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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Dengue

08/07/2020 11:00h

No Brasil, 41,5% dos casos de chikungunya estão na Bahia. Em Salvador, três pessoas já morreram pela doença

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Além do coronavírus, os moradores dos municípios baianos precisam estar atentos a outra doença: a chikungunya. De acordo com a secretaria de saúde da Bahia, neste ano foi detectado um crescimento de 434% no número de casos. Do início de 2019 até junho, foram registrados 4,3 mil casos. No mesmo período deste ano o número saltou para 23,3 mil casos - o que representa quase metade de todos os casos registrados em todo Brasil (41,5%). A doença já causou três mortes - todas em Salvador.

Forma grave da dengue pode ser fatal; descubra os grupos que correm mais riscos

A chikungunya tem como sintomas a febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e nas juntas, como joelhos, cotovelos e tornozelos. Assim como com a dengue e a zika, a febre chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Por isso, é importante eliminar depósitos de água parada que podem se tornar criadouros, como vasos de plantas, pneus, garrafas e piscinas sem uso e manutenção. 

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01/07/2020 17:00h

Organização destaca importância de prevenção domiciliar aos criadouros do mosquito durante a pandemia do novo coronavírus

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De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), mais de 1,6 milhão de casos de dengue foram registrados nas Américas entre janeiro e maio deste ano. A entidade chama a atenção para a necessidade de os moradores aproveitarem o isolamento social gerado pela pandemia da Covid-19 para eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti. 

O Brasil responde por 65% dos casos de dengue na região, com pouco mais de um milhão de casos registrados. Em seguida, vêm o Paraguai, que tem cerca de 220 mil, a Bolívia, com mais de 82 mil e a Argentina, que registrou quase 80 mil casos. Honduras, México e a Nicarágua preocupam pela alta incidência da doença. 

A OPAS afirma que 37.279 casos de chikungunya e 7.452 casos de zika foram registrados nos primeiros cinco meses do ano. De acordo com a organização, há queda de 10% nos casos números em relação a 2019, considerado um ano epidêmico. 

Em meio à pandemia do coronavírus, Brasil notifica mais de 600 mil casos de dengue

Pessoas idosas estão entre as mais vulneráveis ao vírus da dengue

Saneamento básico precário pode aumentar risco de proliferação do Aedes aegypti

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Saúde
31/03/2020 14:09h

Nas 7 cidades da região já foram confirmados 2.170 casos, a maioria no município de Jardim

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Todos os municípios da região de Bodoquena, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul, estão com alta incidência de dengue. Nas 7 cidades da região já foram confirmados 2.170 casos. A maior parte foi registrada no município de Jardim, onde 766 pessoas já tiveram a doença neste ano. Esse município também tem a maior taxa de incidência da região, com 1 caso de dengue para cada 33 moradores. Em seguida vem a cidade de Bonito, que tem 632 casos. Em Bodoquena, uma pessoa morreu. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e abrangem o período de janeiro a 18 de março.

A Coordenadora de Epidemias e Vetores do município de Bonito, Rosa Aparecida Aivi, explica que a Secretaria de Saúde da cidade mantém em estoque uma quantidade de inseticida em caso de emergência.

“Porque o que controlou, reduziu o número de notificações, foi passar o fumacê no município. Então estamos aguardando, fazendo o possível para não precisar. Mas se precisar usamos essa última arma. Eu sempre costumo dizer que o melhor agente é o morador, é ele que realmente cuida da sua residência.”

A região de Bodoquena não é a única do estado que sofre com o Aedes aegypti. Dos 79 municípios do Mato Grosso do Sul, 74 estão com alta incidência de dengue e nenhum registrou níveis baixos da doença. No mês passado, o governo do Mato Grosso do Sul decretou estado de alerta para a doença devido ao grande número de mortes. Em 2020 já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil pessoas doentes.

De janeiro a março, o Brasil já teve mais de 332 mil casos prováveis de dengue. A região centro-oeste é a mais afetada pela doença: são 370 casos para cada 100 mil habitantes. 
 Rodrigo Said, que é coordenador-geral de vigilância em arbovirose do Ministério da Saúde, explica que, por isso, a população precisa se unir para combater o mosquito. 

