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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Saúde

A amamentação deve ser iniciada o mais cedo possível, de preferência na primeira hora de vida

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A amamentação deve ser iniciada o mais cedo possível, de preferência na primeira hora de vida. O leite materno possui importantes nutrientes que fortalecem a imunidade e protegem a criança de doenças comuns na infância, como diarreia, infecções e alergias, além de diabetes, hipertensão, colesterol alto e obesidade na vida adulta. Apesar disso, aproximadamente 330 mil crianças nascem prematuras no Brasil todos os anos e, muitas delas não têm a oportunidade de serem amamentadas por suas mães, necessitando da doação de leite materno proveniente dos Bancos de Leite Humano para  ajuda-las a sobreviver. Muitas mulheres que estão amamentando e podem doar seu leite, acabam não realizando por acreditar que existe um momento específico para isso. Para desmistificar essa ideia, a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Janini Selva Ginani, afirma que a mulher sempre pode doar, desde que esteja saudável. 

“Não existe uma época específica para realizar a doação de leite materno. Durante todo o ano precisamos de doação, pois os bebês prematuros nascem diariamente no país. Também não existe indicação de um horário específico para realizar a coleta do leite materno, o ideal é que seja um horário onde a mulher esteja menos sobrecarregada e possa realizar a coleta com tranquilidade.”

Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano. Para doar, basta ser saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Então, se este for o seu caso, entre em contato com o Banco de Leite Humano ou Posto de Coleta de Leite Humano mais próximo de sua casa. Entre as suas responsabilidades, está o processamento e controle de qualidade do leite materno distribuído para as crianças prematuras e/ou de baixo peso internadas nas Unidades Neonatais.

“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença". Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite. 
 

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Saúde

A ação é uma parceria dos ministérios da Saúde e Economia que tem como objetivo garantir o abastecimento dos remédios essenciais a preços justos

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O Ministério da Economia criou uma lista de controle de produtos críticos, para incluir os medicamentos essenciais para o tratamento de pacientes com Covid-19. O objetivo da ação que tem parceiro o Ministério da Saúde, é garantir o abastecimento dos remédios a preços adequados. Essa é mais uma medida do governo federal para minimizar os impactos da doença na área da saúde e na economia dos estados e municípios brasileiros.

A ação foi divulgada durante videoconferência da Comissão Externa na Câmara dos Deputados destinada a acompanhar as ações preventivas ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, pelo secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Economia, Geanluca Lorenzon.

Segundo o secretário, o Ministério da Economia criou um grupo para acompanhar e garantir o abastecimento do que chamamos de produtos críticos. Ele explica como é formada a lista dos remédios essenciais. 

“A lista desses produtos críticos normalmente vem de ofícios do Ministério da Saúde ou de demandas de associações do setor privado, que são as associações e os organismos que mais têm interface com o Ministério da Economia, que, por sua vez, tem relação com o setor privado”, disse.

O secretário ressalta ainda que a pasta não tem medido esforços para que esses medicamentos, insumos e equipamentos cheguem na ponta com preço justo.
“O Ministério da Economia, tem agido de maneira coordenada para garantir o abastecimento e o preço justo, na ponta, para o consumidor dos produtos que temos como setores críticos: o álcool em gel, as máscaras e os ventiladores. Nós conseguimos quase quadruplicar o limite máximo de produção de ventiladores em território brasileiro desde o início da pandemia. Temos um novo mercado de álcool em gel. Imaginávamos que iria faltar esse produto, mas hoje, quando se vai ao mercado, pode-se ver isso. É a mesma questão das máscaras”, ressaltou Lorenzon.

Durante a reunião virtual da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que trata do interesse das medidas de prevenção a Covid-19, representantes do setor da saúde pública e privada chegaram a relatar a falta de medicamentos e do alto preço comercializado neste momento em que o mundo vive uma pandemia de saúde pública.
O consultor da Ciência Farmacêutica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Heber Dobis Bernarde, durante a videoconferência chegou a destacar alguns relatos de gestores estaduais em relação a falta de medicamentos utilizados no tratamento da doença. Heber chegou a dizer que a falta dos remédios, não tinha ligação com a falta de recursos.

