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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Amazonas

Economia
29/06/2020 15:00h

Atualmente, já estão na carteira do programa os projetos para desestatização dos TPPs de Cabedelo, na Paraíba; Belém, no Pará; e de Manaus, no estado do Amazonas

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Com a publicação da resolução 128/2020 no Diário Oficial da União (DOU), cinco novos Terminais Pesqueiros Públicos (TPP) foram qualificados na carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Os terminais são o TPP de Aracaju, em Sergipe; TPP de Natal, no Rio Grande do Norte; os TPPs de Santos e de Cananéia, no estado de São Paulo; e o TPP de Vitória, no Espírito Santo.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é responsável por promover e acompanhar os procedimentos licitatórios das desestatizações. Atualmente, já estão na carteira do programa os projetos para desestatização dos TPPs de Cabedelo, na Paraíba; Belém, no Pará; e de Manaus, no estado do Amazonas.

Terminais Pesqueiros Públicos (TPP) são as estruturas físicas utilizadas para as atividades de movimentação e armazenagem de pescado. Esses locais podem servir de entreposto de comercialização, além de beneficiamento e apoio à navegação de embarcações. 

Em 2019, a produção pesqueira nacional atingiu cerca de 722 mil toneladas. A estimativa da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura é que, em 2030, essa produção possa chegar a 20 milhões de toneladas. 
 

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24/06/2020 09:19h

Ao classificar como “vergonha” os índices de cobertura no Amazonas e na região Norte, parlamentar defende urgência na votação do PL 4162, prevista para esta quarta-feira (24)

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Previsto para ser votado em Plenário nesta quarta-feira (24), o novo marco do saneamento (PL 4.162/2019), que abre concorrência no setor na tentativa de alavancar investimentos, é “necessário”, na opinião do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Segundo ele, a situação na região Norte é uma “vergonha”. Dados do Instituto Trata Brasil mostram que apenas 12% da população que mora em Manaus contam com coleta e tratamento de esgoto. 

“Esse marco do saneamento é necessário, é demanda antiga no Brasil. A situação é uma vergonha, principalmente para nós da região Norte, onde pouco mais de 10% da população é atingida pelos serviços. Estamos em 2020, no século XXI, não era mais para acontecer esse tipo de coisa”, lamenta.

A expectativa do senador é de que o projeto seja aprovado sem vetos. “Em conversa com outros colegas, a intenção é aprovar logo. Corre o risco de alguma coisa que foi cortada pelo relator ser reintroduzida, mas vai ser aprovado, acho que dessa vez vai”, adianta Plínio Valério. 

Um dos principais pontos da proposta é a abertura da concorrência entre companhias públicas e privadas, por meio de contratos firmados por licitação. Com isso, a ideia é facilitar a criação de parcerias público-privadas (PPP). “Acredito que se estabelecer metas e abrir o mercado, a tendência é melhorar. Concorrência é sempre benéfica. O setor privado leva vantagem, mas a gente percebe que pela deficiência do Brasil nesse setor, esse vai ser um dos vetores para alavancar a economia. A concorrência, obrigatoriamente, leva à melhoria”, aposta. 

Outra novidade é que, em caso de aprovação do marco legal, a Agência Nacional de Águas (ANA) passa a emitir normas de referência e padrões de qualidade para os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de lixo urbano e drenagem de águas pluviais. Isso deve trazer segurança regulatória e unificar processos, já que existem no país mais de 50 agências reguladoras regionais e estaduais.

O professor de Direto Concorrencial e Econômico do Ibmec SP Bruno Renzetti explica o papel da  ANA no setor. “Ela não vai atuar em regulação tarifária, por exemplo, porque isso vai ficar a cargo das agências locais de saneamento. Mas o mérito dessa disposição da ANA é justamente editar normas gerais que deverão ser observadas por estados e municípios, criando um padrão no saneamento básico. Isso reflete em uma maior segurança jurídica para eventuais investidores privados”, analisa. 

A formação de blocos regionais para a prestação do serviço, em que uma empresa escolhida por licitação pode operar em mais de uma cidade, é bem vista pelo senador Plínio Valério. Esse mecanismo é uma tentativa de ajudar locais que individualmente não teriam capacidade de atrair investimentos.
O PL estabelece que nenhuma empresa pode deixar de atender, à revelia, determinado município, sob a pena de ter o contrato de concessão cancelado. Isso evita que o serviço prestado às regiões mais necessitadas não seja deixado de lado em detrimento das capitais e regiões metropolitanas, onde o mercado é mais atrativo. 

