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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Paralisação geral na Argentina provoca cancelamento de voos no Brasil

Cerca de 45 mil passageiros, entre eles brasileiros, foram afetados pela greve

Salvar imagemTexto para rádio

A quinta paralisação geral no governo Macri, na Argentina, causou transtornos em voos entre o país e o Brasil. As companhias aéreas Latam e Aerolíneas Argentinas cancelaram todos os voos previstos para esta quarta-feira. Ao todo, 417 voos foram cancelados e 45 mil pessoas foram prejudicadas.

A greve é liderada pela Confederação Geral do Trabalho e mais 70 sindicatos argentinos. Além da paralisação no tráfego aéreo, os serviços que também estão parados são: ônibus, trens, metrô, bancos, hospitais, escolas, coleta de lixo, lojas, restaurantes e bares.

Entre os motivos da reivindicação dos trabalhadores, estão a reposição salarial, o aumento no salário mínimo, além de reclamações contra a política econômica do governo, principalmente contra a inflação, que nos últimos doze meses, acumulou em 50%.

De acordo com os sindicalistas, essa será a última greve deste governo. As eleições acontecerão no dia 27 de outubro deste ano. Mauricio Macri, atual presidente, concorrerá ao cargo novamente.

As eleições primárias para anunciar os candidatos serão no dia 11 de agosto, mas, à princípio, Macri disputará com a chapa de Alberto Fernandez à presidência acompanhado de Cristina Kirchner como vice.

Fonte: Brasil 61

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LOC.: A quinta paralisação geral no governo Macri, na Argentina, causou transtornos em voos entre o país e o Brasil. As companhias aéreas Latam e Aerolíneas Argentinas cancelaram todos os voos previstos para esta quarta-feira. Ao todo, 417 voos foram cancelados e 45 mil pessoas foram prejudicadas.

A greve é liderada pela Confederação Geral do Trabalho e mais 70 sindicatos argentinos. Além da paralisação no tráfego aéreo, os serviços que também estão parados são: ônibus, trens, metrô, bancos, hospitais, escolas, coleta de lixo, lojas, restaurantes e bares.

Entre os motivos da reivindicação dos trabalhadores, estão a reposição salarial, o aumento no salário mínimo, além de reclamações contra a política econômica do governo, principalmente contra a inflação, que nos últimos doze meses, acumulou em 50%.

De acordo com os sindicalistas, essa será a última greve deste governo. As eleições acontecerão no dia 27 de outubro deste ano. Mauricio Macri, atual presidente, concorrerá ao cargo novamente.

As eleições primárias para anunciar os candidatos serão no dia 11 de agosto, mas, à princípio, Macri disputará com a chapa de Alberto Fernandez à presidência acompanhado de Cristina Kirchner como vice.

Reportagem, Sara Rodrigues