“Não é falta de recurso financeiro. As Secretarias estão preparadas para comprar e têm a intenção de comprar, porém existem alguns problemas apontados por elas, entre eles licitações desertas; invariavelmente, há a justificativa de falta do produto no mercado. Não menos importante, existe a alta dos valores. Há relatos de Secretarias que para alguns produtos, encontraram valores de mercado superior ao que regulamenta a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Isso inviabiliza qualquer tipo de aquisição”, destacou Bernarde.

O secretário executivo substituto da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), Fernando de Moares Rego, explicou que em relação aos preços dos medicamentos, o modelo de regulação do Brasil, é um modelo consagrado. No entanto, a legislação atual brasileira não prevê a redução dos preços dos remédios. 

“Entendo que o nosso modelo de regulação é consagrado. E que, neste momento que estamos vivendo, isso aparece como uma externalidade importante que deve ser tratada, mas, por força da regulamentação dos dispositivos legais que temos, os reajustes extraordinários excepcionais não estão contemplados na legislação. Por essa razão, em várias situações, quando pressionados por indústrias e entidades representativas, colocamos esse posicionamento”, ressaltou Rego.

Atualmente o Brasil tem um modelo-teto para o reajuste dos medicamentos. Esse reajuste é feito pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão vinculado ao Ministério da Saúde. Normalmente ele ocorre todos os anos no último dia do mês de março. Nele estão estabelecidos os critérios específicos para a fixação e ajuste dos preços máximos a serem comercializados e vendidos pelo setor farmacêutico.

Na ocasião o presidente do Nelson Mussolini, Presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (SINDUSFARMA), repudiou as pessoas que estão vendendo os produtos com valores acima do previsto e aprovado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

“Se está havendo um aumento de 200% acima do preço CMED, tem que denunciar, porque não é essa a postura da indústria farmacêutica estabelecida no Brasil. A nossa indústria tem como prioridade atender o preço determinado pela CMED, que traz uma série de problemas que teremos que pontuar, mas há hoje no País uma legislação que determina o preço máximo, o preço de fábrica que podemos vender os nossos produtos. Não podemos colocar valores acima 
do teto. Há toda uma lei de proteção ao consumidor e mercado”, destacou, Mussolini.

Durante a videoconferência ficou nítido entre os parlamentares e representantes do setor farmacêutico e poder executivo que a pandemia da Covid-19 é a razão para a crise no setor. E com isso, gerando impactos no aumento da demanda por insumos e medicamentos, além da alta do dólar e da dificuldade com frete em um momento de paralisação das atividades econômicas.
 

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Saúde

O atendimento é realizado quando o paciente liga para o hospital e escolhe uma das especialidades oferecidas, então é feito uma triagem para agendar o atendimento.

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Com o objetivo de evitar aglomerações em hospitais e postos de saúde, além de reduzir a circulação de pessoas e a exposição ao coronavírus, em abril o Ministério da Saúde publicou uma lei que autoriza o uso de tecnologias como celulares e computadores para realizar o atendimento de pacientes durante a emergência pelo novo coronavírus. Esse tipo de atendimento médico à distância ganhou relevância nacional nas ações de combate à Covid-19 e outras doenças. Desta forma, a população brasileira não precisa sair de casa para receber diagnóstico e orientações sobre sinais e sintomas da doença. 

Nesse sentido, o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Rede Ebserh, criou uma Central de Teleatendimento para oferecer orientação remota a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que são atendidos pela instituição. A Central de Teleatendimento começou a funcionar no dia 18 de maio, depois que o hospital suspendeu as consultas presenciais, devido à pandemia da Covid-19.

Passo a passo do atendimento

O atendimento é realizado quando o paciente liga para o hospital e escolhe uma das especialidades oferecidas. Depois é feita uma triagem para saber se o paciente tem o perfil para o teleatendimento. Quando o paciente pode receber essa forma de atendimento, ele deve selecionar uma ferramenta para ser atendido, entre o Whatsapp ou Teams da Microsoft. 

Após esse processo é feito um agendamento do dia e período em que o paciente vai receber o contato do médico especialista na área. Se após essa consulta, a pessoa necessitar de um outro atendimento, será encaminhado para um novo agendamento.  