“É uma medida inteligente. Poderia falhar porque as grandes empresas poderiam querer só o ‘filé’. Dividindo em blocos, não haverá esse problema”, indica. 

Para Bruno Renzetti, isso é importante para que os serviços de saneamento cheguem a todos os municípios do país, incluindo áreas rurais, visto que muitas prefeituras dependem de infraestrutura interligada. 

“O bloco de municípios busca maior coordenação entre os diferentes municípios, para que eles não decidam sozinhos sobre o tema, especialmente quando compartilham alguma instalação indispensável com municípios vizinhos”, acrescenta. 

Atraso nacional

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS), 33,1 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água potável, o que corresponde a 16,4% da população. Quase 100 milhões ainda não têm acesso a serviços de coleta de esgoto – 46,9% do total de habitantes no país. Em nível nacional, apenas 46,3% do esgoto produzido é tratado.   

Em ranking elaborado e divulgado em 2020 pelo Trata Brasil, capitais como Porto Velho (4,76%) e Macapá (11%) convivem com péssimo índices de atendimento de esgoto. Ao contrário de cidades como Curitiba (99,9%) e São Paulo (96,30%), as melhores do país no quesito. 
 

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Saúde
12/06/2020 04:00h

Segundo o governo, ação interministerial leva profissionais e cerca de 100 mil itens de proteção e insumos médicos

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Quatro comunidades do norte do Amazonas começaram a receber reforços nos atendimentos de saúde e equipamentos de proteção individual (EPIs). Uma ação conjunta do Ministério da Saúde e do Ministério da Defesa visa levar profissionais de saúde e 100 mil itens como luvas, máscaras, álcool em gel e testes para a Covid-19.

As comunidades Maturacá, São Joaquim, Querari e Iurareté, localizadas nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga, são majoritariamente indígenas. A ação interministerial conta com o apoio das Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, que já atendem a população local. 

Os atendimentos ocorrem nas sedes dos Pelotões Especiais de Fronteira do Exército, na região que abriga cerca de 4 mil brasileiros, incluindo indígenas e não-indígenas.

Segundo o Ministério da Saúde, são mais de 20 profissionais de saúde envolvidos. Os dois hospitais de referência que recebem parte dos insumos ficam localizados nas regiões do Alto Rio Negro e Alto Rio Solimões, nos municípios de São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga.

“O governo tem agido de forma integrada. A ajuda é mútua. A Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) tem como base os Distritos Sanitários Especiais Indígenas. A SESAI faz atenção primária, estamos integrados ao SUS. Nós atuamos dentro das terras indígenas”, afirma o secretário especial de Atenção Indígena do Ministério da Saúde, Robson Santos.

Povos indígenas

O reforço enviado às comunidades no norte do Amazonas faz parte dos esforços do governo federal para combater disseminação do coronavírus entre as comunidades indígenas. Desde o início do ano, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) elabora documentos técnicos para orientar povos indígenas, gestores e colaboradores sobre medidas de prevenção e de primeiros atendimentos aos casos de covid-19. 

O Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo novo Coronavírus em Povos Indígenas detalha como as equipes de saúde devem agir conforme cada caso. Os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) – 34 ao todo-  também elaboraram Planos de Contingência Distritais.

Segundo o Ministério da Saúde, já foram enviadas cinco remessas de insumos aos DSEIs, totalizando mais de 600 mil itens, entre máscaras, luvas, aventais, toucas, álcool em gel e testes rápidos.

As ações para combate ao coronavírus nas populações indígenas também conta como apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai). Desde o início da pandemia, segundo a fundação, foram investidos cerca de R$ 20,7 milhões de recursos emergenciais. Entre as medidas, estão a entrega de cestas básicas de alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade social e realização de barreiras sanitárias para impedir a propagação da pandemia.

“Nos próximos meses, a expectativa é superar a marca de 500 mil cestas básicas entregues em todo o Brasil. Para a região norte do Brasil, já foram distribuídas aproximadamente 29 mil cestas básicas para famílias indígenas em situação de vulnerabilidade alimentar”, destaca o presidente da Funai, Marcelo Xavier. 

