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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Torneio Nacional SESI de Robótica

Educação
28/02/2020 12:13h

Projeto que gera energia eólica e solar pode economizar até 98% na conta de luz e foi selecionado para etapa nacional da FLL, em São Paulo

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Foi pensando na geração de energia limpa e renovável que alunos do SESI de São Gonçalo disputam, a partir de sexta-feira (6), a etapa nacional Festival SESI de Robótica. A equipe “Fênix Robots Furious” decidiu unir as energias eólica e solar em um projeto acessível, que pode ser utilizado dentro de casa.

A ideia consiste em uma telha com turbina para captar ventos e com painel fotovoltaico para captar a energia do sol. “Assim, a telha vai estar sempre coletando energia, seja com um recurso ou com outro”, explica o aluno Richard Alves Lhamas, de 15 anos, um dos integrantes do grupo.

Segundo a equipe, o projeto foi desenvolvido para ser integrado ao sistema elétrico convencional, já que é permitido no país produzir energia em casa e vender o excedente para empresas que operam nesse mercado. A economia estimada pode chegar a 98% na conta de luz.

“Você gera uma corrente e joga na rede. A concessionária concede créditos para abatimento na conta de luz. Dependendo de quanto você produzir, sua conta de luz viria com o valor mínimo ou viria com o valor bem menor por conta do desconto”, explica o professor Renato Rodrigues, treinador da equipe.

Além de inovar na geração de energia, o projeto também ajuda na redução do lixo gerado pelas cidades. A ideia é que a telha geradora de energia substitua o formato “colonial”, feito de barro. “Esse tipo de telha polui o meio ambiente durante sua produção, também precisa de manutenção constante por conta do lodo. Por isso, decidimos usar a ‘telha pet’, que é feita de plástico pet reciclado, que tem uma durabilidade maior, precisa de menos manutenção e polui muito menos o meio ambiente”, defende Richard.

O processo de pesquisa e produção do protótipo, segundo os estudantes, foi “intenso”. Richard acrescenta que ele e os colegas treinaram para a competição mesmo durante as férias, mas que o processo valeu a pena. “Eu não achei muito problema, porque é algo que eu gosto de fazer e o objetivo não era simplesmente ganhar, era também se divertir e trabalhar em equipe”, garante.

A competição
 
O Festival SESI de Robótica, que é o maior campeonato de robótica do Brasil, reunirá 100 equipes de todo o Brasil, formadas por estudantes de 9 a 16 anos, na categoria FIRST LEGO League, que utiliza robôs Lego para enfrentar os desafios desta temporada. A ideia é promover disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, além da sala de aula. Este ano, os competidores terão que apresentar soluções inovadoras para melhorar, por exemplo, o aproveitamento energético nas cidades e a acessibilidade de casas e prédios.

O diretor de Operações do Departamento Nacional do SESI, Paulo Mól, ressalta que a elaboração dos projetos estimula a autonomia e o trabalho em equipe e contribui para a formação profissional dos alunos. “A questão do empreendedorismo é a base de todo o processo. Nesse torneio, uma das avaliações que é extremamente importante é a capacidade de empreender, de buscar coisas novas, de fazer com que o produto seja desenvolvido”, atesta.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
 

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Educação
28/02/2020 09:59h

Ideia concorre, com outras 99 selecionadas, na etapa nacional da FLL, que começa nesta sexta-feira (6), em São Paulo

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Um grupo de alunos do SESI de Governador Valadares pretende dar uma nova funcionalidade aos orelhões, que perderam a importância com o avanço da tecnologia. A equipe “Turma do Bob” desenvolveu um projeto para transformar as cabines telefônicas em cadeiras e lixeiras, por exemplo. A ideia vai ser apresentada na etapa nacional do Festival SESI de Robótica, que começa nesta sexta-feira (6), em São Paulo. 

Durante o processo de identificação dos problemas da cidade, os alunos descobriram quatro depósitos de armazenamento das cabines de proteção dos telefones públicos. Esses ambientes, sem os devidos cuidados, se tornam potenciais ambientes para proliferação de mosquitos da dengue, ratos e escorpiões. 

 

 

Para evitar que a saúde da população esteja em risco e a matéria-prima dos orelhões não seja descartada, o grupo levantou maneiras de reutilizar a fibra de vidro e o acrílico. O material já deu origem a cinco novos objetos usados na própria escola: três lixeiras e duas cadeiras. A criatividade e a forma inovadora dos estudantes renderam a classificação na seletiva regional, no mês passado, em Contagem. Segundo o aluno Gabriel Sousa Cruzate, de 16 anos, tudo saiu como o esperado graças ao esforço de todos. A participação em um torneio nacional, conta Gabriel, tem deixado ele e os colegas ansiosos. 