Conforme o planejamento, pelo menos 40 profissionais realizam assistência remota aos pacientes do HULW e para a execução do projeto de telemedicina foram definidos dois tipos de teleatendimento: a teleorientação e o telemonitoramento. O acesso dos pacientes ao serviço será por meio de uma central telefônica com quatro linhas, que vão contemplar 12 especialidades: 

Grupo 1 - Reumatologia, Dermatologia, Nefrologia; Telefone: (83) 3206-0691
Grupo 2 - Hematologia, Oncologia, Endocrinologia; Telefone: (83) 3206-0692
Grupo 3 - Cardiologia, Pneumologia, Pediatria; Telefone: (83) 3206-0693
Grupo 4 - Neurologia, Geriatria, Psiquiatria; Telefone: (83)  3206-0694

Entre o dia 18 de maio, quando começaram os atendimentos à distância, até o dia 04 de junho, foram realizados mais de mil ligações que correspondem a 300 teleatendimentos. Isso porque existe uma triagem para se verificar quem pode ser, de fato, atendido por essa ferramenta. 
“Cada ligação que é recebida, fazemos uma triagem para verificar se o paciente está dentro dos padrões necessários para receber um teleatendimento. Por exemplo, se é primeira consulta, a primeira vez que aquela pessoa está entrando em contato com o hospital, para essa pessoa não tem como ser feito o teleatendimento. Essa modalidade é destinada apenas para pacientes que já estão em tratamento no hospital”, explica o professor  ngelo Melo, gerente de Ensino e Pesquisa do HULW. 

Com o atual cenário de pandemia pela Covid-19 no Brasil, o professor de educação física aposentado, Sergio Cabral, de  57 anos, ficou preocupado com a falta de atendimento para seu caso, em que precisa de medicamentos para tratar um problema neurológico. “Por causa dessa pandemia nós ficamos sem atendimento e já fazia dois meses que eu estava sem remédios, então me vi em uma situação muito difícil”, afirmou. 

Apesar do receio inicial, o aposentado afirmou ter sido bem atendido e elogiou o teleatendimento. “Graças a essa nova forma de atendimento meu problema foi solucionado. E isso foi conseguido através de um telefonema no qual o eu fui muito bem atendido. Por isso, gostaria de parabenizar essa nova forma de atendimento do HULW”, finalizou. 

De acordo com  ngelo Melo, a proposta do Hospital é manter esse serviço de teleatendimento mesmo após a pandemia do novo coronavírus. “Não exatamente nesse mesmo modelo, com o quantitativo de profissionais ou todas essas especialidades, mas com indicativos mais precisos. É algo que planejamos”, salientou. 

Telemedicina no Brasil

É importante destacar que os profissionais de saúde também serão beneficiados com essa ferramenta, uma vez que poderão se conectar a partir de qualquer ponto com internet, independentemente da distância geográfica, para tirar dúvidas e receber orientações.

Com os serviços do TeleSUS, por telefone, ligando para o Disque Saúde 136; pelo Chatbot, disponível na página do Ministério da Saúde, ou baixando o aplicativo Coronavírus SUS gratuitamente, qualquer pessoa pode tirar dúvidas e até se consultar com um profissional de saúde. Até o momento, 5,7 milhões de pessoas já buscaram os serviços do TeleSUS.

Entre as ações possíveis com essa estratégia, segundo a portaria, estão atendimento pré-clínico, suporte assistencial, consulta, monitoramento e diagnóstico. Essas medidas podem ser utilizadas pela rede pública e, também, pela rede privada. 

Atendimento para profissionais de saúde

Os profissionais de saúde da rede pública que estão no enfrentamento da Covid-19, poderão contar com suporte psicológico. Isso quer dizer que aqueles trabalhadores da saúde que estão sentindo estresse, ansiedade, depressão e irritabilidade podem utilizar o canal telefônico em que serão realizadas teleconsultas psicológicas e psiquiátricas. Esse serviço conta com um investimento de R$ 2,3 milhões de reais do Ministério da Saúde e é uma parceria com o Hospital das Clínicas de Porto Alegre. 

Essa iniciativa pretende cuidar da saúde mental dos profissionais antes que um problema mais grave possa surgir. “A nossa proposta é cuidar das pessoas que estão adoecendo não só agora, mas que venhamos fazer a prevenção para o transtorno de estresse pós traumático. Pois esse é o primeiro momento para que a gente possa cuidar desse profissional para que ele não venha desenvolver nenhum transtorno no futuro”, explica a diretora substituta do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, Maria Dilma. 