Casos

Segundo o Ministério da Saúde, entre os povos indígenas, atualmente há 466 casos suspeitos de Covid-19. Cerca de 2.085 casos estão confirmados, 1.747 foram descartados, além de 82 óbitos. 

De acordo com a SESAI, ao todo são cerca de 751 mil indígenas no Brasil, distribuídos em 306 povos e mais de 5,8 mil aldeias, além de 274 línguas diferentes. 
 

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Brasil
05/06/2020 12:00h

Todos os produtos serão entregues em até quatro meses e contam com investimento de R$ 13 milhões

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Municípios do Amazonas vão contar com o reforço de equipamentos de radiocomunicação destinados à segurança de regiões fronteiriças. Segundo o governo federal, a aquisição desses equipamentos faz parte da Operação Hórus, um dos eixos do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (Vigia). O investimento federal nessas compras é de R$ 13 milhões. 

A instalação dos equipamentos de radiocomunicação foi iniciada na última terça-feira (2) e deve ser concluída em quatro meses. Contarão com o novo sistema os municípios de Iranduba, Parintins, Coari, Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira, Santo Antônio do Içá e Tefé.

O programa Vigia foi instituído em 2019 e, desde então, de acordo com o Ministério da Justiça, foram apreendidas cerca de seis toneladas de drogas. 
 

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Saúde
28/05/2020 04:00h

Com a pandemia, alunas e alunos podem dar continuidade às aulas de dança em casa; iniciativa vale para todo o país

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A prática de atividade física durante a pandemia pode ser uma aliada para aliviar o estresse, melhorar o humor e não deixar o corpo parado. Por isso, o Serviço Social da Indústria (SESI) do Amazonas tem incentivado a prática de esportes e não deixou de lado o balé. Apesar de ser uma dança que exige atenção aos detalhes, a entidade prova que é possível dar aulas virtuais dessa modalidade. 

“Essa experiência tem sido muito gratificante, porque é uma forma de manter os alunos por perto e mantê-los em atividade. Essa ferramenta tem sido valiosa para manter o ensino em dia”, afirma a professora de balé e jazz do SESI, Rafaela Oliveira. 

As aulas on-line começaram na primeira semana de maio, mas o trabalho executado com as turmas começou em janeiro. Alunas e alunos foram reunidos em duas turmas com uma hora de aula por semana. A ideia, segundo Rafaela, é aumentar a frequência de aulas e de turmas e, quem sabe, inserir outros tipos de dança, como a contemporânea e o jazz. “O balé é uma arte que você não pode interromper, porque sempre precisa de aperfeiçoamento e aprendizado”, lembra. 

As aulas têm sido um desafio para a professora, pais e alunos. A metodologia para ensinar a dança de forma virtual tem seguido a mesma dinâmica das aulas presenciais, com uma sequência pré-definida de exercícios. Primeiro, a professora mostra os movimentos para que sejam executados posteriormente pelos alunos – primeiro com auxílio dela, depois executando sozinhos. 

Ela reforça que todos os exercícios das aulas são realizados de forma gradual, respeitando o ritmo e a capacidade de cada aluno, que vai desde crianças menores até adultos. Rafaela admite que é mais fácil corrigir os eventuais erros nos movimentos presencialmente, mas garante que tem se adaptado à nova realidade. “No presencial, estamos ali com uma visão mais ampla dos exercícios. Pelo vídeo, não temos tanto essa visão”, aponta a professora. 

Outro problema, segundo ela, é que, de casa, muitos fatores podem distrair os alunos, como ruídos e pessoas transitando pela casa. “A gente sempre tenta buscar formas de prender a atenção do aluno, para que ele se concentre e dê o melhor de si nas atividades, mesmo estando em casa.” 

Ainda tentando ajustar a rotina, Rafaela se diz satisfeita com o resultado e pretende manter as aulas on-line quando acabar o isolamento social, sem perder as esperanças de que tudo isso vai passar muito em breve. 

“A pandemia trouxe uma nova realidade para todos, ninguém imaginava vivenciar isso. Então, a dança precisou se adaptar a esse novo momento. Pretendo continuar com as aulas on-line em alguns casos específicos, como de uma aluna adulta que teve bebê há poucos meses. Se fossem aulas presenciais, ela não poderia comparecer. Isso tem sido gratificante”, reconhece.   