“Nossa expectativa está alta, estamos trabalhando nisso há tempos, dedicando horas do nosso dia. A gente está dando o melhor que temos para entregar o melhor trabalho possível”, projeta o jovem. Além de lixeiras e cadeiras, o projeto prevê potencial de criação também de estantes, holofotes, carrinho de mão e diferentes tipos de cobertura para casas.

 

 

Valores e habilidades

Nos torneios de robótica, os competidores são avaliados em quatro categorias: Projeto de Pesquisa, Desafio do Robô, Design do Robô e Core Values. Os grupos utilizam um aplicativo oferecido pela LEGO, com uma linguagem em blocos. A construção do robô é a grande atração dos torneios, mas não é a única prova. Além de mostrar conhecimento técnico, domínio da tecnologia, os estudantes precisam mostrar trabalho em equipe e compartilhar conhecimentos e habilidades. 

Para o técnico da equipe, Túlio Menezes de Barros, a classificação para a etapa nacional é resultado de cinco anos de dedicação. “Para mim, é gratificante. Mudando equipe, tentando encontrar uma melhor ligação entre eles, ou seja, pra mim é realização pessoal. Graças a Deus, é um sonho realizado para toda a equipe depois anos”, comenta. 

O Festival SESI de Robótica, que é o maior campeonato de robótica do Brasil, reunirá 100 equipes de todo o Brasil, formadas por estudantes de 9 a 16 anos, na categoria FIRST LEGO League, que utiliza robôs Lego para enfrentar os desafios desta temporada. A ideia é promover disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, além da sala de aula. Este ano, os competidores terão que apresentar soluções inovadoras para melhorar, por exemplo, o aproveitamento energético nas cidades e a acessibilidade de casas e prédios.
 
O diretor de Operações do Departamento Nacional do SESI, Paulo Mól, ressalta que a elaboração dos projetos estimula a autonomia e o trabalho em equipe e contribui para a formação profissional dos alunos. “A questão do empreendedorismo é a base de todo o processo. Nesse torneio, uma das avaliações que é extremamente importante é a capacidade de empreender, de buscar coisas novas, de fazer com que o produto seja desenvolvido”, atesta.

 

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Educação
28/02/2020 08:59h

Alunos do Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima e Pará competem na categoria FLL, que utiliza robôs feitos de peças LEGO, em São Paulo

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Nove equipes vão representar a região Norte no Festival SESI de Robótica, na categoria FIRST LEGO League (FLL), neste final de semana. Os times são formados por alunos com idades entre nove e 16 anos e disputam o título nacional no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Ao todo, são esperados cerca de 1.500 estudantes de todo o país. Entre os projetos classificados, estão uma manta impermeabilizante de garrafas pet para solucionar o problema das infiltrações em casas e prédios e uma proposta de revitalização de espaços públicos abandonados que utiliza materiais recicláveis. 

Preocupados com a situação de abandono de um espaço público do centro de Parintins (AM), os alunos do SESI, da equipe “LEGO Master”, desenvolveram uma planta e uma maquete da primeira praça sustentável do Norte do país. O projeto de revitalização inclui materiais como tintas ecológicas, sistema de energia solar fotovoltaica, bambu, mobiliário em madeira plástica e piso tátil para deficientes visuais.  

“Nossa ideia era fazer um projeto que não se resume a revitalizar essa praça. Além de oferecer qualidade de vida e lazer para os cidadãos da cidade, nós também queremos exemplificar que podemos fazer construções civis de maneira ecológica e eficiente”, explica o estudante Gabriel Romanini, de 14 anos, um dos idealizadores. 

“Nós vivemos no interior do Amazonas, no coração da floresta. É uma contradição nós vivermos em meio a toda essa natureza e a degradarmos diariamente”, completa o jovem.

Já os alunos do SESI de Ananindeua (PA) criaram uma manta impermeabilizante de garrafas pet para solucionar o problema das infiltrações em casas e prédios do município. Até a própria escola é afetada, o que foi o ponto de partida do projeto. Por ser uma área com alto volume de chuvas e alta umidade, casas e prédios de Ananindeua sofrem com isso.  

“O projeto da equipe envolve a confecção de uma manta impermeabilizante feita de garrafa pet, para ser colocada dentro da laje, entre o concreto, o que impede que a água passe”, explica o professor e técnico da “Born To Fight”, Izaias Pinheiro. 

