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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Sistema S

Educação
01/11/2019 05:34h

Última edição do ano, no último dia 26, levou serviços como corte de cabelo e vacinação para moradores da região de Santana

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As quatro edições do projeto “SESI SENAI nos Bairros” levou ações gratuitas de cidadania, saúde, educação e lazer para mais de seis mil amapaenses em 2019. No total, foram mais de 13 mil atendimentos realizados, que vão desde corte de cabelo até vacinação contra gripe e sarampo. A última edição do ano ocorreu em Santana, no último dia 26, onde foram distribuídas refeições gratuitas e feitos quatro mil atendimentos aos moradores da região.

Segundo o coordenador de mercado e gestão corporativa do SESI SENAI, Eduardo Costa, a maior procura é por atendimentos na área da saúde. O gestor lembra que o projeto atende principalmente as regiões mais carentes do estado.

“É isso que a gente quer. Por meio desses projetos, o objetivo é levar atendimento a quem está lá na ponta, em áreas periféricas, com várias mazelas ao seu redor. A ideia é que essas pessoas tenham uma facilidade no acesso a esses serviços que são básicos, mas que se tornam difíceis em virtude de estrutura do bairro e da atuação do setor público”, apontou.

“Nós estamos no colocando à disposição da sociedade. Podemos pontuar algumas ações como reparos e benfeitorias em espaços públicos por meio de uma rede colaborativa de parceiros, capacitação para fomentar a empregabilidade e levar serviços básicos para a sociedade para as áreas mais periféricas”, completou Costa.

O trabalho desempenhado por entidades do Sistema S, como SESI e SENAI, tem chamado a atenção no Congresso Nacional. Para a deputada federal Aline Gurgel (REPUBLICANOS-AP), os serviços oferecidos no estado, voltado especialmente aos mais jovens, precisa ser ampliado.

“O que mais queremos hoje é acelerar os empregos, é dar oportunidade à juventude, às mulheres. É muito importante o que fazem SESI e SENAI. Eu quero que esse trabalho tenha continuidade para que nossos netos e bisnetos também possam ser capacitados”, defende a parlamentar.

Levantamento do Instituto FSB Pesquisa, divulgado em julho deste ano, mostra que o SESI e o SENAI foram as instituições melhor avaliadas pela iniciativa privada por conta da qualificação profissional ofertada no país. Nove em cada dez empresários (91,2%) disseram ter imagem positiva ou muito positiva do SENAI. Já sobre o SESI, esse percentual foi de 79,4%. 

A pesquisa realizada com quatro mil empresários revela ainda que, em uma escala de zero a dez, SESI e SENAI receberam nota 7,0 por sua contribuição profissional, com avaliação superior a de instituições das redes pública e privada. De acordo com a pesquisa, 85,2% dos empresários avaliaram o trabalho das entidades administradas pela indústria como bom ou ótimo.

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Educação
02/10/2019 11:50h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas transversais e metalmecânica demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Bahia terá de qualificar 389.750 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta semana.

Segundo o levantamento, entre as áreas que mais demandarão técnicos capacitados em quatro anos estão transversais (13.818); metalmecânica (9.288) e energia e telecomunicações (7.938). São chamados de profissionais transversais aqueles que trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção.

De acordo com a gerente de Educação Profissional do SENAI da Bahia, Patrícia Evangelista, essas e outras vagas de trabalho estarão disponíveis, mas o mercado vai exigir uma especialização, que pode ser adquirida por meio da formação ou qualificação técnica. 

“É um caminho de acesso ao mercado de trabalho. São oportunidades que o jovem tem de acessar, seja o primeiro emprego, seja se manter no mercado, ou seja buscar uma nova oportunidade a partir de programas de qualificação”, considera.

Metalmecânica

Na Bahia, o setor de metalmecânica precisará, segundo o estudo do SENAI, qualificar 20.094 novos profissionais técnicos nos próximos quatro anos. Essa área é vista como estratégica para a indústria, já que quase todas as outras do setor produtivo dependem dela. As indústrias desse segmento transformam metais nos mais diversos tipos de produtos, como máquinas e tubulações.