Mesmo que as aulas sejam realizadas a partir do Amazonas, qualquer pessoa, inclusive de outros estados, pode participar das aulas. A professora cobra uma taxa simbólica de R$ 30 por mês. Mais informações podem ser acessadas no site da Federação das Indústrias do Amazonas. 
 

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Saúde
05/05/2020 19:00h

As habilitações das UTIs adultas e pediátricas ocorreram nos estados do Amazonas, Alagoas, Pernambuco e Santa Catarina

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O Ministério da Saúde habilitou nesta semana 632 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em quatro estados do país, para o atendimento exclusivo de pacientes com o novo coronavírus. As habilitações das UTIs adultas e pediátricas ocorreram nos estados do Amazonas, Alagoas, Pernambuco e Santa Catarina. 

O Amazonas teve 184 leitos habilitados. Nesta semana, o ministro da Saúde, Nelson Teich, viajou ao estado para conferir de perto as ações do combate à Covid-19. Os amazonenses têm presenciado uma sobrecarga no sistema de saúde devido à alta incidência da doença.

O Hospital Nilton Luís, em Manaus, foi contemplado com a habilitação de 40 leitos. Teich ressaltou a importância da ampliação da capacidade de atendimento nesta unidade. 

“Temos um hospital que tem uma capacidade enorme de ser expandido e, se isto é um hospital de campanha, deve-se ser chamado assim… Discutimos um programa para dedicar uma área para parte indígena, isso é importante", afirma o ministro. 

O pedido de habilitação para o custeio dos leitos Covid-19 é feito pelas secretarias estaduais ou municipais de saúde, que garantem a estrutura necessária para o funcionamento dos leitos, sendo que o Ministério da Saúde fica responsável pelo repasse de recursos destinados à manutenção dos serviços.

Cada leito de UTI tem custo diário de R$ 1,6 mil aos cofres do Ministério da Saúde. Isso se deve porque, no início de abril, a pasta publicou uma portaria que dobrou o valor de custeio dos leitos por 90 dias, devido à pandemia da Covid-19.  

Nelson Teich destacou o empenho do ministério em fortalecer o SUS diante do aumento de casos do novo coronavírus. 

“A posição do Ministério da Saúde numa crise como essa é tentar melhorar sempre, isso é uma coisa óbvia, mas tem que ser… O país precisa disso. Estamos juntos daqueles que estão trabalhando para a sociedade.”

Investimento

Além das 184 habilitações no Amazonas, Pernambuco foi contemplado com 246 habilitações, Santa Catarina com 175 e Alagoas com 27 leitos habilitados. Segundo o Ministério da Saúde, de abril até agora, já foram habilitados 2.890 leitos de UTI em 91 municípios de 21 estados do país e Distrito Federal, o que representa um investimento de cerca de R$ 418 milhões. 

Para mais informações sobre a Covid-19, acesse coronavirus.saude.gov.br. 

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Saúde
05/05/2020 11:11h

O estado está em sinal de alerta devido ao grande número de casos da Covid-19

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O ministro da Saúde, Nelson Teich, e o secretário-executivo da pasta, Eduardo Pazuello, desembarcaram neste domingo (3) em Manaus, onde vão participar de uma série de compromissos no estado do Amazonas. Também integra a comitiva uma representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

O Amazonas está em sinal de alerta devido ao grande número de casos da Covid-19. Em coletiva de imprensa ao lado do governador do estado, Wilson Lima, o ministro da Saúde destacou que o trabalho conjunto entre os governos federal e estadual será primordial para combater à doença.

 “A única forma de ajudar a sociedade e salvar o maior número de pessoas é trabalharmos todos juntos, de forma planejada e estruturada”, disse

Além do governador do estado, a comitiva do Ministério da Saúde também vai se reunir com outras autoridades do estado do Amazonas e da Prefeitura de Manaus. Nelson Teich, afirma que o Ministério da Saúde busca sempre antecipar os locais onde a Covid-19 possa atingir uma alta incidência. 

“Mapeamos o Brasil inteiro, de forma detalhada, conseguimos antecipar locais onde possivelmente a doença vai crescer rápido e sobrecarregar o sistema.” 

Segundo o Ministério da Saúde, o Amazonas é atualmente o segundo estado com a maior incidência do novo coronavírus, atrás apenas do Amapá. Por lá, já foram registrados quase 7,2 mil casos da doença e 584 mortes.  