As teleconsultas serão feitas por profissionais de psicologia e, se necessário, de psiquiatria. Além disso, no primeiro contato, a equipe do projeto vai fazer uma avaliação do caso para definir a melhor abordagem e tratamento para o profissional de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, essa ação vai fornecer material para o maior projeto de pesquisa desta natureza já realizado no Brasil e um dos maiores do mundo. 

A central telefônica para primeiro contato funcionará de 8h às 20h de segunda a sexta-feira. Os profissionais de saúde do SUS já podem ligar para 0800 644 6543. Para saber mais informações sobre os atendimentos virtuais para profissionais de saúde acesse aqui
 

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Agronegócios

Economia é uma preocupação constante de produtores, mas especialista da Embrapa levanta cuidados sanitários a serem tomados na produção de leite e derivados

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No interior do Paraná, no município de Pinhalão, o produtor rural Lucas Reinaldo de Souza, de 24 anos, tem se virado como pode. Saudoso, o produtor de leite tenta puxar pela memória a rotina de produção antes do início da pandemia, que se instalou no Brasil em janeiro deste ano. As entregas de ração e de insumos, segundo ele, eram sempre pontuais, assim como a coleta do leite. 

“A logística era bem mais fácil. Agora, por conta da pandemia, tudo ficou parado, as coisas estão atrasando”, relata o jovem. Sem falar da queda nos preços dos produtos. “Caiu em torno de R$ 0,10 a R$ 0,15 por litro de leite. E o preço dos insumos subiram. Adubo, soja, milho, ração. Os preços dispararam, tudo isso prejudica”, lamenta. 

Mas Lucas afirma que, mesmo aos “trancos e barrancos”, a produção não parou. “A gente vende uma criação ou outra quando não dá para cobrir a ração ou os medicamentos. E vamos levando, né? Como vamos parar a atividade? Não tem como parar. Temos esperança de que esses governantes olhem por nós para melhorar um pouco para a gente”, pede. 

O presidente do Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), Cesar Bergo, alerta os produtores de leite para um novo cenário pós-pandemia. Segundo o economista, havia uma expectativa diferente para este ano, alterada pelo novo coronavírus. “O setor leiteiro tinha uma boa expectativa para 2020. Os preços subiram no início do ano, até março, mas em abril teve queda. Então, a produção que viria numa entressafra aguardava um preço melhor para o leite, o que não aconteceu devido à pandemia”, explica. 

Apesar disso, Cesar Bergo acredita que o setor agropecuário, incluindo o leiteiro, deve ganhar fôlego até o fim do ano. “A inflação está baixa. Passado o pico da pandemia e utilizando os recursos disponibilizados pelo governo federal para os mais carentes, o consumo do leite deve aumentar, pois é considerado um bem de primeira necessidade. O mês de junho ainda vai ser fraco, mas se espera que, a partir do mês de agosto, as coisas melhorem”, pontua.

Leia também: Consumo de derivados do leite continua em alta durante pandemia do novo coronavírus 

Mas não é só a questão econômica que deve ser levada em conta. O pesquisador da Embrapa Gado de Leite Marcio Roberto Silva levanta outra preocupação por trás da pandemia: os cuidados sanitários nas propriedades produtoras de leite. Os produtores rurais leiteiros, segundo ele, já lidavam com várias medidas sanitárias para proteger tanto os animais quanto para garantir a segurança e a qualidade do leite que é consumido pela população antes da pandemia. Com a crise mundial na saúde, ele garante que os cuidados têm sido redobrados. 

“Não tem nada provado ainda que o alimento possa levar algum risco da doença para o ser humano, principalmente porque esse leite vai ser pasteurizado – e a pasteurização destrói o novo coronavírus. Mas todo cuidado é pouco”, afirma Marcio Roberto. Entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que produtos de origem animal, como leite e queijos feitos de leite cru, devem ser consumidos sob processamento térmico. 

“Recomento que queijos origem natural sejam consumidos assados ou cozidos, por exemplo. Agora, se esse queijo ou esse leite passou pela indústria, pelo processo de pasteurização, não há risco nenhum para o consumo. Reforço: até o momento, não há pesquisas que comprovem a transmissão dessa doença via alimento”, diz. 