A estudante e mentora da equipe Lívia Lima, de 14 anos, conta que, mesmo com os vários programas e sistemas que o SESI tinha para amenizar o problema da infiltração, as soluções eram apenas “paliativas”. “A nossa manta impermeabilizante atua no momento da construção da laje, da parede”, afirma. As garrafas pet utilizadas para a confecção da manta foram arrecadadas na própria escola, com o apoio de outras turmas. “Foi muito legal ver a participação das crianças e adolescentes nesse processo”, orgulha-se a jovem.

O Festival SESI de Robótica, que é o maior campeonato de robótica do Brasil, reunirá 100 equipes, formadas por estudantes de nove a 16 anos, na categoria FIRST LEGO League (FLL), que utiliza robôs feitos de peças da LEGO para enfrentar os desafios desta temporada. A ideia é promover disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, além da sala de aula. 

Arte: Sabrine Cruz - Agência do Rádio Mais
 

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Educação
28/02/2020 08:52h

Alunos de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo competem na categoria FLL, que utiliza robôs feitos de peças LEGO, na capital paulista

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Região com mais equipes selecionadas para o Festival SESI de Robótica, o Sudeste será representado por 33 times de estudantes empenhados em transformar o mundo. Os jovens têm idades entre nove e 16 anos e disputam o título nacional no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Ao todo, são esperados cerca de 1.500 estudantes de todo o país. Entre os projetos inovadores, estão o da estação “caseira” de tratamento de água e o de monitoramento das galerias de águas pluviais, que pode ajudar a preservar vidas em casos de enchentes.

Uma das equipes que irá até São Paulo defender sua ideia é a “Wild Lions”, que pode solucionar a crise hídrica enfrentada, por exemplo, pela população do estado do Rio de Janeiro. Eles desenvolveram uma caixa, com três fases de tratamento – física, química e biológica – que pode ser instalada no subsolo das residências e serve para tratar a água antes dela ir para a rede de captação, rios ou mar. A criação é de jovens do SESI de Nova Iguaçu e conquistou o primeiro lugar em Design Mecânico na seletiva regional.

Segundo o aluno Arthur Oliveira de Mello, de 14 anos, o grupo tem trabalhado para minimizar erros, como o que houve na disputa regional. Um dos sensores do robô parou de funcionar na hora da prova, em uma das categorias. “Achei que estava tudo perdido, mas no final a gente conseguiu. A gente vem trabalhando muito porque o tempo é curto, precisamos fazer modificações, até para não ter sustos. Estamos seguros do nosso trabalho e acreditamos que podemos obter um bom resultado [na etapa nacional]”, espera Arthur.

De Minas Gerais, vem a solução criada por alunos do SESI Alvimar Carneiro de Rezende, de Contagem. A equipe “Superação” desenvolveu o projeto batizado de Monitoramento de Zonas de Risco Inteligente (Metron), que funciona a partir de sensores instalados nas galerias de águas pluviais.

Quando a água atingir o primeiro nível, mais baixo, será enviado um sinal para a Defesa Civil avisando que determinada área está em alerta. Ao atingir o segundo nível, considerado mais perigoso, será acionado um sinal sonoro e enviado um SMS para a população evacuar a região.

Segundo o aluno Diogo Gabriel de Sousa Silva, de 16 anos, um dos integrantes da equipe, o primeiro lugar conquistado na apresentação do Projeto Inovação e o terceiro no Desafio do Robô na seletiva regional não devem ser levados em conta na disputa nacional.

“A primeira coisa que a gente pensou no dia seguinte da premiação foi trabalhar mais duro porque a gente sabe que no [torneio] nacional as equipes têm um nível mais alto. Se a gente quiser um resultado bacana, temos que melhorar sempre”, afirma o jovem.

O Festival SESI de Robótica, que é o maior campeonato de robótica do Brasil, reunirá 100 equipes, formadas por estudantes de nove a 16 anos, na categoria FIRST LEGO League (FLL), que utiliza robôs feitos de peças da LEGO para enfrentar os desafios desta temporada. A ideia é promover disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, além da sala de aula.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Educação
28/02/2020 08:42h

Alunos de Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte e Maranhão competem na categoria FLL, que utiliza robôs feitos de peças LEGO, em São Paulo

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A região Nordeste será representada por 20 equipes no Festival SESI de Robótica, na categoria FIRST LEGO League (FLL), neste final de semana. Os times são formados por alunos com idades entre nove e 16 anos e disputam o título nacional no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Ao todo, são esperados cerca de 1.500 estudantes de todo o país. Entre os projetos classificados, estão um teto para pontos de ônibus feito de fibra de coco, parafina e embalagens utilizadas em caixas de leite e um piso que pode solucionar o problema de infecção causadas por fungos e bactérias em hospitais e clínicas.