“A gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicílio. Então, é importante estar atento a caixa d’água, se ela está aberta ou não, a limpeza das calhas, a verificação constante da presença de água em bandeja de ar-condicionado, geladeira, dos pratinhos de vasos de planta.”

Ao todo, mais de 33 mil casos de dengue foram confirmados no Mato Grosso do Sul neste ano.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.
 

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Saúde
31/03/2020 13:55h

Na região, Três Lagoas teve o maior número de casos e Brasilândia teve a maior incidência de dengue

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Os municípios da região de Três Lagoas, no Leste de Mato Grosso do Sul, estão em alerta por casos de dengue. Até agora foram notificados 3.324 casos da doença nos cinco municípios da microrregião. De acordo com os dados do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, o maior número de casos foi notificado na própria cidade de Três Lagoas, onde 2.349 pessoas foram contaminadas pela doença desde o começo do ano. E no município de Brasilândia foi detectada a maior incidência da doença em 2020, ou seja, na região, a população desse município notificou o maior número de casos de dengue. No final de janeiro, o governo municipal declarou estado de emergência por causa da doença, situação que persiste até hoje. 

O coordenador de endemias do município de Brasilândia, Rogério Aparecido, explica que, com a declaração do estado de emergência, uma empresa foi contratada para combater a dengue no município.

“Está passando em todos os bairros, terrenos baldios, imóveis críticos e está retirando os depósitos que contém água e são criadouros do mosquito. O recado que a gente dá é que a população ajude a gente no combate do vetor. Cada um é responsável pelo seu próprio quintal”

Além de Brasilândia e Três Lagoas, os municípios de Água Clara, Santa Rita do Pardo e Ribas do Rio Pardo também estão com alta incidência de dengue.

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a dengue é uma das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e que os maiores focos do inseto estão dentro das residências. O mosquito, que também transmite a Zika e a chikungunya, usa água parada para procriar em recipientes como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado, e até mesmo em tampas de garrafas esquecidas no quintal.

Todo o Mato Grosso do Sul está em estado de alerta para a dengue. Isso porque, neste ano, 18 pessoas morreram em decorrência da dengue no estado. Já são mais de 33 mil casos confirmados. A região Centro-Oeste é a mais afetada pela doença: soma 370 casos para cada 100 mil habitantes.

Até o momento, foram confirmadas 77 mortes por dengue em todo o país, mas 163 mortes são investigadas por suspeita de dengue. A faixa etária acima de 60 anos concentra 57,1% dos óbitos confirmados (44 mortes) por dengue.

O coordenador-geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede atenção da população para combater o mosquito dentro de casa.

“Nessa época do ano, o mosquito pode completar seu ciclo de reprodução, desde eclosão dos ovos até o inseto adulto em dez dias. Então, a gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicilio.”

A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.

 

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Saúde
31/03/2020 13:18h

Em Naviraí 912 pessoas já tiveram dengue neste ano

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Todos os 16 municípios da microrregião de Iguatemi, no sudoeste do Mato Grosso do Sul, estão com alta incidência de dengue. No total, foram notificados mais de 4 mil casos e duas mortes, em decorrência da doença, nos municípios de Sete Quedas e Mundo Novo.

A maior parte dos casos de dengue foi registrada no município de Naviraí, onde 912 pessoas já foram contaminadas apenas este ano. O município com maior incidência da doença é a região de Jateí – a cada 33 moradores da cidade, um teve dengue neste ano.

Devido a essa realidade, a Secretaria Municipal de Saúde de Jateí intensificou as ações de combate ao Aedes aegypti. São três agentes de endemias que fazem a vigilância nas ruas e notificam os moradores que acumulam focos do mosquito. O secretário Municipal de Saúde do município, Célio Aparecido Balasso, explica que a forma de atuação dos agentes vai ser adaptada para que o combate à dengue continue o mesmo durante a crise do Covid-19.