Importância da agropecuária no Brasil/ Crédito: Erica Passos

Isolamento 

Entre as medidas de segurança recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a disseminação do novo coronavírus, em especial no meio produtor de alimentos, estão a de lavar bem as mãos com água e sabão e manter o isolamento. As recomendações são encorajadas pelo pesquisador da Embrapa Marcio Roberto Silva, que defende, em especial, a manutenção desse período de distanciamento. 

“O Brasil está enfrentando uma situação atípica. Mas isso talvez já fosse esperado, mais pelo relaxamento e afrouxamento das medidas e da forma como as pessoas estão levando isso no País. Mesmo nas cidades, acredito que não seria ainda hora do afrouxamento das regras, outros países demoraram muito mais tempo para fazer isso. A doença já estava muito mais controlada nesses países quando eles começaram a fazer esses movimentos de reabertura. Aqui, no Brasil, acho que essas medidas de relaxamento estão sendo precipitadas”, opina. 

Ele acredita que essa precipitação no retorno das atividades no Brasil pode levar a sérios problemas e riscos futuros. “Acho que precisamos repensar muito essa questão da reabertura das atividades por aqui, fazê-la de forma mais gradual, cuidadosa, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias mundiais.”

Mesmo com dificuldades, o produtor paranaense Lucas Reinaldo de Souza concorda com o pesquisador. Ele garante que toma todos os cuidados em sua propriedade, com a higienização de equipamentos e ferramentas, mas lembra que não depende só dele. “Um amigo foi contaminado, mas se recuperou porque se manteve em quarentena. A gente não tem estrutura se esse vírus pegar a gente, se liberarem as atividades. O Brasil não tem estrutura.” 

Marcio Roberto reforça que cuidar da saúde dos trabalhadores no campo vai refletir não só no meio rural, mas especialmente no urbano. “Esses cuidados redobrados não são só em relação à qualidade e segurança do leite que o consumidor vai adquirir, mas também para prevenir a própria saúde das pessoas que estão lidando com essa atividade”, diz. 

Uma das formas de contágio do novo coronavírus é pelo ar/ crédito: Sabrine Cruz

Desabastecimento 

O pesquisador Marcio Roberto Silva acredita que não há risco de desabastecimento de alimentos por conta da pandemia. “Para isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que há uma urgência de introduzir medidas adicionais nas propriedades leiteiras e proteger os trabalhadores de contrair a covid-19”, adianta. 

Na opinião do diretor de Pecuária de Leite da Sociedade Rural do Paraná, Bernardo Garcia de Araújo Jorge, não é o desabastecimento que preocupa, mas a queda no consumo, já que boa parte da população foi afetada pela crise e tem comprado menos. “As respostas às medidas do governo em relação à recuperação econômica serão fundamentais para manter o mercado e o preço de laticínios ligados intimamente ao consumidor final.” 

Em março, o diretor da Sociedade Rural do Paraná recorda-se da corrida aos supermercados para estocar alimentos. “Houve uma grande demanda por leite longa vida e o preço do leite subiu. Logo depois, por outros problemas no mercado de laticínios, o preço do leite deu uma ‘barrigada’ e houve diminuição na produção do leite”, conta. 

Bernardo observa, porém, que o Brasil se recuperou nesse sentido, diferente do mercado europeu. “Isso por termos boa parte do nosso leite em formato longa vida nas prateleiras, então o tempo de vida do leite é maior. Nesse sentido, o produtor não sentiu.” 

O pesquisador Marcio Roberto, da Embrapa, tranquiliza em relação à produção leiteira. “Acredito que a produção de leite ainda não está afetada. Assim como a produção de alimentos de forma geral no Brasil, pelos dados, a gente acredita que o setor não sofreu impactos. Mas devemos seguir as recomendações da OMS para preservar a vida dos trabalhadores e, assim, evitar o desabastecimento.” 
 

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Ciência & Tecnologia

Pesquisadores também trabalham no desenvolvimento de outros tipos de testes do vírus

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Em meio ao crescimento do número de pessoas diagnosticadas com a Covid-19, pesquisadores trabalham em uma forma de aumentar a oferta de testes disponíveis. Uma das instituições nessa luta é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que mapeou a tecnologia que existia na unidade e a colocou à disposição para realizar testes do novo coronavírus. A universidade faz parte da Rede Viroses Emergentes, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A ideia é desenvolver vacinas, testes diagnósticos e medicamentos contra o novo coronavírus.

