deste ano, 60 pacientes aguardavam na lista de espera para o transplante de córneas, único tipo de cirurgia realizada no estado. Pacientes que necessitam de transplantes para outros órgãos são encaminhados para estados mais próximos. Em todo o país, mais de 45 mil pessoas esperam por esse tipo de cirurgia, segundo o Ministério da Saúde. 

Existem dois tipos de doadores de órgãos: o vivo, que pode doar um dos rins, parte do fígado, do pulmão ou da medula óssea sem prejudicar a própria saúde - e o doador falecido, pessoas que tiveram morte encefálica, vítimas de traumatismo craniano ou de um derrame cerebral (AVC). 

Após a morte cerebral, um fator é decisivo para que pacientes da lista de espera tenham uma segunda chance, assim como Álvaro: a autorização dos familiares para a doação dos órgãos. Na média nacional, quatro em cada dez famílias dos possíveis doadores dizem ‘não’ à doação.

No Tocantins, essa taxa de recusa é de 50%. Esse é o principal fator que impede a diminuição da lista no estado. Esse fato, segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes do Tocantins, Suziane Aguiar, eleva a importância do diálogo entre quem deseja doar órgãos e os familiares. “Aquelas pessoas que são doadoras se manifestem em vida, para familiares, amigos, e que nos ajude também a divulgar essa informação, não só na identidade, e sim que converse com a família porque ela que é detentora dessa decisão. A doação não beneficia apenas aquele que fez o transplante, mas toda uma família que está envolvida no cuidado daquele paciente, ressalta”

O Brasil é referência mundial na área e possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o país são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em números absolutos, o Brasil é o segundo maior transplantador do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Os pacientes recebem assistência integral, incluindo os exames preparatórios, a cirurgia, o acompanhamento e os medicamentos pós-transplante, financiados pela rede pública de saúde.

Se você vive no estado e quer saber como ser um doador, basta procurar a Central Estadual de Transplantes, localizada em Palmas, quadra 103 norte, alameda 05, ou pelo telefone: 0800 642 0484. Repetindo: (63) 0800 642 0484.Todo o processo de doação de órgãos no Brasil é transparente e embasado por leis para que os familiares tomem uma decisão livre e segura antes de autorizar o transplante. A vida continua. Doe órgãos. Converse com sua família. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/doacaodeorgaos.
 

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Educação

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de construção, energia e água e esgoto demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Tocantins terá de qualificar 41.807 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30). 

Segundo o gerente do SENAI/CETEC de Palmas, Edmundo Franco, os setores que mais vão demandar mão de obra qualificada no estado são os de agroindústria, logística e de água e esgoto. Por isso, Franco defende que a capacitação de jovens tocantinenses, por meio da formação técnica, é importante não só para melhorar a produtividade e competitividade das empresas, mas também para ajudar esses profissionais a ingressarem ou se realocarem no mercado de trabalho. 

“Muitos jovens que optam por essa modalidade conseguem se inserir no mercado de trabalho recebendo em torno de 20% a 25% a mais do que receberiam se não tivessem essa formação. Além de ter uma inserção rápida no mercado de trabalho, esses jovens ganham a possibilidade de trilhar sua carreira”, afirmou.

Saneamento

O setor de água e esgoto precisará, segundo estudo do SENAI, qualificar 564 novos profissionais nos próximos quatro anos no estado. A BRK Ambiental, empresa privada que presta serviços de saneamento e atua em 47 municípios, incluindo a capital, é um exemplo da demanda crescente de qualificação técnica e profissional que o mercado exige. 

O gerente de recursos humanos da companhia, Lucas Elias Gomes, explica que há alguns anos a BRK viu a necessidade de contratar profissionais capacitados para uma função estratégica: analisar e tratar a água que chega às torneiras dos moradores do Tocantins. 

O problema é que, segundo Gomes, não havia curso específico nem profissionais que se encaixassem na vaga. Para solucionar o problema, a empresa de saneamento solicitou ajuda ao SENAI. Dali em diante, o curso de técnico em química mudou a realidade e o desempenho dos funcionários admitidos.

“O objetivo é manter o mesmo padrão de qualidade em todos os 47 municípios. Por isso, há a necessidade de mantermos nosso funcionário em qualificação e desenvolvimento constante, a ponto de buscar o melhor atendimento e prestação de serviços de qualidade”, apontou.

O gerente de RH da BRK Ambiental afirma ainda que os profissionais que chegam à empresa com formação técnica no currículo conseguem se adaptar melhor ao fluxo de trabalho. “O profissional que já vem com uma formação técnica de uma escola, uma formação mais acadêmica, seguramente tem mais facilidade em aprender a rotina que estamos dispostos a ensinar. Esse profissional está pronto para assumir um posto no mercado de trabalho”, completou.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados, a saída, na avaliação da deputada federal Professora Dorinha (DEM-TO), é ampliar a oferta de vagas de formação técnica e profissional, destinadas principalmente aos mais jovens. “A educação profissional tem essa tarefa de integrar, trazer o jovem para a escola. É estratégica para um país que tem a tarefa e a responsabilidade de formação dos seus quadros e de mudança do ponto de vista econômico”, defende a parlamentar.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que, entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (1.424); e mecânicos de manutenção de veículos automotores (907).