Para mais informações sobre a Covid-19, acesse coronavirus.saude.gov.br.
 

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Saúde
29/04/2020 17:00h

O empreendimento, que tem por objetivo ajudar na tomada de decisões, tem custo zero e parceria com empresas de software e base de dados

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A velocidade e a precisão de informações são armas essenciais no enfrentamento ao novo coronavírus. Principalmente no que diz respeito aos números e à evolução da doença em cada região. E o estado do Amazonas tem agora como consultar diariamente todas as novidades da pandemia por meio de um painel interativo do Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

A ferramenta, que pode ser acessada pelo endereço mamiraua.org.br/covid-amazonas, mostra números diários de cada município, de casos confirmados, casos por cada 100 mil habitantes, para demonstrar a incidência, óbitos e taxa de letalidade. Além disso, o mapa indica em destaque os números gerais do estado.

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá é voltado para estratégias e políticas públicas de conservação e uso sustentável da biodiversidade da Amazônia, mas como o estado é um dos que apresenta maior letalidade neste momento de pandemia, a organização social conseguiu parcerias para se juntar ao esforço de enfrentamento do novo coronavírus.

Segundo o diretor técnico-científico do Instituto, Emiliano Ramalho, a iniciativa é essencial para que estados e municípios consigam formular ou adaptar estratégias de combate à Covid-19 baseados em dados atualizados em tempo real e concentrados em apenas um lugar.

“Não trabalhamos especificamente com epidemias, no máximo com zoonoses, mas vimos que precisava fazer alguma coisa que ajudasse a sociedade brasileira no monitoramento do vírus, na compreensão dessa doença, que ajudasse a entender o que está acontecendo, como está sendo essa disseminação da Covid-19 no interior do estado”, ressaltou Ramalho. “Até então não havia uma plataforma específica para o estado que as pessoas pudessem acessar e ter informações fáceis e uma visão regionalizada da distribuição da doença no Amazonas.”

Sem custos
O desenvolvimento da plataforma de monitoramento de dados sobre a Covid-19 só foi possível porque a empresa ESRI, que fabrica o software de informação geográfica usado pelo instituto para fazer análises espaciais cedeu temporariamente, de forma gratuita, o acesso a seu programa.

“Quando surgiu a ideia de fazer essa plataforma, aproveitamos que a ESRI, empresa que desenvolve softwares, disponibilizou uma template para visualização de dados e adaptamos essa plataforma ao estado”, explica Ramalho. “Não é um software livre, mas ele foi disponibilizado para ser usado durante a pandemia porque daria agilidade à divulgação das informações na plataforma. E como tudo foi desenvolvido junto com o pessoal do Instituto Mamirauá, toda essa operação aconteceu sem custos”.


 
Banco de dados
Outra parceria fundamental para a criação da plataforma do Instituto Mamirauá foi atada com a Brasil.IO, empresa criada para a melhor divulgação e acesso às informações públicas. É ela quem fornece os dados diários para a alimentação da plataforma.
Desde que foi criado, há dois anos, o Brasil.IO é feito de forma colaborativa, ou seja, diversos programadores e profissionais de várias áreas desenvolvem um sistema justamente para dar melhor acesso e visibilidade a esses dados, como explica o empresário e programador Álvaro Justen.

“O interesse do Brasil.IO é disponibilizar dados de interesse público de maneira mais acessível para a população ou ainda jornalistas, cientistas sociais, pesquisadores, advogados e profissionais de diversas outras áreas que queiram ter acesso a dados disponibilizados pelo governo. Muitas vezes esses dados não estão disponíveis em formatos que facilitam a análise, impossibilitando download, produção de gráficos, entre outros”, pontua.

No caso da Covid-19, a Brasil.IO precisou criar uma solução para compilar os dados de todas as secretarias de saúde, que não são divulgados de forma estruturada, o que dificulta a automação do processo. Foram recrutados 40 profissionais, entre jornalistas, programadores e designers, que entendem a importância da tarefa, para atualizar os dados diariamente, com histórico por município. 

“Cada uma dessas pessoas é responsável por um ou mais estados, coleta manualmente os boletins desses estados e insere esses dados na plataforma. São pessoas engajadas com essa história dos dados abertos e com a importância de termos esses dados disponíveis o quanto antes”, explica Justen.