Na UFMG, já é possível a realização de cerca de 300 testes de Covid-19 por dia, em suporte à demanda crescente recebida pelo governo do estado de Minas Gerais. O professor Flávio Guimaraes da Fonseca, Virologista do Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da UFMG, explica que o teste aplicado na universidade é aquele que detecta o material genético do vírus, garantindo que um resultado mais confiável do que o dos testes rápidos.

“O tempo de geração desses testes, desses laboratórios que fazem parte desse consórcio, é de aproximadamente de 48 horas, que é bem superior ao tempo que a FUNED está solicitando para liberar esses resultados, que é acima de 5 dias. É um apoio diagnóstico bastante robusto”, pontua. 

O CTVacinas também atua no desenvolvimento de um novo método de testagem para aumentar a oferta de testes rápidos. Ele é baseado no chamado “método Elisa”, que detecta a presença de anticorpos contra o novo coronavírus. O método é mais confiável do que aquele aplicado nos testes rápidos e necessita apenas de aparelhos simples. O custo da realização desse teste chega a ser de um terço do custo do teste que detecta o genoma do vírus.

Para que o exame seja disponibilizado para produção em larga escala, a instituição negocia a cessão dos direitos de produção de produtos envolvidos no processo.
 

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Agronegócios

Produtores que têm seguro particular ou participam do Proagro já começaram a receber recursos; não segurados buscam alternativa para não se endividar

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Por conta da estiagem e da consequente perda de quase metade da safra de soja e milho no Rio Grande do Sul, o Programa de Garantia da Atividade Rural (Proagro) e as companhias de seguros devem desembolsar quase R$ 1,9 bilhão em indenizações aos produtores rurais da região. A estimativa é do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com dados do Programa de Seguro Rural (PSR) e do Banco Central. Os produtores que não possuem mitigadores de risco climático, tipos de proteção que visam minimizar perdas ligadas a fatores adversos como a seca, devem sofrer pelas próximas três safras com endividamento.

Isso porque, segundo a Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja-RS), cerca de 48% da colheita estimada foi perdida. Das quase 20 milhões de toneladas de soja projetadas para a safra 2019/20, foram colhidas apenas 10,4 milhões. A seca prejudicou as plantações de milho da mesma maneira. Segundo dados da Associação de Produtores de Milho do estado (Apromilho-RS), os agricultores deixaram de colher um milhão de toneladas do grão, o que significa uma quebra entre 40% e 47%. 

O Banco Central, responsável por administrar o Proagro informou que os pequenos e médios produtores beneficiados devem receber, ao todo, pouco mais de R$ 900 milhões. Os pagamentos devem ocorrer até meados de junho, pois as análises estão em curso nas instituições financeiras e necessitam de dados das vistorias. O mesmo vale para as companhias seguradoras, que devem desembolsar, segundo estimativas do BC, pouco menos de R$ 1 bilhão. 

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pedro Loyola, revela que metade das áreas de soja e milho do Rio Grande do Sul tem mitigadores de risco climático, seja pelo Proagro ou por Seguro Rural. 

“O Rio Grande do Sul, mais recentemente, começou a contratar mais seguro e Proagro. Até três ou quatro anos atrás isso era pouco disseminado no estado, mas houve aumento de contratação nesses últimos anos. O Rio Grande do Sul, hoje, lidera a contratação de Proagro no país, cerca de um terço do que é contratado do programa no Brasil é feito lá. No Seguro Rural, o estado é o segundo que mais contrata, perdendo apenas para o Paraná”, conta.

O diretor do Mapa ressalta que as garantias não apenas resguardam os produtores como também protegem toda a cadeia de produção, a exemplo do que ocorre na Espanha e nos Estados Unidos, países onde o índice de cobertura do seguro ultrapassa 80%. Segundo Loyola, atualmente o Brasil tem 70 milhões de hectares plantados, dos quais 14 milhões possuem mitigadores.

“Aqui no Brasil, muitos produtores saíram da atividade porque não tinham um sistema de seguro. O sistema de seguro é importante porque possibilita ao produtor fazer a gestão de risco, manter fluxo de caixa e produzir no ano seguinte com crédito novo. Isso contribui para que não tenha desabastecimento, a inflação de alimentos se mantém ou até fica mais baixa. Sem falar que esse recurso que o produtor recebe da seguradora circula na região e mantém empregos”, ressalta.