Arte: Sabrine Cruz/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Já a demanda por capacitação de profissionais com formação técnica no Tocantins será maior nas áreas transversais; construção; energia e telecomunicações; eletroeletrônica; e metalomecânica. Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção. Os jovens que tiverem interesse em uma dessas áreas podem acessar o site tecnicosenaito.com.br ou comparecer a uma das unidades do SENAI a partir de novembro. As aulas de 2020 terão início em fevereiro. Mais informações podem consultadas pelo telefone (63) 3229-5700.

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Economia

Medida, segundo parlamentar, facilita a vida de micro e pequenos empresários tocantinenses. Entre 2009 e 2018, a abertura dessas empresas cresceu 48% no estado, segundo o Sebrae

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A MP da Liberdade Econômica (881/2019) deve reduzir o poder do Estado de criar obstáculos para atividades e empreendimentos de baixo risco, contribuindo para criação de mais negócios e postos de trabalho no Tocantins. A avaliação é do deputado federal Tiago Dimas (SD-TO).

Para ele, a norma atende exigências antigas dos pequenos empreendedores, que, desde a publicação da MP, passaram a investir com mais segurança e tranquilidade.

“[Essa medida] já era algo solicitado há bastante tempo pelo mercado, no sentido de desburocratizar algumas questões, que, infelizmente, acanhavam muitos empreendedores, pessoas que queriam investir, criar um negócio, em virtude de procedimentos burocráticos e, muitas vezes, desnecessários”, disse o deputado.

Por conta das dificuldades, mais de 260 mil tocantinenses estão na informalidade, de acordo com dados da PNAD Contínua do IBGE, relativos ao 1º trimestre deste ano. Na contramão desse cenário, a abertura de novas micro e pequenas empresas cresceu 48% entre os anos de 2009 e 2018 no estado, passando de pouco mais de 12,4 mil para 24 mil firmas, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae).

A expectativa é que o estado tenha mais de 27 mil empresas, em 2022. Isso representa cerca de 2 mil novas pequenas firmas a mais em comparação com o número atual, de 25 mil micros empresas registradas.

Estímulo ao Crescimento Econômico

O texto, em vigor desde abril, foi aprovado na comissão mista do Congresso Nacional na última semana. Para continuar valendo, precisa do aval dos plenários da Câmara e do Senado – a MP caduca em setembro.

O especialista em Economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) Roberto Dumas acredita que a MP da Liberdade Econômica vai modernizar as relações econômicas e diminuir a burocracia, um dos principais entraves para o empresariado no país.

“O Brasil ocupa um dos últimos lugares, ou seja, é um dos piores lugares do mundo em relação à burocracia para se abrir uma pequena empresa. A MP vai, justamente, ao encontro de tirar a presença do Estado de onde ele, absolutamente, não é necessário”, explica o especialista.

O diretor superintendente do Sebrae do Tocantins, Moisés Gomes, considera que a redução da “papelada” imposta pelo Estado representa um alívio para os pequenos empresários. Isso, segundo ele, vai proporcionar que os custos com burocracia sejam direcionados exclusivamente aos negócios.

“Na medida em que você desburocratiza essas relações, você cria uma vantagem enorme para essas empresas. E digo mais: essas mudanças não só facilitam a vida das empresas, como a médio e longo prazo, acredito, vão ter um impacto também sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos”, ressaltou Gomes.

Desburocratização

Além de facilitar a vida do pequeno empreendedor, a MP torna o trabalho da administração pública mais dinâmico porque retira dos órgãos fiscalizadores milhares de solicitações. Como o texto alcança somente a administração federal, caberá a estados e municípios aderir, de forma voluntária, às diretrizes trazidas pela legislação. Na prática, isso significa que esses negócios poderão começar a funcionar de forma segura, sem riscos de punições, como multas ou cancelamento das operações empresariais.

A MP também avança ao modernizar procedimentos e documentos que hoje ainda são analógicos. Um trecho, por exemplo, prevê a criação da Carteira de Trabalho Eletrônica, que será emitida pelo Ministério da Economia e acionada por meio do CPF do trabalhador. Também dispõe que documentos que hoje precisam ser armazenados em papel possam ser guardados em suas versões eletrônicas, com assinaturas digitais.

A burocracia vai diminuir, também, no transporte de cargas por meio de caminhões. A MP 881/2019 cria o documento eletrônico de transporte que substitui os papeis exigidos nos postos de fiscalizações.