Para o programador, a plataforma do Instituto Mamirauá é fundamental para uma resposta rápida na região, uma vez que os municípios brasileiros são heterogêneos e demandar ações diferenciadas. “É muito diferente uma pessoa que foi diagnosticada com Covid-19 em São Paulo, na capital, com uma que foi infectada no interior do Amazonas. São duas situações bem distintas e que precisam de ações distintas dos governantes dessas localidades. Por isso é muito importante que a gente tenha os dados a nível municipal, se possível até nível de bairro, o quanto antes para que os governantes possam tomar essas ações”, aponta. 

Com os dados todos reunidos em uma só plataforma e com acesso facilitado à população, tanto o instituto quanto a Brasil.IO acreditam que as pessoas podem se informar melhor sobre o que está acontecendo em seu município e entender a gravidade e os riscos da pandemia. Principalmente por conta da interatividade oferecida.

“O painel é bastante interativo”, explica o diretor técnico-científico do Instituto. “Você pode ampliar ou diminuir os mapas, é possível maximizá-lo e colocar em uma tela para você ficar monitorando diariamente, você pode clicar nos municípios que tem interesse e saber informações específicas daquele município, fazer zoom em uma área específica, enfim, é uma plataforma bem interativa.”



Índios e ribeirinhos
Além do monitoramento de dados, o Instituto Mamirauá tem trabalhado desde o início da pandemia para combater o avanço da Covid-19 na Amazônia Central e impedir que ela chegue às comunidades ribeirinhas da região. Diariamente, o instituto envia aos ribeirinhos e líderes comunitários atualizações e informações sobre medidas preventivas para impedir a contaminação, além de produzir dois programas de rádio sobre o coronavírus semanalmente. 

Ramalho explica que os índios estão entre as maiores preocupações. “O público alvo dessa plataforma é a população do estado do Amazonas, incialmente, mas também todas as pessoas que têm interesse em monitorar o que está acontecendo no estado. Isso envolve também as populações indígenas e outras populações tradicionais que vivem na beira dos rios”, destaca. “A gente pensa, muitas vezes, que são populações isoladas, mas elas têm muito contato com as cidades e são bastante vulneráveis. E essas pessoas não têm disponibilidade de infraestrutura adequada para que possam ser tratadas em caso de infecção, então a plataforma foi pensada para ajudar também essas comunidades.”

Próximo passo
A plataforma já tem ajudado a diversos setores no enfrentamento ao novo coronavírus, mas o Instituto Mamirauá sabe que quanto mais precisos forem os números, melhores são as ações. Com base nos dados que já estão sendo recolhidos, a organização social pensa agora em criar também uma base de dados dentro dos municípios, o que vai possibilitar a divulgação de informações por bairros.

Segundo Ramalho, o novo passo já está sendo desenvolvido junto à prefeitura de Tefé e o objetivo é que outras praças possam fazer o mesmo, utilizando a plataforma de maneira ainda mais eficaz.

“Neste caso teremos informações detalhadas por base. Hoje o painel mostra as informações por município, agora, estamos desenvolvendo junto à prefeitura de Tefé um banco de dados que vai alimentar a plataforma com dados detalhados por bairro da cidade. Esperamos disponibilizar isso já nas próximas semanas”, comenta. “Estaremos disponibilizando essa oportunidade para que as secretarias municipais de todo estado possam entrar e também preencher esse banco de dados. Assim elas vão ter dados de casos suspeitos e de casos confirmados por bairro. Serão informações ainda mais detalhadas e que poderão ajudar melhor no planejamento.”

Outras plataformas
Outros estados brasileiros também montaram suas sedes de monitoramento e se aproveitaram da tecnologia para levantar as informações de forma mais ágil. Antes mesmo de a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a pandemia de Covid-19, no dia 11 de março, o Governo do Distrito Federal já inaugurava um Centro de Monitoramento. O sistema informatizado foi montado no Palácio do Buriti para ser alimentado em tempo real, recebendo dados de todos os hospitais, públicos e particulares.

Além de informações mundiais e nacionais, o painel detalha informações locais de cinco em cinco minutos. Segundo Paulo Medeiro, subsecretário de Inovação da Casa Civil do DF e responsável pela Sala de Monitoramento, a compilação dos dados vem ajudando, e muito, a dar celeridade ao plano de ação na capital.