“Mesmo agora com a campanha do coronavírus, a gente não vai deixar de fazer esse trabalho. Nós já eliminamos bem os focos, mas ontem já choveu e provavelmente se não cuidarmos, nos próximos dias vai ter foco de dengue surgindo. Então esse trabalho vai continuar sendo feito. Estamos pedindo para os moradores que deixem o quintal livre para o agente entrar e fazer o combate sem ter contato com o cidadão.”

Autoridades em Saúde e Vigilância Sanitária reforçam que a maior parte do mosquito está dentro das residências. Para procriar, o inseto usa água parada em recipientes, como vasos de planta, pneus, ralos, calhas do telhado e até tampas de garrafas esquecidas no quintal.

O governo local decretou estado de alerta em todos os municípios depois que 11 pessoas morreram em decorrência da doença. Em 2020 já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil casos confirmados.

De janeiro a março, o Brasil já teve mais de 332 mil casos prováveis de dengue. A região centro-oeste é a mais afetada pela doença: são 370 para cada 100 mil habitantes.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a dengue está ainda mais perigosa porque circula no país o sorotipo 2 da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população.”

 A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada Brasil.

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Saúde
23/03/2020 01:33h

Até 14 de março deste ano 227 casos de dengue foram notificados no município

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Dados da Secretaria de Estado de Saúde do Acre mostram que até 14 de março deste ano 227 casos de dengue foram notificados no município de Assis Brasil.

Segundo as autoridades em Saúde, a situação é preocupante. O município tem a segunda maior taxa de incidência de todo o estado, com mais de 3 mil casos por 100 mil habitantes. 

Para tentar reverter a situação, a Secretaria de Saúde de Assis Brasil faz campanha de combate ao mosquito e de conscientização da população. Os agentes de saúde e de endemia, em parceria com o Exército, visitam as casas dos moradores do município e pedem que limpem os quintais das residências, locais em que pode haver proliferação dos criadouros do Aedes aegypti.

Márcia Andréa Morais, Chefe do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial da Secretaria de Estado de Saúde do Acre, pede à população que ajude no combate ao mosquito. Segundo ela, ações simples, como armazenar água em recipientes fechados, limpar o quintal e acondicionar o lixo corretamente podem fazer a diferença. 

“Nós temos um grande problema que é a pouca adesão da população às ações de prevenção e controle. A maioria das pessoas sabe o que fazer para se prevenir das arboviroses e para evitar que o mosquito se prolifere. No entanto, não toma os cuidados mínimos necessários para que isso não aconteça."

O Acre está em situação de alerta por causa do surto de dengue, de acordo com o Ministério da Saúde. Os números mais recentes da Secretaria de Saúde do estado apontam que mais de 5,6 mil casos foram notificados neste ano. A taxa de incidência é de 642,6 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Apenas Paraná e Mato Grosso do Sul apresentam maiores taxas de incidência.

Dos 22 municípios do estado, oito estão com alta incidência de dengue: Cruzeiro do Sul, Assis Brasil, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Tarauacá, Xapuri, Epitaciolândia e Brasiléia. Esses municípios registram mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Outros oito municípios estão com média e seis estão com baixa incidência da doença.

O coordenador-geral de vigilância em Arboviroses do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, dá dicas de prevenção que a população deve fazer periodicamente para diminuir os criadouros do mosquito da dengue. 

“A gente chama a população para participar efetivamente para reduzir os criadouros dentro do seu domicílio. Então, é importante estar atento à caixa d’água, se ela está aberta ou não, a limpeza das calhas, a verificação constante da presença de água em bandeja de ar-condicionado, geladeira, dos pratinhos de vasos de planta. Acondicionar adequadamente aqueles produtos que estão nos quintais, como garrafas, latas, que podem ser utilizadas.”

De acordo com a Secretaria de Saúde de Assis Brasil, as ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti continuam. A partir desta segunda-feira (23), os funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) local vão intensificar a coleta de lixo nas residências. A iniciativa visa eliminar focos de dengue.