A estimativa da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia é que a MP 881 possa contribuir para a criação de quase quatro milhões de empregos nos próximos 15 anos no país. Ainda segundo o órgão, o PIB per capita, ou seja, a riqueza produzida no país por habitante, pode crescer em mais de 0,5% no período.

Com a colaboração de Ricardo Ribeiro

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Educação

No estado, 92,6% das empresas afirmam conhecer a importância da tecnologia para a competitividade, segundo dados da Federação das Indústrias do Tocantins (Fieto).

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Estar preparado profissionalmente para o contexto da Indústria 4.0, ou seja, um mercado de trabalho tecnológico, multifacetário e digital, é um dos desafios para quem quer conquistar um emprego ou se manter atualizado. Os jovens tocantinenses têm investido em cursos técnicos na área digital em face das novas exigências do setor produtivo.

No Tocantins, 92,6% das empresas afirmam conhecer a importância da tecnologia para a competitividade da indústria, segundo levantamento da Federação das Indústrias do estado (Fieto). Além disso, 100% dos entrevistados afirmaram já utilizar algum tipo de tecnologia em suas empresas.

A Weslany Pereira de Sousa Rodrigues, de 25 anos, é um exemplo. A estudante de Augustinópolis buscou uma qualificação técnica para tentar ficar longe da fila de desempregados do país, que já tem mais de 13 milhões de pessoas, segundo o IBGE.

A jovem encerrou o curso de técnico em informática para internet, no SENAI, e está ansiosa para colocar em prática o que aprendeu no desenvolvimento de softwares, sistemas e aplicativos. A expectativa dela é conseguir uma vaga na área nos próximos meses. “O curso técnico me proporcionou várias coisas, pois não tinha nenhum conhecimento na área de informática. Com este curso, pude adentrar nesse mundo da Tecnologia da Informação (TI)”, avalia.
Mão de obra qualificada

O SENAI 4.0 surge como uma resposta às demandas dessa nova indústria, com oferta de soluções em Educação, Tecnologia e Inovação. As empresas precisam se preparar para atender as necessidades do mercado por produtos mais inteligentes e customizados, assim como os profissionais destas empresas devem estar familiarizados com as tendências e tecnologias requeridas. O objetivo é desenvolver as suas atividades de forma alinhada às novas demandas de mercado.
Foram criados cursos técnicos, de aperfeiçoamento profissional e pós-graduação nas tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0 (Computação em Nuvem, Big Data, Segurança Digital, Internet das Coisas, Integração de Sistemas, Robótica Avançada, Manufatura Digital e Manufatura Aditiva). 

Segundo a deputada federal professora Dorinha (DEM-TO), o estado terá que se superar quanto a mudança e a consolidação do mundo do trabalho, tendo a educação profissional como grande aliada. “A educação profissional tem essa tarefa de integrar, trazer o jovem para a escola. É estratégica para um país que tem a tarefa e a responsabilidade de formação dos seus quadros e de mudança do ponto de vista econômico”, declara a parlamentar, que avalia ainda a importância feminina nesse processo. “A mulher é maioria da população. Por muito tempo muitas atividades eram restritas ao mundo masculino – fruto do preconceito. Mas as mulheres de hoje, mais do que nunca, têm rompido barreiras e precisam desse processo de qualificação e requalificação”, completou.

Desenvolvimento econômico

A consultoria Accenture estima que a implementação das tecnologias ligadas à Internet das Coisas na economia deverá impactar o PIB brasileiro em aproximadamente US$ 39 bilhões, até 2030. O ganho pode alcançar US$ 210 bilhões, caso o país crie condições para acelerar a absorção das tecnologias relacionadas, o que dependerá de melhorias no ambiente de negócios, infraestrutura, programas de difusão tecnológica, aperfeiçoamento regulatório e qualificação profissional.

Segundo o especialista em Finanças e Tecnologia Edemilson Paraná, em todos os momentos de desenvolvimento tecnológico, inclusive nas revoluções industriais anteriores, houve uma preocupação com a diminuição de postos de trabalho, mesmo verificando o surgimento de novas vagas. A preocupação, no momento atual, também passa por essa questão. 

“Claro que investir em formação, em capacitação e em desenvolvimento tecnológico, para que a força de trabalho se adeque a esse novo ambiente. Para que, eventualmente, produza novas soluções, novos setores econômicos e novos ramos, inclusive, novos produtos. Que venha a produzir mais empregos”, analisa Paraná.
 

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Saúde

A hanseníase é uma doença crônica, transmissível e de notificação obrigatória.

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Apareceu uma mancha aqui, outra ali e depois se espalhou pelo corpo inteiro. O que fazer? Vá imediatamente a uma Unidade Básica de Saúde. A recomendação é importante porque você pode estar com hanseníase e, o quanto antes ela for tratada, mais rapidamente estará curado. 