“Os dados do Brasil vêm do Ministério da Saúde. Os dados internacionais a gente coleta da Organização Mundial de Saúde. E os do Distrito Federal vêm da Secretaria de Saúde e, também, dos hospitais públicos e privados, dos laboratórios públicos e privados, que enviam os resultados que são compilados o mais rápido possível. Essa é uma doença que, quanto antes a gente tomar as decisões, a mitigação do risco fica melhor, ou seja, a gente reduz os casos em prazo curto.” 

Em Alagoas, o governo do estado criou a plataforma alagoascontraocoronavirus.al.gov.br. Lá, qualquer pessoa pode acessar de forma rápida as principais informações da pandemia no estado, como casos confirmados e suspeitos, óbitos por causa da Covid-19 e pessoas recuperadas. 

Além do boletim epidemiológico, o portal oferece de forma clara todo o procedimento que a pessoa deve ter se apresentar os sintomas da doença (febre persistente, tosse seca e dificuldade para respirar). Há, inclusive, um campo de pesquisa para localizar a unidade de saúde mais próxima em cada município. O número de leitos exclusivos para Covid-19 também é mostrado em um painel, que informa a porcentagem de ocupação, com atualização diária.

Políticas públicas 
As ações dos órgãos públicos devem ser rápidas e coordenadas em tempos de pandemia. E o maior combustível para se conseguir essa velocidade são informações em tempo real. Segundo João Thiago Stilben, especialista em Avaliação de Políticas Públicas, o trabalho desenvolvido pelo portal Brasil.IO é fundamental para ajudar no enfrentamento ao novo coronavírus.

Stilben explica que o Brasil é rico em dinheiro e relativamente desenvolvido, mas encontra certos problemas na forma como são desenvolvidas as políticas públicas, que geralmente ocorrem em seis fases: avaliação de determinado assunto, criação da agenda, formulação dessa política, tomadas de decisão, implementação de fato dessa política e uma avaliação posterior para saber como essa política foi feita e se deu resultado. Segundo o especialista, em todas essas fases é fundamental que tenhamos bases sólidas, um ponto de partida, que geralmente é uma base de dados e índices.

“Em qualquer estágio desse ciclo se você tem informações difíceis de serem encontradas, ou dados equivocados, é difícil não comprometer o desenvolvimento de políticas. Principalmente em um momento como o de agora, de ações que devem ser feitas rapidamente, atitudes rápidas porque a cada dia você perde muitas vidas, e vai aumentando exponencialmente. As ações acabam comprometidas se você não tem dados consistentes e que conversam entre si, do regional para o nacional”, explica.

João Thiago Stilben ressalta que na avaliação de muitos programas grandes, como o Minha Casa, Minha Vida, são encontradas muitas incongruências, ao contrário do que vem sendo feito nesta pandemia. “Esse portal do Brasil.IO, ao que parece, ele está unificando como essas informações estão dispostas e até mesmo classificando-as. Nessa pandemia do coronavírus, o governo precisa dar respostas rápidas, a nível macro, e quando você tem um portal bem estruturado, com informação que é transparente, fidedigna e trabalhada corretamente você não só cria vários insumos importantes para as ações governamentais e também para a preposição de leis, como também para a própria população, ela serve para municiar a fiscalização”, aponta. “O Brasil precisa de bons projetos. Não adianta você ter muitas necessidades e a boa vontade se você não tem projetos que são exequíveis, eficazes e eficientes.”
 

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Saúde
15/04/2020 06:00h

O estado possui 300 casos do Covid-19 para cada grupo de 1 milhão de habitantes, sendo a maior incidência do vírus no país

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A alta incidência de casos do novo coronavírus no estado do Amazonas têm preocupado autoridades do Ministério da Saúde. O estado possui 300 casos do Covid-19 para cada grupo de 1 milhão de habitantes, sendo a maior incidência do vírus no país. Até o último boletim epidemiológico, o Amazonas possui 1.275 casos e 71 mortes confirmados pelo novo coronavírus. 

Além disso, segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo Netto, o estado está entre as unidades federativas em que há uma previsão, já nas próximas semanas, da chamada aceleração descontrolada da Covid-19. 

Essa transição deve estar ocorrendo nesses quatro ou cinco estados – Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Amazonas. Eles possivelmente vão passar de fase mais rapidamente, nós estamos preparados para esse aumento de número de casos nas próximas semanas.” 