A luta contra o Aedes não pode parar. E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Arte: Agência do Rádio

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Saúde
23/03/2020 01:19h

Estado está com alta incidência de dengue

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O Acre está com alta incidência de dengue. Somente até a primeira semana de março, foram registrados mais de 3,7 mil casos prováveis de dengue, o que deixa o estado em alerta. As informações são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

O Acre tem uma taxa de incidência de quase 430 casos por 100 mil habitantes, o índice mais alto na região Norte e o terceiro no Brasil, atrás apenas do Paraná e de Mato Grosso do Sul. 

Em 2019, o estado registrou mais de 9,5 mil casos durante todo o ano. A taxa de incidência foi de mil casos por 100 mil habitantes.  

No intuito de combater o mosquito da dengue, o governo estadual e as prefeituras municipais do Acre, vem tomando ações para a diminuição do efeito do Aedes, em parceria com o Ministério da Saúde. O coordenador da Vigilância em Saúde de Rio Branco, Félix Araújo, pede que a população ajude as autoridades na eliminação de possíveis focos do mosquito.

“A campanha não se torna efetiva se não tivermos a adesão da população. Que cada proprietário que cuide do seu terreno e dos pequenos depósitos que, às vezes, a gente desconsidera, mas que são pontos importantes para a reprodução do mosquito.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue. 

A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). Os dados são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. 
A população deve se mobilizar e ficar atenta com os focos, já que a maior parte dos criadouros do mosquito está nos domicílios.

O coordenador-Geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção.

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 

Arte: Agência do Rádio

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Saúde
23/03/2020 01:12h

Em 2020, foram notificados 718 casos da doença nas quatro cidades da microrregião de Aquidauana

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Os municípios da microrregião de Aquidauana estão com alta incidência de dengue. Até o momento, foram notificados 718 casos da doença nas quatro cidades da região. Os dados são do Boletim Epidemiológico da Dengue, divulgado pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul. 

Aquidauana é a cidade da microrregião que tem a maior taxa de dengue, com 300 casos notificados da doença. A incidência é de 640 casos por 100 mil habitantes e um óbito registrado. Anastácio aparece em seguida, com 192 casos notificados, que correspondem a 782 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Miranda é a terceira cidade que mais preocupa na microrregião, com índice de 626 casos e 167 suspeitas para cada grupo de 100 mil habitantes.  

Campanhas informativas realizadas pelo Governo do estado e pelos municípios alertaram a população para o risco das doenças transmitidas e para a forma correta de combater o mosquito. A partir de agora a ideia é dar assistência às cidades, de acordo com o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

“Estamos fazendo, por meio da secretaria, todo apoio aos municípios, que vão ter a distribuição dos inseticidas do Ministério da Saúde, dois lotes, além de também de plotar as secretarias municipais onde é necessário veículos e equipamentos para fazer o chamado fumacê. Tudo o que nós tínhamos, encaminhamos para os municípios. Agora é a hora da assistência. Tudo o que foi possível fazer em termos de prevenção nós fizemos, agora é saber manejar clinicamente todos os casos que apareçam, principalmente na questão da reposição volêmica, a chamada hidratação”, apontou.

O governo local decretou estado de alerta para a dengue em todos os municípios sul-mato-grossenses depois que 11 pessoas morreram em decorrência da dengue. Em 2020, já são 18 os óbitos confirmados e mais de 33 mil casos notificados.

De janeiro a março deste ano, o país teve 332.397 casos prováveis de dengue. A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lembra que a população deve ficar atenta porque neste ano circula no país o sorotipo dois da doença, que ameaça até quem já contraiu outros tipos de dengue, no passado.

“Estamos com o sorotipo 2, que tem 18 anos que não circula no estado e muita gente não tem resistência. O clima do nosso estado é muito favorável ao Aedes aegypti. Então, a recomendação é fazer todas as ações de prevenção – mutirão e envolver a população”, alertou.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a principal forma de prevenção. Faça sua parte. Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 
 

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Saúde
23/03/2020 00:47h

Na região Norte, este é o segundo estado com maior incidência da doença, atrás apenas do Acre

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Segundo informações do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, Roraima registrou 648 casos prováveis de dengue neste ano. O estado tem uma taxa de incidência de mais de 106 casos por 100 mil habitantes.