Formada por nove alunos, a equipe “Maori”, do SESI de Salvador, vai apresentar um teto para pontos de ônibus feito de fibra de coco, parafina e embalagens cartonadas, geralmente utilizadas em caixas de leite. Integrante da equipe, o estudante Gabriel Silvestre, de 16 anos, explica que esses materiais ajudam a manter a temperatura mais amena nesses locais.

“Percebemos que a sensação térmica embaixo dos pontos de ônibus é maior que ao redor. Procuramos entender o porquê disso e descobrimos que os materiais normalmente utilizados nessas construções, como concreto, vidro e aço, têm alta condutividade de energia, ou seja, geram muito calor”, pontua o aluno.

Segundo Gabriel, a escolha desses materiais tem um propósito. A fibra de coco, além de não absorver muito calor, age na parte sustentável do projeto. A parafina, normalmente utilizada na fabricação de velas, evita a infiltração de água. Já a embalagem cartonada seria utilizada como espelho para refletir o calor gerado pelo sol, mantendo a temperatura mais agradável.

Representando Alagoas, quem desembarcará em São Paulo é a equipe “Roboben”, do SESI/SENAI Benedito Bentes, de Maceió. O time apostou em um projeto para a área da saúde e elaborou um piso que pode solucionar um problema comum em hospitais e clínicas: a infecção por fungos e bactérias. A cerâmica especial terá componentes químicos e biológicos, com esmaltação resistente à proliferação desses microrganismos. 

“Se não fosse o torneio, não teria essa oportunidade de colocar minha opinião em prática e lançar o que realmente é necessário”, comenta a integrante da equipe, Gleicy Gomes, de 12 anos. “O resultado final [do projeto] veio com esforço e dedicação, teve momentos felizes e de preocupação. Minha expectativa para a etapa nacional é treinar bastante para conseguir um bom resultado”, completa.

O Festival SESI de Robótica, que é o maior campeonato de robótica do Brasil, reunirá 100 equipes, formadas por estudantes de nove a 16 anos, na categoria FIRST LEGO League (FLL), que utiliza robôs feitos de peças da LEGO para enfrentar os desafios desta temporada. A ideia é promover disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, além da sala de aula. 

Arte: Sabrine Cruz - Agência do Rádio Mais
 

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Educação
30/01/2020 05:09h

Estudantes do SESI local participarão, nos próximos dias 14 e 15, de etapa regional, em Vitória. Os grupos mais bem colocados ganham direito de disputar a final em São Paulo, entre 6 e 8 de março

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Duas equipes formadas por alunos do SESI de Aracruz (ES) se preparam para disputar a etapa regional do Torneio de Robótica FIRST LEGO League, a ser disputada entre os dias 14 e 15 de fevereiro, em Vitória. Quem passar pela fase garante vaga no torneio nacional, que ocorrerá no início de março, em São Paulo.

Para 2020, os alunos tiveram que dedicar o tempo para achar soluções inovadoras que transformem as cidades em espaços mais inteligentes. O Torneio de Robótica FLL reunirá 100 equipes formadas por estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas e particulares, para promover disciplinas como ciências, engenharia e matemática, em sala de aula, de forma lúdica.

Formada por sete jovens, a equipe “Game of Lego” desenvolveu um projeto para melhorar a acessibilidade de pessoas com deficiência visual em supermercados. A inovação acopla ao carrinho de compras uma tela com aplicativo que lê em voz alta as informações das mercadorias e que, também, ajuda o cliente a se localizar.

Os alunos enfrentaram o desafio de pensarem em um produto inovador, que ainda não existe no mercado. De acordo com a professora e treinadora da equipe, Hevelly Modenesi, esse foi o maior desafio da equipe Game of Lego. “Hoje, já tem aplicativo que você faz compra em casa. Mas os integrantes da equipe falaram assim: ‘Não. Queremos levar o deficiente visual até o supermercado, porque é a forma dele sair de casa’. [Na pesquisa] Eles entrevistaram o deputado federal Felipe Rigoni, de Linhares, que é deficiente visual”, relata.

A professora Hevelly não treina somente a equipe Game of Lego. Em Aracruz, mais um time vai disputar o campeonato regional, a “Leg Godt”. São sete alunos do segundo ano do Ensino Médio, que preocupados com os efeitos do acúmulo de lixo nas grandes cidades, decidiram fazer um tijolo ecológico, a partir de produtos recicláveis.

 “A experiência é incrível, porque a gente aprende a ter empatia e se colocar no lugar do outro. Acabamos conhecendo gente que nem sonhávamos em saber o que passa na cabeça deles e o que eles gostam. Aprendemos a trabalhar em equipe. Isso é muito bom, porque vamos usar bastante isso na nossa vida profissional futuramente”, conta a estudante Yhasmim Helmer, 16 anos, da equipe Leg Godt.