Outra preocupação das autoridades de saúde é relacionada à população indígena. De acordo com o IBGE, cerca 160 mil indígenas moram no Amazonas. Durante a pandemia da Covid-19, o Ministério da Saúde recomenda o menor contato possível entre brancos e indígenas. 

“A recomendação que a gente tem dado é procurar que as pessoas permaneçam nas suas aldeias que não saiam das suas aldeias. Recomendação que pessoas de fora não acessem as aldeias. A comunicação deve ser a possível, diminuindo com isso a transmissão.” 

Para conter os casos do coronavírus, o governo amazonense decretou o fechamento de todo o comércio considerado como não essencial.  Ficam abertos apenas supermercados, padarias, farmácias e açougues. Atém mesmo clínicas, consultórios médicos, odontológicos e veterinários devem permanecer de portas fechadas. 

Idosos com 60 anos ou mais não devem frequentar locais públicos ou ter contato com outras pessoas. A máscara é recomendada para todos, principalmente para quem esta com sintomas de gripe e deve ser combinada com a limpeza frequente das mãos, descartada depois do uso e as mãos lavadas em seguida.

Se tiver qualquer sintoma de gripe, fique em isolamento domiciliar  por 14 dias e só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar. No isolamento é importante manter distância mínima de um metro das outras pessoas, janelas abertas para circulação do ar, porta fechada e limpar a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária. Siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento.   

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavírus.

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Saúde
13/04/2020 11:28h

O Ministério da Saúde tomou a iniciativa diante do cenário local. A capital do Amazonas é uma das cidades brasileiras mais atingidas pelo coronavírus – com mais de mil casos confirmados e mais de 50 mortes – e está com a capacidade de atendimento hospitalar próximo ao limite. 

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Profissionais de Saúde Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom -Agência BrasilManaus vai ser a primeira cidade brasileira a receber o reforço de médicos e enfermeiros voluntários do Programa Brasil Conta Comigo. Lançada no início do mês, a ação tem o objetivo de auxiliar estados e municípios na ampliação do atendimento aos casos de COVID-19.

O ministério tomou a iniciativa diante do cenário local. A capital do Amazonas é uma das cidades brasileiras mais atingidas pelo coronavírus – com mais de mil casos confirmados e mais de 50 mortes – e está com a capacidade de atendimento hospitalar próximo ao limite. 

A expectativa do Ministério da Saúde é de que o deslocamento dos profissionais seja iniciado a partir desta segunda-feira (13). A previsão é de que os primeiros sejam médicos intensivistas experientes. O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, dá mais detalhes sobre esse reforço. 

“Em Manaus, temos mais de mil enfermeiros cadastrados no Conselho Federal de Enfermagem, que estão dispostos a ser contratados pelo Ministério da Saúde. Temos mais de 80 médicos cadastrados no Conselho Federal de Medicina. Então, vamos convocar esses 80 médicos, convocar o número necessário de enfermeiros para que ampliar esse atendimento.”

 Ainda segundo o Ministério da Saúde, os profissionais também contarão com o apoio da Tele-UTi para auxiliar no atendimento dos casos. A estratégia do ministério permite que os médicos possam discutir o atendimento com outros médicos por meio de consulta virtual, para discussão da conduta clínica e de caso de cada paciente internado nos leitos de UTI, em atendimento específico ao COVID-19. Essa consulta virtual será com médicos do PROADI-SUS, que são os hospitais de referência do Brasil.

Além da ampliação do número de profissionais de atendimento de casos de coronavírus, o Ministério da Saúde enviou para Manaus 20 aparelhos respiratórios para atender pacientes em estado grave da doença. 

Outra ação de enfrentamento ao coronavírus em Manaus, anunciada neste sábado, pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é a liberação de recursos para a construção de um Hospital de Campanha da União, para atender a população indígena. Além dessa nova unidade, o ministério deve liberar recursos para a ampliação de leitos no hospital referência para a doença na cidade, o Hospital Delfina Aziz, como relata João Gabbardo.

“O hospital tem três andares que não estão sendo utilizados e que podem rapidamente aumentar em 350 leitos. Vamos destinar recursos para que Manaus possa colocar 350 leitos em funcionamento imediatamente.”

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus. 

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