Em 2019, Roraima registrou mais de 1,6 mil casos prováveis durante todo o ano. A taxa de incidência passou de 264 casos por 100 mil habitantes. Na região Norte, este é o segundo estado com maior incidência da doença, atrás apenas do Acre.

No intuito de combater o mosquito da dengue, o governo estadual e as prefeituras municipais de Roraima, vem tomando ações para a diminuição do efeito do Aedes, em parceria com o Ministério da Saúde. O Secretário Municipal de Saúde de Boa Vista, Cláudio Galvão, pede que a população ajude as autoridades na eliminação de possíveis focos do mosquito.

“Vamos nas unidades básicas, nas escolas municipais. A gente procura sempre sensibilizar a população para manter seus quintais limpos. A prefeitura trabalha limpando as ruas, mas o nosso problema maior é dentro da residência.  A gente procura através dos agentes, que são mais próximos da população, sensibilizar na limpeza dos terrenos.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue.

A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). Os dados são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. 

A população deve se mobilizar e ficar atenta com os focos em suas casas, já que a maior parte dos criadouros do mosquito está nos domicílios. O coordenador-geral de Vigilância em Arboviroses, do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção. 

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 

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Saúde
23/03/2020 00:42h

Campo Grande é a cidade com o maior número de casos até agora: mais de 6 mil pessoas já tiveram dengue neste ano e 4 mortes foram registradas na capital

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O número de casos prováveis de dengue registrados no Mato Grosso do Sul neste ano já passa dos 33 mil, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde. No total, 18 pessoas já morreram no estado por conta da doença, entre elas uma criança de 9 anos. Outras 7 vítimas da dengue eram idosos de mais de 60 anos.

Setenta e quatro dos 79 municípios sul-mato-grossenses estão com alta incidência de dengue e nenhum registrou níveis baixos da doença. Campo Grande é a cidade com o maior número de casos até agora: mais de 6 mil pessoas já tiveram dengue neste ano e 4 mortes foram registradas na capital. Mas a cidade de Anaurilândia é a que tem a maior taxa de incidência: a cada 25 moradores, um contraiu dengue neste ano. Os índices são igualmente altos nas cidades de Alcinópolis e São Gabriel do Oeste.

No mês passado, o governo do Mato Grosso do Sul decretou estado de alerta para a dengue devido ao grande número de mortes relacionadas à doença.
O secretário estadual de Saúde do Mato Grosso do Sul, Geraldo Resende explica que neste ano, por conta do risco de surto, o governo está aumentando as medidas de prevenção contra a Dengue.

“Distribuímos vários informativos. Ou seja, tudo que é necessário para informar a população nós fizemos. Convocamos prefeitos, prefeitas, secretários e secretárias municipais a fazer os chamados mutirões de limpeza verificando cada logradouro de cada cidade do estado onde há proliferação do mosquito Aedes aegypti.”

Para combater a dengue, a população precisa se mobilizar. Dados do Ministério da Saúde mostram que 80% dos focos do mosquito estão localizados dentro das residências, como explica o Diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Júlio Croda.

“Elimine os focos na sua residência. Essa eliminação tem que ser semanalmente. Você pode eleger um dia, geralmente, aos fins de semana, para fazer essa busca no sentido de encontrar e eliminar esses focos.”

Para tentar frear o avanço da dengue, o Mato Grosso do Sul vai receber a aplicação do “método Wolbachia” de combate do mosquito. O procedimento, usado pelo Ministério da Saúde, consiste em contaminar o Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. No organismo do inseto, o microrganismo inibe a reprodução dos vírus e impede que transmita a dengue, Zika e chikungunya, por exemplo. O procedimento será adotado na cidade de Campo Grande.

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a principal forma de prevenção.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 


 

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