Perda histórica

A perda do Rio Grande do Sul com a safra 2019/20 de soja foi acima de nove milhões de toneladas, com prejuízos financeiros estimados em R$ 12,3 bilhões. Ao comparar os números com o Mato Grosso, maior produtor de soja do país, Décio Lopes Teixeira, presidente da Aprosoja-RS, pontua que o rombo é histórico.

“A última safra foi muito ruim para o Rio Grande do Sul. Nós tivemos uma quebra de 9,3 milhões de toneladas de soja. Uma coisa impressionante perto, por exemplo, dos números do Mato Grosso, que colheu entre 33 ou 34 milhões de toneladas. Para você ver como é nove milhões de toneladas perdidas perto desse volume enorme do Mato Grosso. É uma perda que nunca houve aqui na nossa região”, lamenta.

O presidente da Aprosoja explica que as perdas com estiagem ficam, na média, entre 15% e 20%, bem abaixo do patamar atual de quase 50%. O plantio da soja é feito entre outubro e novembro, enquanto a colheita ocorre entre março e abril. O péssimo resultado é atribuído por Décio Lopes Teixeira às chuvas esporádicas registradas em meados de novembro, no fim do plantio, aquém do necessário para “encher o grão”.

A perda foi tão brusca que fez a representatividade do Rio Grande do Sul despencar no mercado. O estado produz entre 19 e 20 milhões de toneladas de soja a cada safra, competindo com o Paraná pela segunda posição. Nesta safra, com apenas 10 milhões de toneladas colhidas, o estado gaúcho caiu para quarto lugar, sendo ultrapassado por Goiás, que gerou cerca de 12 milhões de toneladas do grão.

A realidade dos produtores de milho não é muito diferente. Ricardo Meneghetti, presidente da Apromilho-RS, afirma que alguns produtores perderam toda a safra 2019/20, enquanto outros tiveram uma quebra de quase metade da produção. Segundo Meneghetti, a lição que se tira é que os produtores precisam usar a adversidade para tornar o setor mais forte e preparado. 

“Algumas lavouras perderam todas [colheitas], mas a média acabou ficando nesses 47%, no caso do milho. O importante é que tenhamos tirado algumas lições desse episódio. Atualmente há um aquecimento na procura de irrigação, na procura de seguro. Toda vez que acontece alguma coisa nesse sentido, a gente acaba procurando alguma coisa a mais de segurança porque lembra que o clima, às vezes, nos prega uma peça”, alerta.

Meneghetti explica que o clima se comportou de forma favorável nos últimos cinco anos, o que pode ter feito vários produtores se esquecerem das dificuldades ocorridas em 2005 e 2012, quando a produção também foi atingida. 

“As expectativas para o ano não são boas em termos de clima. Então, é interessante que a gente acabe se resguardando por meio de algum seguro e de técnicas que podemos utilizar. Essa parte técnica foi ficando de lado nos últimos anos. O que aconteceu agora parece que acontece para nos lembrar de que é preciso se precaver”, ressalta.

Ao lembrar que já são observados períodos de instabilidade no clima do Rio Grande do Sul, Pedro Loyola indica que os problemas climáticos mais graves que causam prejuízo na agricultura surgem de sete em sete anos.

“Isso é cíclico. No Rio Grande do Sul, tivemos vários problemas climáticos que resultaram em perdas em boa parte do estado em 2005, em 2012 e agora em 2020. Praticamente a cada sete ou oito anos há uma seca mais severa que ocasiona perda de 40 a 50% da produção”, adverte.

Justamente por conta do histórico, Loyola acredita que os produtores precisam se preparar para eventuais estiagens. Segundo ele, em torno de 104 mil produtores de milho do estado contrataram seguro ou Proagro e um terço deles acionou a seguradora ou o programa nesta safra. Normalmente, não mais que 10% solicitam anualmente a avaliação de perda junto às instituições financeiras. 

Não segurados

Aproximadamente metade dos produtores de milho e soja do Rio Grande do Sul não contratou um seguro rural nem faz parte do Programa de Garantia da Atividade Rural. Como costumam pegar recursos com terceiros, principalmente para custeio, precisarão agora renegociar essas dívidas. Segundo o Mapa, o governo já adotou medidas para facilitar essas renegociações no crédito oficial, mas é possível que trabalhadores do campo enfrentem dificuldades nos próximos anos.