Isso mesmo, a hanseníase tem cura, basta tratar de imediato e levar as pessoas que convivem ao seu redor para prevenir e evitar que sejam contaminadas. O auxiliar técnico Adriano da Conceição, morador de Araguaína, teve essa atitude, foi curado e evitou que a família e amigos fossem contaminados.

“Comecei a sentir alguns sintomas, e daí procurei uma Unidade de Saúde aqui da minha cidade, aonde foram feitos vários exames, até ser constatado que eu estava com hanseníase. Primeiro fui internado e, quando recebi alta, as pessoas que eram próximas a mim, à minha família e às pessoas que tinham um contato mais próximo foram avisados para procurar o “postinho” mais próximo, para estar realizando exames periódicos. À primeira vista, eles fizeram uma espécie de ‘vistoria’, para estar examinando o corpo, para saber se havia sinais de que eles também teriam contraído a doença.”

Créditos: Ministério da Saúde

A hanseníase é uma doença crônica, transmissível e de notificação obrigatória. Ela acomete a pele e nervos e, se não for tratada de imediato e de forma correta, pode deixar graves sequelas. Somente no Tocantins, foram registrados 1.632 novos casos de hanseníase em 2018, sendo 116 em crianças menores de 15 anos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. A coordenadora do Programa da Hanseníase do Tocantins, Regina Teixeira, explica que, se um paciente abandona o tratamento, ele pode voltar a ter sintomas da doença e até transmitir para pessoas próximas. 

“Ele volta a ter sintomas, futuramente volta a transmitir de novo, ele pode ficar incapacitado, se está afetando os nervos da mão, a mão pode ir dobrando, fazendo o que a gente chama de ‘mão de garra’. Se não era na mão e sim no pé, o pé vai perdendo a força muscular e ele começa a andar arrastando o pé. De repente a mancha no pé ou na perna, encostou em um cano de moto, ele se queima e não sente nada, porque não fez um tratamento correto, porque abandonou o tratamento e não foi curado.”

Por isso, vale lembrar que hanseníase tem cura e você não precisa ter medo de entrar em contato com as pessoas doentes.  A doença só é transmitida quando há contato prolongado. O importante, mesmo, é ficar atento aos sinais do seu corpo. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. Todo o tratamento é disponibilizado gratuitamente pelo SUS. Em caso de dúvida, faça como o Adriano e procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima E não se esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações acesse saúde.gov.br/hanseníase.

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A hanseníase é uma das doenças mais antigas conhecidas pelo homem, mas até hoje ainda acomete muitos países no mundo

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.: Em uma rotina em que cada vez mais o tempo é precioso, muitas pessoas deixam de cuidar como deveriam da própria saúde. Foi o caso do professor universitário Leomar Brigagão, que sentiu algumas dores nas pernas, mas adiou, por um tempo, sua ida ao médico. Quando procurou atendimento em uma Unidade Básica de Saúde em Palmas, foi diagnosticado com hanseníase, doença que não conhecia até então. Hoje curado, ele alerta para a importância de que as pessoas busquem pela informação sobre a doença. 

“O preconceito é mil vezes pior do que a doença. E a doença não é de um contagio imediato, é preciso de um período de convívio próximo e prolongado com a pessoa doente que ainda não começou o tratamento. É importante que as pessoas saibam dessa informação.”

Créditos: Ministério da Saúde

A hanseníase é uma das doenças mais antigas conhecidas pelo homem, mas até hoje ainda acomete muitos países no mundo. Em decorrência do diagnóstico tardio, pode haver comprometimento ou perda da função em face, mãos e pés, podendo interferir no autocuidado e na realização das atividades de vida diária. As incapacidades físicas decorrentes da hanseníase são as principais responsáveis pelo estigma e discriminação às pessoas acometidas pela doença e seus familiares. O médico da Secretaria Estadual de Saúde e hansenólogo do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins, Ebert Aguiar, explica como a doença costuma se manifestar.

“A hanseníase é causada por uma bactéria que tem predileção pelas células da pele e nervos periféricos. Por tal motivo, o paciente pode apresentar diminuição ou perda de sensibilidade térmica (calor ou frio), tátil e dolorosa, bem como,  comprometimento da força muscular e até mesmo queda de pelos na área acometida. Pelo fato da bactéria alojar-se nestes nervos, a pessoa pode desenvolver o que chamamos de neuropatia. Quanto mais demorado for o diagnóstico, maior a chance de a pessoa apresentar incapacidades físicas.”

Por isso, o importante é ficar atento aos sinais e sintomas da doença. Ao surgimento de qualquer mancha ou área da pele em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade,  procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de desenvolver as incapacidades e suas complicações. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível na rede do SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil. 

Créditos: Ministério da Saúde

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