A competição

O Torneio de Robótica FIRST LEGO League reunirá 100 equipes formadas por estudantes de 9 a 16 anos e promove disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, em sala de aula. Até 16 de fevereiro, haverá as disputas regionais. Os melhores times garantem vaga na etapa nacional, que ocorrerá em março, em São Paulo.

O objetivo é contribuir, de forma lúdica, para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais exigidas dos jovens. Todo ano, a FLL traz uma temática diferente. Em 2020, os competidores terão que apresentar soluções inovadoras para melhorar, por exemplo, o aproveitamento energético nas cidades e a acessibilidade de casas e prédios.

O diretor de Operações do Departamento Nacional do SESI, Paulo Mol, ressalta que a elaboração dos projetos estimula a autonomia e o trabalho em equipe e contribui para a formação profissional dos alunos. “A questão do empreendedorismo é a base de todo o processo. Nesse torneio, uma das avaliações que é extremamente importante é a capacidade de empreender, de buscar coisas novas, de fazer com que o produto seja desenvolvido”, atesta.
 

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Ciência & Tecnologia
23/07/2019 11:11h

Duas equipes das escolas SESI no Gama e uma de Taguatinga desenvolveram projetos para melhorar a vida de astronautas no espaço

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Três equipes de robótica do Distrito Federal foram premiadas em competições internacionais, neste ano. Os alunos, ex-alunos e professores do Serviço Social da Indústria (SESI) viajaram aos Estados Unidos, Uruguai e Austrália para apresentar os projetos desenvolvidos na temporada 2018/2019 do torneio FIRST® LEGO® League (FLL). O desafio era criar soluções para problemas que os astronautas poderiam ter no espaço.

A solução da equipe do SESI Gama, Lego of Olympus, campeã em Fairmont (EUA), em julho, foi de melhorar as condições de sono dos profissionais nas viagens espaciais, criando um colchão com aquecimento e vibração para relaxamento. O outro grupo premiado da mesma unidade foi o Legofield, que conquistou o primeiro lugar da categoria de Design do Robô, no Uruguai, em junho. A equipe criou um relógio de pulso usado pelo astronauta e um aplicativo de celular, que identificaria grandes alterações na frequência cardíaca do astronauta. Dependendo do resultado, o aplicativo tocaria automaticamente uma música adequada para a situação.

A outra equipe foi a Albatroid, vencedora de dois troféus, em Sydney, Austrália, no início de julho. Ao descobrir que astronautas adquiriam muito estresse nas viagens espaciais, os alunos do SESI Taguatinga decidiram criar um capacete que utiliza terapias alternativas, como cromoterapia, musicoterapia e reflexoterapia, que ajuda a estimular áreas do corpo, aliviando a tensão.

O grupo, que também bateu recorde de maior pontuação na categoria de robôs, volta para casa com a sensação de dever cumprido. A estudante Ana Carolina de Moraes Baia, 16 anos, está no terceiro ano do Ensino Médio e participa do time desde o início, em 2013. “Sempre almejamos competir em um torneio internacional. Então chegar lá e fazer história foi muito gratificante”, comemora a adolescente.

Outra integrante campeã é Amanda Merlin, também de 16 anos, que está no último ano da Educação Básica. A jovem conta que teve ganhos pessoais e profissionais durante o tempo que investiu na equipe. “Além de todas as coisas com a robótica, aprendi a me conhecer mais. Saber organizar o meu tempo, as minhas tarefas e deixar de ser tímida”, conta a garota que viveu “grandes” experiências transculturais.

A Albatroid foi bicampeã no torneio regional, em Brasília. Com isso, conquistou uma vaga para no campeonato nacional e foram até para o internacional. Para o professor André Alcântara, técnico de robótica da equipe, foi uma temporada “incrível”.

“Conseguimos um êxito muito grande dentro desse projeto”, diz o professor. “Estou muito orgulhoso com o resultado. Brasília, Taguatinga, o SESI, a equipe Albatroid conseguirem uma posição dessa é algo essencial e a recompensa de um trabalho de sete anos”, completa.

Futuro

Desde 2013, os alunos das escolas SESI aprendem, em uma disciplina de robótica, a metodologia STEAM, que envolve ciência, arte e tecnologia. Para o coordenador de robótica do Serviço Social da Indústria no Distrito Federal, Benedito Aragão, as equipes cresceram junto com o campeonato First Lego League, e estão sendo recompensadas pelo trabalho realizado com influências tecnológicas.