Para o diretor-executivo de Tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Alfredo Delgado, a educação profissional é o grande diferencial para quem busca uma vaga de emprego dentro do setor industrial.

“A educação profissional é a solução. Quando a gente fala de vagas nas empresas que não estão sendo preenchidas, normalmente é que a pessoa não atende os skills, ou seja, não tem o perfil que está sendo procurado”, ressalta.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados e fomentar a economia no país, o deputado federal Daniel Almeida (PCdoB) afirma que a solução é ampliar a oferta de formação técnica e profissional. “A formação técnica é absolutamente essencial para qualquer economia, para qualificar mão de obra” destaca.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão padeiros, confeiteiros e afins (6.106) e mecânicos de manutenção de máquinas industriais (5.949).

Para quem tiver interesse em saber mais sobre alguma dessas áreas, basta acessar o site fieb.org.br ou comparecer a uma das unidades da instituição. Mais informações podem consultadas pelo telefone (71) 3534-8090.
 

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Educação
01/10/2019 16:23h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de transversais, metalmecânica e informática demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Rio Grande do Sul terá de qualificar 830.181 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Por ano, mais de 90 mil alunos procuram cursos nas unidades gaúchas do SENAI. A tendência é que, nos próximos anos, esse número cresça, segundo o diretor regional da instituição no Rio Grande do Sul, Carlos Trein. Com a nova revolução industrial, a chamada Indústria 4.0, Trein defende uma nova postura dos profissionais que já estão no mercado e dos que ainda estão por vir.

“Nós temos determinados segmentos industriais que são fortemente impactados pelas mudanças estruturais que estamos vivendo. Essas mudanças exigem alteração também de perfil de quem trabalha na indústria, inclusive para atuar em novas ocupações não previstas ainda, frente aos desafios que nós temos no futuro”, ponderou.

O diretor regional do SENAI gaúcho aponta ainda que a instituição está preparada e estruturada para esse novo cenário. “Todos os nossos cursos estão sendo revisados para a inserção de novas competências. Com isso, podemos desenvolver, cada vez mais, o profissional dentro desse cenário”, ressalta Trein.

Segundo dados do Ministério da Economia, a redução de custos no Brasil a partir da migração da indústria para o conceito 4.0 será de, no mínimo, R$ 73 bilhões. “Estamos oferecendo uma série de serviços para ajudar as empresas de todos os portes a fazer essa adequação, a incorporar essas tecnologias para que continuem sendo competitivas no cenário nacional e mundial”, completa.

Demanda

Na lista das áreas com maior demanda de técnicos até 2023, a metalmecânica vai precisar de 1.193 profissionais para suprir a demanda. O setor é visto como estratégico para a indústria, já que quase todas as outras áreas do setor produtivo dependem dela. As indústrias desse segmento transformam metais nos mais diversos tipos de produtos, como máquinas e tubulações.

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Para o diretor-executivo de Tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Alfredo Delgado, a educação profissional pode ser a diferença nesse novo mercado da Indústria 4.0. “A educação profissional é a solução. Quando a gente fala de vagas nas empresas que não estão sendo preenchidas, normalmente é que a pessoa não atende os skills, ou seja, não tem o perfil que está sendo procurado”, alerta Delgado.

O deputado federal Darcísio Perondi (MDB-RS) defende mais investimentos para a educação profissional. Para ele, esse é o caminho para gerar mais empregos. “O aluno já sai no mercado de trabalho com duas opções: ou empreende ou é absorvido pelo mercado. Precisamos ter, cada vez mais, recurso para o ensino profissionalizante”, opina.

Além de metalmecânica, as áreas que mais vão demandar a capacitação de profissionais com formação técnica no Rio Grande do Sul são transversais, energia e telecomunicações, informática e eletroeletrônica. Os profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção.

Segundo o Mapa do Trabalho Industrial, até 2023, entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de preparadores e operadores de máquinas-ferramenta convencionais (14.181) e mecânicos de manutenção de máquinas industriais (12.721). Mais informações sobre vagas e cursos podem ser consultadas pelo 0800 51 8555.