“Dependendo das perdas, esses produtores ficam com a vida comprometida por três a cinco anos, já que eles vão ter de pagar a lavoura do ano que eles estão fazendo, mas carregando uma dívida do passado por conta de um problema de estiagem”, esclarece Loyola.

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa explica que o assegurado enfrenta perda de produção e de renda e orienta que se faça mitigação de risco climático para, ao menos, evitar mais dívidas.

“Apesar de ter uma perda grande com a seca, o seguro é importante para que o produtor continue na atividade. Segundo, ele consegue acessar crédito novo, fazer investimento, melhorar a tecnologia e até melhorar a produtividade na próxima safra. O seguro traz essa tranquilidade do fluxo de caixa do produtor. O seguro não vem para dar renda, vem para cobrir, no mínimo, o custo de produção que ele teve para continuar sem o problema de endividamento”, recomenda.

PSR e Proagro

O Programa de Seguro Rural (PSR) auxilia financeiramente o produtor rural na aquisição de uma apólice de seguro para sua lavoura, garantindo a estabilidade de fluxo de caixa em caso de quebra de safra. Essa quebra pode ser ocasionada por evento climático ou até mesmo por variação de preços. Pode participar do PSR qualquer produtor, pessoa física ou jurídica, que não esteja inadimplente com a União (Cadin).

Atualmente são 14 as seguradoras habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A lista completa pode ser acessada no Guia de Seguros Rurais, onde também é possível tirar todas as dúvidas sobre contratação.

O Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), por sua vez, garante o pagamento de financiamentos rurais de custeio agrícola quando a lavoura tiver sua receita reduzida por causa de eventos climáticos, como seca, chuva excessiva e geada, além de pragas e/ou doenças. O Proagro tem como foco principalmente os pequenos e médios produtores, embora esteja aberto a todos dentro do limite de cobertura estabelecido.

O Proagro possui duas modalidades: o Proagro Mais, que atende aos agricultores familiares do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); e o Proagro, que atende aos demais agricultores.

A contratação do Proagro ou do Proagro Mais é feita pelo próprio agricultor junto aos agentes do programa, ou seja, bancos ou cooperativas de crédito. Pode ser feito diretamente no contrato de financiamento de custeio agrícola ou por meio do Termo de Adesão ao Proagro, para atividades não financiadas. O resumo das instruções do programa está disponível no site do Banco Central.
 

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Tempo

A temperatura mínima na região é de 6ºC e a máxima de 33ºC

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A região Sudeste do país tem tempo nublado a parcialmente nublado, neste sábado (6). Em São Paulo, previsão de tempo nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais, tempo nublado a parcialmente nublado.

A temperatura mínima na região é de 6ºC e a máxima de 33ºC. A umidade relativa do ar varia de 30% a 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Felipe Moura, o tempo e a temperatura.

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Tempo

A temperatura mínima na região é de 4º e a máxima de 28ºC

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A região Sul do país tem tempo nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva e trovoadas no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, neste sábado (6).

A temperatura mínima na região é de 4ºC e a máxima de 28ºC. A umidade relativa do ar varia de 45% a 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Felipe Moura, o tempo e a temperatura.

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Tempo

A temperatura mínima na região é de 15ºC e a máxima de 35ºC

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A região Nordeste do país tem tempo nublado, neste sábado (6). No norte do Maranhão, no Rio Grande do Norte, leste da Paraíba, de Alagoas, em Sergipe e no centro-leste da Bahia, tempo nublado a parcialmente nublado com chuva. Nas demais áreas da região, há possibilidade de chuva.

A temperatura mínima na região é de 15ºC e a máxima de 35ºC. A umidade relativa do ar varia de 35% a 95%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Felipe Moura, o tempo e a temperatura. 

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Tempo

A temperatura mínima na região é de 18ºC e a máxima de 35ºC

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A região Norte do país tem tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva, neste sábado (6). No Amapá, tempo encoberto a nublado com pancadas de chuva e trovoadas. Em Roraima, tempo com chuva. Tempo nublado com chuva no leste do Acre. Em Rondônia, tempo com pancadas de chuva e trovoadas. Céu parcialmente nublado em Tocantins.

A temperatura mínima na região é de 18ºC e a máxima de 35ºC. A umidade relativa do ar varia de 30% a 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.

Felipe Moura, o tempo e a temperatura. 

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