Para ele, é necessário trazer a tecnologia educacional como parte presente do cotidiano dos alunos. “Ao invés de ‘lutar’ contra o uso de celulares e dispositivos mobile em sala de aula pelos alunos, é pegar essa geração e transformar o uso da tecnologia em uma coisa positiva para a educação”, defende.

Na temporada deste ano, estudantes brasileiros conquistaram prêmios no Mundial de Robótica de Houston (EUA), no Torneio de Arkansas (EUA), no Aberto Internacional da Turquia, no Aberto de Robótica do Uruguai, Aberto de Robótica do Líbano e no Aberto de Robótica da Austrália.

Exploração científica

O Torneio de Robótica FIRST® LEGO® é um programa internacional de exploração científica, projetado para fazer com que crianças e jovens de 9 a 16 anos se entusiasmem com ciência e tecnologia e adquiram habilidades de trabalho e de vida. A competição propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs, feitos inteiramente com peças da tecnologia LEGO®. 

A cada ano, o torneio tem um tema central. Em 2019, os participantes tiveram que trabalhar em cima de soluções para as problemáticas que envolvem o espaço e desenvolver facilitadores para a vida dos astronautas. Desde 2006, o SESI investe na inserção da robótica educacional nas salas de aula.

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Educação
20/03/2019 10:32h

Com 2º lugar no pódio, Los Atômicos se classificou com redutor de bactérias em astronautas. Com o projeto Power Clean, time garantiu vaga no World Festival.

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A equipe “Los Atômicos” do Serviço Social da Indústria (SESI) de Araras (SP) conquistou o segundo lugar no Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League. A competição, que exigiu ideias para melhorar o trabalho de astronautas no espaço, reuniu mais de mil estudantes de 9 a 18 anos, no último fim de semana, no Rio de Janeiro (RJ).

Com a segunda posição no pódio, os jovens da cidade se classificaram para o World Festival, considerado o mundial de robótica. O campeonato vai ocorrer entre os dias 17 e 20 de abril próximo, na cidade de Houston, nos Estados Unidos.

No Rio, a equipe apresentou o Projeto de Pesquisa Power Clean (energia limpa, em inglês). É um dispositivo que reduz as bactérias dos astronautas. A técnica do time, Ana Paula Carrocci, explica como funciona o objeto, que consagrou a escola no cenário nacional.

“É um dispositivo que cuida da higiene dos astronautas. É para reduzir as bactérias dos astronautas no espaço. Nós fizemos um protótipo composto por lâmpadas de LED para reduzir as bactérias. Também é composto por um papel umedecido que tem um aromatizador. [O protótipo] também tem uma escova para tirar os resíduos sólidos. Devido às várias pesquisas que os alunos fizeram, percebemos que os astronautas demoram de três a quatro dias para trocar as roupas íntimas no espaço”, explica a técnica.

Ana Paula lembra que uma competidora serviu de cobaia para um teste do Power Clean. “Nós tínhamos uma declaração comprovando os benefícios do Power Clean, que eliminou as bactérias. A Marina, que é uma integrante nossa, fez o teste. Ela ficou sete dias com uma camiseta e depois, ela passou no microscópio científico de uma universidade. E viu realmente quantas bactérias tinha, e quais as doenças poderiam causar essas bactérias. Então, tudo isso foi estudado e pesquisado”, conta.

Los Atômicos do SESI Araras (SP) ficaram com o troféu de 2º lugar / Foto: SESI-SP

O pódio foi completado por outras duas equipes do SESI-SP. O primeiro lugar foi para os “Jedi’s”, da escola de Jundiaí (SP); e os competidores da “Red Rabbit”, de Americana (SP), ficaram em terceiro lugar. Os três times garantiram vaga para disputarem o World Festival.

Vitória Moreno, 19 anos, disputou com os outros seis colegas competidores da Los Atômicos. Para ela, a preparação intensa os ajudou na corrida.

“Nós nos dedicamos muito o ano todo, treinando todos os dias, de uma da tarde até às oito da noite. Nós realmente nos doamos muito para a equipe. Estávamos focados no nosso objetivo. No ano passado, nós fomos até o torneio nacional, mas batemos na trave não conseguindo a classificação. Então, este ano nós viemos com o foco total para conseguir a nossa vaga no World Festival. Pelo esforço de todos, nós conseguimos”, afirma.

O torneio

A temporada 2018/2019 teve o tema “IntoOrbit”, que em inglês significa “na órbita”, mais precisamente no espaço sideral. As equipes precisaram resolver um conjunto de problemas do mundo real, os mesmos vivenciados por profissionais como cientistas e engenheiros, para melhorarem o trabalho feito no espaço. 