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Educação
01/10/2019 15:27h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas transversais e energia e telecomunicações demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Maranhão terá de qualificar 88.344 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

De acordo com o estudo, as ocupações industriais que mais vão precisar de profissionais qualificados para atuar dentro e fora da indústria são mecânicos de manutenção e máquinas (2.328), trabalhadores de instalações elétricas (2.012), mecânicos de manutenção de veículos automotores (1.545) e eletricistas de manutenção eletroeletrônica (1.305)

O coordenador de Ações Estratégicas da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (FIEMA), José Henrique Polary, afirma que as empresas localizadas no estado vão contratar esses profissionais, desde que eles estejam preparados. 

“A educação profissional é fundamental para o Maranhão. As empresas demandam muito a qualificação profissional e entendem que a mão de obra que é colocada no mercado por meio da educação formal está abaixo da demanda que o sistema produtivo precisa”, aponta.

De acordo com Polary, o SENAI promove a educação profissional no estado por meio de unidades fixas e móveis. Segundo o coordenador, as estruturas itinerantes levam a capacitação para o interior do estado, oferecendo oportunidades profissionais para a população dessas regiões.

“O SENAI tem um amplo portfólio de cursos e também atua naqueles municípios que não podem ser atendidos diretamente pelas unidades fixas, é aí que entram as unidades móveis”, completou.

Qualificação profissional

O setor da construção terá a maior demanda por profissionais formados em cursos de qualificação com carga horária inferior a 200 horas. Nos próximos quatro anos, 16.113 trabalhadores precisam estar capacitados para atuarem no estado.

A Marka Engenharia é uma empresa maranhense que atua no setor de construção civil, com obras industriais, residenciais, comerciais e de infraestrutura. O sócio-diretor da empresa, Edimilson Pires, defende que a capacitação profissional é o meio mais eficiente para que o segmento se mantenha aquecido, sobretudo porque os profissionais se mantêm atualizados.

“É muito importante que a gente tenha essa capacitação, essa formação de pessoal na área. Entendo que a formação é fundamental para garantir o futuro da construção civil”, defendeu.

O deputado federal Zé Carlos (PT-MA) salienta que, com o dinamismo da indústria, novas ocupações surgirão ao longo do tempo. Na avaliação do parlamentar, é com capacitação profissional que o setor vai acompanhar essas mudanças e continuar tendo relevância na economia do país.

“Haverá novas profissões que vão ser necessárias. E, fundamentalmente, a capacitação está inerente a isso. Nós temos que investir em capacitação. Toda empresa deve investir em capacitação”, pontua.

O Mapa do Trabalho Industrial mostra ainda que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de coloristas (1.802) e técnicos em eletrônica (1.408).

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Para quem tiver interesse em saber mais sobre uma dessas áreas, é só acessar o site fiema.org.br/senai ou comparecer a uma das unidades da instituição no estado. Mais informações podem consultadas pelo telefone (98) 3212-1800.

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Educação
01/10/2019 15:09h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de transversais e energia e telecomunicações demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado da Paraíba terá de qualificar 99.118 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Só de profissionais com habilidades transversais, o estado precisará qualificar 4.415. Esses profissionais são aqueles que trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção. Em seguida, as principais demandas virão das áreas de energia e telecomunicações (1.792); informática (1.397); têxtil (1.290); e metalmecânica (1.266).

Segundo o gerente-executivo de Educação Profissional e Tecnologia do SENAI da Paraíba, Janildo Sales, o setor da construção civil é responsável por aproximadamente metade do trabalho industrial realizado no estado. 

“A construção civil é transversal. Quando você está fazendo a construção de um condomínio, uma residência, você irá necessitar de profissionais com outras habilidades. Isso proporciona desenvolvimento amplo para todas as cidades”, aponta.

Para Sales, o SENAI está atento às dinâmicas e mudanças presentes na indústria paraibana e oferece cursos atualizados com o objetivo de abrir o leque de oportunidade para os alunos da região.

“Surgirão novas profissões. A gente tem incentivado as escolas a construírem. