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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Paraíba

Economia
29/06/2020 15:00h

Atualmente, já estão na carteira do programa os projetos para desestatização dos TPPs de Cabedelo, na Paraíba; Belém, no Pará; e de Manaus, no estado do Amazonas

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Com a publicação da resolução 128/2020 no Diário Oficial da União (DOU), cinco novos Terminais Pesqueiros Públicos (TPP) foram qualificados na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Os terminais são o TPP de Aracaju, em Sergipe; TPP de Natal, no Rio Grande do Norte; os TPPs de Santos e de Cananéia, no estado de São Paulo; e o TPP de Vitória, no Espírito Santo.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é responsável por promover e acompanhar os procedimentos licitatórios das desestatizações. Atualmente, já estão na carteira do programa os projetos para desestatização dos TPPs de Cabedelo, na Paraíba; Belém, no Pará; e de Manaus, no estado do Amazonas.

Terminais Pesqueiros Públicos (TPP) são as estruturas físicas utilizadas para as atividades de movimentação e armazenagem de pescado. Esses locais podem servir de entreposto de comercialização, além de beneficiamento e apoio à navegação de embarcações. 

Em 2019, a produção pesqueira nacional atingiu cerca de 722 mil toneladas. A estimativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura é que, em 2030, essa produção possa chegar a 20 milhões de toneladas. 
 

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23/06/2020 00:00h

Técnicos do SENAI de Campina Grande construíram o equipamento; ideia é reduzir risco de contágio da covid-19 em pacientes e profissionais de saúde

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A Federação das Indústrias da Paraíba (FIEP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) deram mais um passo na luta contra o novo coronavírus. As entidades entregaram ao hospital Napoleão Laureano, de João Pessoa, um equipamento capaz de realizar desinfecção das vestimentas utilizadas por profissionais da saúde. A ideia é diminuir as chances de contágio pela covid-19, tanto de médicos e enfermeiros quanto de pacientes.

Conhecido como túnel de descontaminação, o equipamento de dois metros de altura e um metro e meio de largura foi criado por técnicos do SENAI de Campina Grande. O equipamento utiliza um sistema para pulverização e desinfecção, que age quando os profissionais de saúde atravessam a cabine, minimizando o risco de contaminação pela doença durante o processo de retirada das vestimentas.

“O equipamento é funcional, porque a pessoa apenas anda por ele com as vestimentas hospitalares, que podem estar contaminadas. Isso é muito natural para esses profissionais, que atendem as pessoas que sofrem com a doença”, ressalta o presidente da FIEP, Francisco Gadelha. Segundo ele, o túnel é “extremamente útil porque vai reduzir o número de infectados, incluindo o próprio profissional de saúde, o que é muito bom para ele, para a família dele e para toda a sociedade.”   

Além desse túnel entregue ao hospital de João Pessoa, Gadelha adianta que já foram fabricados mais dois túneis, adquiridos por empresas com grande número de operários. “Os primeiros foram doados, mas estamos fabricando mais unidades para venda. Estamos treinando alunos para a fabricação desses equipamentos”, adianta o presidente da FIEP.

Durante a pandemia, o SENAI e o SESI têm fabricado vários equipamentos de proteção individual (EPIs), como máscaras de tecido e de acrílico, aventais, álcool em gel e até respiradores, essenciais no tratamento de pacientes com sintomas mais graves da doença. “Provemos vários lugares, como hospitais e sindicatos. Foi uma distribuição massiva, com objetivo de socorrer em um momento para o qual não estávamos preparados. Foi um grande susto para o mundo todo, até para países mais preparados”, reconhece Gadelha.

“Muitos estavam sem máscaras, sem álcool em gel. Entendemos que era o momento de participar, de cada um fazer a sua parte. Fizemos o que pudemos e ficamos felizes com isso”, completa.
 

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Saúde
17/06/2020 10:13h

Iniciativa beneficiou o Hospital Napoleão Laureano e o Hospital Edson Ramalho; cada unidade recebeu 15 mil máscaras e 80 litros de álcool gel

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Em um trabalho contínuo de elaboração de projetos para ajudar a reduzir os efeitos da pandemia do novo coronavírus, o Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) atuam na fabricação e distribuição gratuita de materiais que ajudam a prevenir a covid-19 na Paraíba.

Apenas em João Pessoa, foram entregues mais de 30 mil máscaras e 160 litros de álcool gel. A iniciativa beneficiou o Hospital Napoleão Laureano, reconhecido pelo atendimento e tratamento aos pacientes com câncer, e o Hospital Edson Ramalho, referência no atendimento de urgências clínicas. Cada unidade recebeu 15 mil máscaras e 80 litros de álcool gel.

A superintendente do SESI-PB, Geisa Brito, afirma que esse esforço vale a pena porque ajuda os profissionais de saúde a estarem mais protegidos contra o vírus.

“Essa doação teve como objetivo apoiar esses hospitais para enfrentamento da pandemia. A iniciativa foi solicitada pelas duas instituições e, pelo fato de elas já estarem passando dificuldades até mesmo antes da atual crise, a FIEP realizou essa doação como forma de apoio a essas unidades de saúde que tanto precisavam desses materiais”, afirma.

A ação também foi estendida ao Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria da Paraíba. A instituição foi contemplada com duas mil máscaras para serem distribuídas junto aos colaboradores das panificadoras associadas.

Para Geisa Brito, ações como essas são necessárias neste momento de crise e reforça que a solidariedade é a maior aliada para que todas as empresas se recuperem e retomem suas atividades com força total.

“Essas ações precisam ser realizadas como forma de ajuda aos que mais precisam. São ações de apoio do SESI, destinadas ao trabalhador da indústria, pois é esse o sentido da existência da nossa instituição. É uma forma de subsidiá-los, com informações de como melhor proceder durante esse momento de pandemia”, ressalta a superintendente do SESI-PB.

No fim de maio, o Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP) foi beneficiado com a entrega de 15 mil máscaras e cartilhas com orientações do SESI. A ação faz parte de uma campanha de apoio aos sindicatos patronais das indústrias paraibanas que visa fortalecer o combate à covid-19 nas empresas. 
 

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Saúde
16/06/2020 04:00h

Neste ano a coleta só deu para suprir a necessidade de 391 crianças

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A exemplo do que ocorre em muitos municípios brasileiros, o número de doadoras de leite materno diminuiu no Banco de Leite Humano (BLH) Dr. Virgílio Brasileiro, em Campina Grande. Os dados da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH) apontam que a unidade perdeu 27% das doadoras entre janeiro e abril deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. 

Por causa da queda nas doações, menos bebês prematuros e/ou de baixo peso que precisam do leite materno para se recuperarem mais rápido, receberam o alimento. Se nos quatro primeiros meses de 2019, a coleta foi suficiente para atender a 465 bebês, neste ano só deu para suprir a necessidade de 391 crianças. De acordo com as autoridades em saúde, o temor causado pela pandemia do novo coronavírus explica a triste situação. 

No entanto, o Ministério da Saúde garante que com os devidos cuidados de segurança, tanto das mães, quantos dos Bancos de Leite Humano, é possível reverter o quadro. O órgão afirma que, por ano, cerca de 330 mil crianças prematuras — muitas das quais não podem ser amamentadas pelas próprias mães — precisam da doação.  

Segundo Danielle Aparecida da Silva, coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente (IFF/Fiocruz), qualquer mulher que esteja amamentando é uma possível doadora de leite materno. 

“Toda mulher que esteja amamentando e produzindo para além do que o seu filho consome, deve ser uma doadora de leite materno. Quando você enche um frasco, você coloca ali, nutrição, saúde e esperança. Doe leite materno, é seguro para você e para o bebê que recebe. Ajude um Banco de Leite Humano a salvar vidas.”

Moradora de Caruaru, em Pernambuco, Roseane Cristina doa leite materno há dois meses. Após ser afastada do trabalho por conta da pandemia do coronavírus, ela conta que conseguiu mais tempo para se dedicar à causa, principalmente por saber da necessidade de abastecimento dos estoques do Banco de Leite Humano. 

“Eu sei da importância que o leite materno tem na vida de um recém-nascido e, também, sei que os hospitais estão precisando. Como eu fui abençoada, tenho bastante, tanto para saciar a necessidade da minha filha e também estou ajudando na necessidade de outras crianças, principalmente nesse momento da Covid-19.”

O Banco de Leite Humano Dr. Virgílio Brasileiro pertence ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea). A unidade está localizada na Rua Vila Nova da Rainha, nº147, Centro. O Banco de Leite Humano funciona de segunda à sexta-feira, das 7h às 13h. A lactante pode doar presencialmente ou fazer o cadastro por telefone, o que garante a coleta domiciliar. Nesse caso, a equipe do banco vai até a doadora e recebe o pote de leite materno. O telefone para doar é o (83) 3310-6185. 

“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença”. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.

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Cultura
09/06/2020 21:05h

Tradicional evento em Campina Grande (PB) acontece pela internet, sem a presença de público, e São João de Caruaru (PE) não tem previsão de data

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A pandemia do novo coronavírus não poupou até mesmo as tradicionais festas juninas, que movimentam a economia de diversas cidades do país. Os eventos em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), que disputam o título de maior São João do mundo, não irão ocorrer presencialmente e organizadores dessas festas se esforçam para a data não passar em branco. 

A prefeitura de Caruaru afirma que no ano passado o evento injetou R$ 200 milhões na economia local. Com o objetivo de trazer um alívio financeiro a diversos trabalhadores que perderam a habitual renda trazida pela celebração, os organizadores da festa criaram a campanha São João Caruaru Solidário, a ação tem como intuito arrecadar alimentos, kits de higiene e dinheiro. Não há previsão de data para o evento neste ano. 

“Vamos ajudar milhares de famílias a passarem por esse momento tão difícil, é claro que queríamos o São João como acontece todos os ano. Mas, neste momento, precisamos preservar a nossa vida, a saúde da nossa família e a nossa cidade”, disse a prefeita da cidade, Raquel Lyra.

No estado vizinho, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, anunciou que o tradicional São João da cidade vai ocorrer em outubro, caso não tenham mais restrições de isolamento. Em 2019, a festa movimentou R$ 300 milhões na economia do município. Mas para não deixar a data passar em branco, nos dias 23, 24 e 27 de junho, os organizadores irão transmitir lives de diversos artistas, entre eles Elba Ramalho.  

“Embora a prefeitura esteja fazendo a sua parte, acho que cada um também pode contribuir. É um momento de isolamento social”, afirmou Rodrigues no anúncio do adiamento. 

Contribuição 

Para ajudar os trabalhadores afetados com o cancelamento da festa presencial do São João de Caruaru, acesse saojoaocaruarusolidario.com.br ou se dirija a algum ponto de arrecadação de alimentos e produtos de higiene, localizados na prefeitura da cidade e na ONG Lions Internacional, situada na Rua Suíça, número 100, Bairro Universitário.


 

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Brasil
01/06/2020 03:29h

Ação dos estudantes será realizada durante toda a pandemia e inclui também orientar pessoas sobre auxílio emergencial e prestar consultorias virtuais

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Os estudantes de robótica do Serviço Social da Indústria (SESI) do estado deram um exemplo de solidariedade. Cerca de 100 jovens se uniram para arrecadar alimentos, materiais de limpeza e de higiene pessoal para doar a quem mais precisa. A ideia é ajudar as pessoas que estão em dificuldade por conta da pandemia.
 
Esses alunos fazem parte das equipes que disputaram, no início do ano, o Torneio de Robótica, promovido pelo SESI. Fazem parte do gesto de solidariedade as equipes “Destemidos” e “Mega Destemidos”, da Escola SESI Prata; “Robossauros”, da Escola SESI José de Paiva Gadelha; “Legonautas”, da Escola SESI Dionísio Marques de Almeida; e “Criadores de Gigantes” e “Criadores do Amanhã”, da Escola SESI Corálio Soares de Oliveira.
 
“Enquanto escola, enxergamos da melhor forma possível essa iniciativa dos alunos, comprovando um dos pilares da educação, que é o aprender a ser”, elogia a coordenadora de Educação do SESI-PB, Alexsandra Souza.
 
Além das doações, os jovens atuaram na orientação às pessoas que têm dúvidas em relação ao recebimento do auxílio emergencial de R$ 600, anunciado pelo governo federal, e ainda ajudam pequenos empreendedores, por meio da criação de guias de marketing digital e aplicativos para atendimento delivery.
 
“Muitas pessoas não sabiam que tinham direito a auxílio e passaram a ter, muitas pessoas passaram dificuldades no aplicativo e no cadastro e conseguiram graças ao auxílio dos alunos”, revela Alexsandra.


 
Os desafios foram organizados por equipes: os alunos das escolas SESI de Patos e Sousa, por exemplo, divulgaram, em redes sociais, informações sobre o auxílio emergencial e aos microempreendedores individuais (MEI). Além disso, também foram disponibilizadas consultorias sobre a criação de sistemas de vendas pela internet e aplicativos – os alunos são voluntários desse suporte online.
 
Já as equipes de robótica das escolas SESI de Campina Grande e Bayeux estão empenhadas na arrecadação de materiais de limpeza e de higiene pessoal para o Instituto São Vicente de Paulo, que abriga 73 idosos e tem passado por dificuldades em decorrência da pandemia.
 
“Vendo esses alunos se solidarizar com o outro nos deixa imensamente felizes. Diante de uma sociedade caótica, capitalista e materialista, ver adolescentes se importando com o outro nos enche de orgulho e nos faz acreditar que estamos cumprindo a função social da escola, que é formar cidadãos de bem”, acredita a coordenadora de Educação do SESI-PB.
 
Ações como essa serão realizadas durante todo o período de calamidade pública.  Para mais informações, basta acessar os perfis das equipes na rede social Instagram, em @legonautas, @mega.destemidos, @robossauros e @criadoresdegigantes.

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Saúde
30/04/2020 04:00h

A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande anunciou alterações na estratégia de vacinação. As vacinas estão sendo disponibilizadas em postos de saúde, algumas escolas do município e também em um ponto de drive thru, localizado no Parque da Liberdade

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A Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande anunciou alterações na estratégia de vacinação. As vacinas estão sendo disponibilizadas em postos de saúde, algumas escolas do município e também em um ponto de drive thru, localizado no Parque da Liberdade.

A primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe que foi do dia 23 de março ao dia 15 de abril, teve como prioridade os dois grupos que mais correm risco com surtos de gripe: idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, esses dois grupos somaram cerca de 54 mil pessoas. Apenas nas primeiras semanas de campanha, a prefeitura vacinou mais de 30 mil pessoas. 

A alta procura da população pela vacina levou ao esgotamento do estoque em determinados postos. A população, no entanto, não precisa se preocupar com o fim das vacinas. O Ministério da Saúde programou 14 remessas de doses para as Secretarias Estaduais de Saúde até o fim da campanha, como explica a gerente do Núcleo de Imunizações da Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba, Isiane Queiroga.

“Todas as Gerências recebem a vacina e distribuem aos municípios, assim, os 223 municípios estão ofertando a vacina, tanto para idosos, quanto para profissionais da Saúde.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe também é voltada para pessoas que não conseguem ir até os postos de saúde. Idosos acamados ou que moram em áreas sem postos de saúde podem agendar uma visita das equipes da Estratégia Saúde da Família. A Secretaria pede que os interessados enviem mensagem de WhatsApp para o número (83) 98700-1533.

No dia 16 de abril, começou a segunda etapa da campanha, com os membros das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários e população indígena.

No dia 9 de maio, quando iniciará a terceira etapa da campanha além dos professores, pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, pessoas com 55 anos ou mais participarão desta fase.

Em caso de fila as pessoas, principalmente os idosos, devem manter pelo menos 2 metros de distância dos demais. Para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.

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Brasil
28/03/2020 08:02h

11 empresários do setor sucroalcooleiro têm distribuído insumos em Areia, Remígio e até Jaçanã (RN) para combater coronavírus

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Ao passo que o mundo busca soluções para impedir o avanço do novo coronavírus, a solidariedade de produtores de cachaça tem feito a diferença no estado. Um grupo de empresários de Areia produz álcool líquido com concentração de 70% de etanol e distribui o material gratuitamente para a Secretaria de Saúde da cidade e de municípios vizinhos.

O presidente da Associação dos Produtores de Cachaça de Areia, Thiago Henrique de Albuquerque, conta que a iniciativa surgiu a partir da dificuldade encontrada pelas autoridades públicas na distribuição de álcool para a população, inclusive por falta de estoque dos fornecedores.

“Nós produzimos o álcool combustível para consumo próprio, a partir da ‘cachaça de cabeça’. A Associação dos Produtores de Cachaça de Areia levantou a possibilidade de todos os produtores usarem o resíduo dessa etapa da destilação para produzir o álcool 70%, em vez de produzir álcool combustível. Decidimos dar esse destino mais nobre para esse produto”, explica Albuquerque. 

Os 11 produtores associados são orientados a enviar a “cachaça de cabeça” para o Engenho Triunfo, do qual Thiago é responsável técnico pela produção. Neste local, o álcool 70% é produzido e liberado para distribuição. A “cachaça de cabeça” é o primeiro líquido que surge na destilação da cana-de-açúcar fermentada e tem alta concentração de metanol, um tipo de álcool altamente tóxico.

O presidente da Associação dos Produtores de Cachaça de Areia esclarece que a distribuição dos produtos é feita com base na demanda das prefeituras que, por meio de um ofício, solicitam a quantidade de álcool desejada. “Nós contabilizamos que, do que temos para produzir, teremos capacidade de fabricar entre dois mil e 2,5 mil litros de álcool 70%”, estima Albuquerque.

“Atualmente, estamos fornecendo [os insumos] para quase 10 prefeituras da região. Inicialmente, iríamos produzir apenas para as cidades de Areia e Remígio. Só que a procura foi muito grande e não podíamos dar as costas para os municípios vizinhos. Inclusive, o município potiguar de Jaçanã também já recebeu nossos produtos”, completa.

Além dos produtores de cachaça, o estado tem outros aliados no combate à pandemia do novo coronavírus. A Federação das Indústrias da Paraíba (FIEP), por exemplo, também tem contribuído neste momento de crise com a doação de respiradores. 

A superintendente de Marketing, Comunicação e Relações Institucionais da FIEP, Katarina Leite, afirma que esses equipamentos, que ajudam a levar oxigênio e eliminar o gás carbônico do organismo em pacientes com infecção grave, podem salvar muitas vidas no estado.

“Nesse primeiro momento, esses respiradores serão de uso da prefeitura municipal de Campina Grande, para ser utilizado no Hospital Pedro I, que é referência no combate ao coronavírus. Posteriormente, esse equipamento será doado à Fundação Assistencial da Paraíba”, indica.

A entidade também tem redobrado os cuidados com seus funcionários por meio da informação. “Fizemos podcasts sobre prevenção ao coronavírus, assim como vídeos educativos com orientações de médicos, além da disponibilidade de uma equipe multidisciplinar com fisioterapeutas, psicólogos e médicos do trabalho para atender os colaboradores”, detalha Katarina Leite.

A Federação das Indústrias doou também 330 jalecos, 300 máscaras, 130 protetores faciais, 500 litros de álcool em gel, 186 lençóis e 360 calças ao setor público de saúde. Todos os itens foram produzidos pelo SENAI do estado, em parceria com o Grupo Alpargatas, que fez a doação dos tecidos para a fabricação dos produtos têxteis.

“Indústria contra o coronavírus”

A FIEP não é a única entidade ligada à indústria que tem se preocupado em amenizar os efeitos da pandemia de Covid-19 e proteger quem produz e quem consome. Por meio da campanha nacional “A indústria contra o coronavírus”, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e as Federações das Indústrias dos 26 estados e do DF têm levado informação e tomado medidas para reduzir os impactos econômicos e preservar vidas.

O SENAI, por exemplo, abriu vagas gratuitas em cursos a distância voltados à indústria 4.0, que inclui temas ligados à tecnologia, como Blockchain, Lean Manufacturing e BIM (Building Information Modeling). Os cursos têm carga horária de 20 horas e estarão disponíveis até junho. Para ter acesso aos cursos e às vagas, basta acessar a plataforma Mundo SENAI (https://www.mundosenai.com.br/) e fazer um cadastro. Essa foi a alternativa encontrada pela instituição para levar educação e capacitação profissional nesse período em que milhões de brasileiros precisam ficar confinados dentro de casa.
 

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Saúde
23/03/2020 02:05h

Secretaria de Saúde de João Pessoa decidiu descentralizar a vacinação contra a Influenza e usar escolas

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Com o intuito de evitar aglomerações e proteger os idosos do coronavírus, a Secretaria de Saúde de João Pessoa decidiu descentralizar a vacinação contra a Influenza, que começa nesta segunda-feira (23). O primeiro público alvo da campanha, idosos acima de 60 anos, deverão procurar postos especialmente montados nas escolas municipais e estaduais. A medida será possível graças à suspensão das aulas.

Chefe de imunização de João Pessoa, Fernando Virgolino, explica que os idosos serão atendidos de forma diferenciada em razão da pandemia. Para os idosos acamados a Unidade de Saúde da Família entrará em contato para agendar a vacinação em domicílio. Todos as outras pessoas com mais de 60 anos devem procurar as escolas públicas da cidade, onde serão montados postos de atendimento especificamente para eles. 

“Para os idosos de forma geral, a gente vai estar abrindo 68 locais em ginásios de escolas públicas do município de João Pessoa, que são escolas municipais e estaduais de bairro, no intuito de ofertar essa vacina em local amplo, arejado, onde tenha circulação de ar, e a gente pudesse manter uma distância entre os idosos para evitar que eles estejam expostos ao coronavírus, visto que a gente está aí em uma pandemia mundial e o intuito é oportunizar a vacina em locais onde diminua o índice de transmissão dessa população”, explica.

 

 

A Secretaria de Saúde de João Pessoa pede que os 76 mil idosos da capital procurem exclusivamente as escolas para a vacinação. O horário de atendimento também será diferenciado: de 13h às 18h. Já os postos de saúde devem atender cerca de 23 mil profissionais de saúde, também englobados nesta primeira fase.

As outras três fases da vacinação contra o Influenza também serão diferenciadas na capital da Paraíba. A partir do dia 8 de maio as doses estarão disponíveis para gestantes e puérperas – mulheres que deram à luz recentemente. No dia 16 de abril, é a vez de professores, portadores de doenças crônicas e crianças entre 6 meses e 5 anos e 11 meses. O Dia D será no dia 9 de maio, quando os demais públicos-alvo podem receber a vacina. Vale lembrar que a partir de 2020 adultos entre 55 e 60 anos também devem participar da campanha.  

O Influenza é uma infecção aguda do sistema respiratório e, segundo Ministério da Saúde, possui alto potencial de transmissão. Os principais sintomas da infecção são febre, dor no corpo, dor de cabeça e tosse seca. 

A vacinação contra a Influenza, segundo as autoridades de saúde, é fundamental no combate ao coronavírus. Ao retirá-la da triagem, os casos de Covid-19 são identificados mais rapidamente e, além disso, a vacina previne que idosos tenham o sistema respiratório sobrecarregados.

A especialista em Epidemiologia da USP, Ana Paula Sayuri, destaca que o vírus Influenza pode trazer sérias consequências à saúde dos infectados.
TEC/SONORA Ana Paula Sayuri, especialista em Epidemiologia da Universidade de São Paulo (USP)

“Essa doença pode se agravar. Na forma grave, a pessoa pode ter dificuldade de respirar, às vezes até necessitando de ser hospitalizada. É o que a gente chama de síndrome respiratória aguda grave”, destacou. 

A vacinação contra a influenza, em João Pessoa, começa nesta segunda-feira (23) para pessoas entre 60 e 79 anos e profissionais da área de saúde. A partir do dia 16 de abril, o público-alvo é ampliado para professores e profissionais das forças de segurança. O Dia D está marcado para 9 maio, quando deverão ser vacinadas as crianças de 6 meses a menores de 6 anos incompletos, além de adultos entre 55 a 60 anos. 

Os idosos que tiverem cartão de vacinação devem levá-lo. Caso não tenham, não precisam se preocupar, já que é possível fazer um novo no ponto de atendimento. 

O Ministério da Saúde alerta que para evitar pegar influenza ou outras infecções, além de vacinar, a pessoa deve seguir medidas simples como higienizar mãos e a manter hábitos saudáveis. Para mais informações acesse: saude.gov.br/influenza. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.
 

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Saúde
17/03/2020 04:28h

A educação tem sido uma das principais ferramentas dos agentes de endemias de João Pessoa para combater o Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

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A educação tem sido uma das principais ferramentas dos agentes de endemias de João Pessoa para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.

A Secretaria Municipal de Saúde desenvolveu parceria com o Programa Saúde nas Escolas e com a Secretaria de Educação da capital, para ensinar aos alunos de 221 escolas da rede pública e privada sobre a importância de combate ao mosquito.

As Instituições de Ensino Públicas e particulares como a Universidade Federal da Paraíba, o Instituto Federal da Paraíba, a Universidade Paraibana de Educação (UNIPE), Maurício de Nassau e Facene/Famene estão levando turmas de estudantes de diferentes cursos como enfermagem, medicina, psicologia, odontologia e medicina veterinária até o auditório do Controle de Zoonoses para receberem palestras de controle de pragas como o Aedes.

Nilton Guedes do Nascimento, Gerente da Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa, explica que essas ações são muito importantes para que os futuros profissionais aprendam formas de prevenção e apliquem os conhecimentos nos ambientes sociais e de trabalho.

“O nosso carro chefe é o trabalho educativo. É buscar com que a população tenha esse enfrentamento diário evitando a formação de mosquitos.”

No ano passado, João Pessoa notificou quase 11 mil casos de dengue, 65 de Zika e 546 de chikungunya. Apenas em janeiro deste ano, foram 142 notificações de arboviroses, sendo 124 de dengue, 3 de Zika e 15 de chikungunya, segundo dados da Secretaria de Saúde.

Os bairros Cruz das Armas, Mangabeira, Cristo Redentor, Valentina, Funcionários e Bessa são os que apresentam mais preocupação em relação ao mosquito. 

Nilton reforça que os cuidados por parte da população também são fundamentais para evitar a proliferação do Aedes aumente na cidade.

“O depósito preferencial para o mosquito tem sido descartáveis, pequenos criadouros. O controle do Aedes é uma luta diária, não significa que deve deixar isso para que um agente a cada dois, três meses ao visitar uma casa seja o responsável pelo controle dos mosquitos. O controle do mosquito depende, principalmente, do cidadão.”

Atualmente, João Pessoa possui 315 agentes que trabalham no enfrentamento do Aedes com larvicidas, bloqueios e trabalhos de orientação a população.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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