A competição busca incentivar o contato de estudantes com o mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida.

O torneio foi criado em 1998 pela FIRST – uma organização não governamental – em parceria com o Grupo LEGO. Tudo isso por meio do desenvolvimento de robôs com peças da tecnologia LEGO Mindstorm. Desde 2013, o SESI é a instituição brasileira responsável por organizar as etapas regional e nacional do torneio.

Quer saber mais sobre robótica?
Acesse: http://www.portaldaindustria.com.br/sesi/canais/torneio-de-robotica/
 

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Educação
19/03/2019 05:00h

Competição será em Houston, entre os dias 17 e 20 de abril

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Atual campeã do mundial de robótica, a equipe do Serviço Social da Indústria (SESI) de Americana (SP), segue na disputa para manter no Brasil o título inédito, conquistado em 2018, nos Estados Unidos. Essa é a terceira vez que a “Red Rabbit”, que surgiu em 2009 e já participou de seis torneios nacionais, se classifica para o World Festival, uma espécie de Copa do Mundo da Robótica. Neste ano, a competição será em Houston, entre os dias 17 e 20 de abril.

A equipe, formada por oito alunos, foi classificada em terceiro lugar durante a etapa nacional do Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League, realizada no último fim de semana, no Rio de Janeiro. As equipes Jedi’s e Los Atômicos, também de São Paulo, ficaram com o primeiro e o segundo lugares.

Para esta temporada, com o tema “Into Orbit”, que em inglês significa “no espaço”, os estudantes desenvolveram uma espécie de estufa para os medicamentos utilizados pelos astronautas durante as viagens espaciais. Isso porque, durante a pesquisa, a equipe descobriu que devido às condições espaciais, os remédios perdiam a eficácia. “A gente viu que não existia nenhuma solução para esse problema, então a gente criou uma solução inovadora, o AMAR, o Armazenador de Medicamentos Anti Radiação”, explica o integrante da equipe Luigi Fagundes, 13 anos.

Admirador da robótica, Luigi já chegou até a ministrar palestras para os colegas de sala com o objetivo de incentivá-los a conhecer o mundo da tecnologia. Sobre participar novamente do mundial, Luigi afirma que a equipe vai batalhar para manter o título de campeã. “É uma felicidade muito grande saber que a gente vai poder voltar lá e a expectativa está muito grande. Desde o começo eu vi uma oportunidade de desenvolvimento muito grande para o meu futuro. Eu vi que a robótica poderia abrir muitas portas para o meu emprego, para o meu desenvolvimento de falar em público, a minha autonomia e foi basicamente tudo isso que aconteceu”, ressalta.

Foto: Acervo Pessoal

Segundo o professor de robótica do SESI de Americana e técnico da equipe, Denis Rodrigo Santana, 54 alunos já passaram pela equipe. Para o técnico, apesar da pressão sofrida por ser a atual campeã mundial de robótica, a equipe conseguiu desenvolver muito bem todos os desafios propostos no Torneio da FLL: Projeto de Pesquisa; Design do Robô; Desafio do Robô e a Core Values, quando é avaliado o trabalho em equipe.

Todos esses critérios de avaliação, de acordo com o professor, trazem muitos benefícios para os estudantes. “Eles desenvolvem o trabalho em equipe, desenvolvem a pesquisa e ainda desenvolvem conceitos tecnológicos, então, tudo isso já dá essa formação ao estudante. A gente vê que abre portas também para o mercado de trabalho”, destaca o técnico, que enfatiza que entre os ex-alunos de robótica, que já concluíram o ensino médio, o tempo de espera por uma vaga de emprego não costuma ultrapassar dois meses.

O torneio
O Torneio SESI de Robótica FIRST® LEGO® League ocorreu no Pier Mauá, no Rio de Janeiro, durante o Festival SESI de Robótica 2019, que reuniu mais de 1,2 mil estudantes de 9 a 16 anos de todo o país.

O Serviço Social da Indústria (SESI), que investe em programas de robótica desde 2006, é o responsável pela realização do torneio no Brasil. Cada equipe deve ter obrigatoriamente dois treinadores: técnico e mentor; e dois a dez competidores. As equipes precisam resolver um conjunto de problemas do mundo real vivenciados por profissionais como cientistas e engenheiros. 

Além dos primeiros colocados passarem para o World Festival, outras equipes também se classificaram para torneios na Austrália, Estados Unidos, Líbano, Turquia e Uruguai.

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Educação
19/03/2019 05:00h

De 84 grupos, a equipe Jedi’s foi a campeã da etapa nacional e conseguiu o passaporte para a etapa mundial, em Houston

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A dedicação de oito alunos da Escola SESI Luiz Latorre, de Jundiaí (SP), foi recompensada com o primeiro lugar no Torneio de Robótica organizado pelo SESI, em parceria com a fabricante de brinquedos LEGO, realizado no fim de semana, no Rio de Janeiro. De 84 grupos, a equipe “Jedi’s” foi a campeã da etapa nacional. Com isso, conseguiu o passaporte para a etapa mundial, no World Festival, considerado a Copa do Mundo da Robótica. O campeonato vai ocorrer entre os dias 17 e 20 de abril próximo, na cidade de Houston, nos Estados Unidos.

O Torneio de Robótica FIRST® LEGO® é um programa internacional de exploração científica, projetado para fazer com que crianças e jovens de nove a 16 anos se entusiasmem com ciência e tecnologia e adquiram habilidades de trabalho e de vida. Propõe que estudantes sejam apresentados ao mundo da ciência e da tecnologia de forma divertida, por meio da construção e programação de robôs feitos inteiramente com peças da tecnologia LEGO. 

A cada ano, o torneio tem um tema central. Em 2019, a temática foi “Into Orbit”. Os participantes tiveram que trabalhar em cima de soluções para as problemáticas que envolvem o espaço e desenvolver facilitadores para a vida dos astronautas. A equipe “Jedi’s” desenvolveu uma calça que emite impulsos, com o objetivo de reduzir a perda de massa muscular e de densidade óssea durante as missões no espaço. Além de apresentar o trabalho de pesquisa, os alunos foram avaliados ainda em programação e trabalho em equipe.

Para uma das mentoras do grupo, Júlia Leite Batista, 16 anos, um dos grandes desafios foi, justamente, a apresentação do robô. Dentro do torneio, os juízes avaliam o desempenho das equipes em cerca de 19 missões. Uma delas é o funcionamento de um robô, todo programado com as peças de LEGO. O robô precisa ser autônomo e executar uma tarefa, em 30 segundos. Mesmo com algumas variações dentro da apresentação, os “Jedi’s” concluíram perfeitamente a missão. “A gente estava treinando para isso. Nossa meta era o primeiro lugar. A gente foi com essa intenção. Na hora, sempre dá um nervoso. Foi um pouco de surpresa, mas estávamos treinando para isso e nosso esforço foi válido”, avalia Júlia.

Ao lado dela, outras cinco meninas e dois meninos subiram ao pódio. Agora, a expectativa é trabalhar o inglês e aprimorar ainda mais as habilidades para enfrentar a etapa em Houston. “Estamos muito animados e ansiosos para a próxima etapa, principalmente, porque é um outro país, uma nova cultura”, afirma Julia. “Vamos ter que usar uma outra língua, o inglês;  tudo que fizemos até agora terá que ser traduzido para o inglês. Vamos ter que trabalhar muito duro também porque o estilo do torneio é diferente, mas estamos muito animados para conhecer coisas novas. Acho que essa parte pode influenciar no nosso futuro”, ressalta.

O resultado dos estudantes de Jundiaí vem depois do vice-campeonato brasileiro e do 3º lugar no World Festival dos Estados Unidos, em 2018. A evolução, segundo o técnico da equipe, Clayton Rafael Ribeiro, foi à base de muita empenho e foco por parte dos alunos. “Os alunos estavam muito focados, muito dedicados, apresentaram muito bem. Todos os juízes adoraram eles. Eles [os alunos] têm muita propriedade no que estão falando. Então, explicaram, embasaram [suas falas] em especialistas, artigos, livros. Então, [os juízes] gostaram muito e para a gente foi sensacional”, afirma o técnico.

Na missão robô, os alunos ficaram em terceiro lugar durante o torneio. Essa foi uma marca importante para São Paulo e para o Brasil. “A gente ficou muito feliz. [Os alunos] se dedicaram muito e isso mostra o foco deles durante o torneio, a vontade de estar lá, de fazer melhor e mostra que estamos no caminho certo, não só o SESI de Jundiaí, mas sim o Brasil, porque a gente também está trazendo bons resultados de fora”, pondera Clayton.

Ciência e tecnologia nas escolas

Desde 2006, o SESI investe na inserção da robótica educacional nas salas de aula. Atualmente, todas as suas 505 escolas pelo Brasil contam com o programa no currículo. Até o ano passado, o SESI realizava anualmente apenas o Torneio de Robótica FIRST LEGO, criado em 1998 pela FIRST, uma organização não governamental, em parceria com o Grupo LEGO. O SESI é a instituição responsável pela organização do torneio (etapas regionais e nacional) no Brasil desde 2013.
 

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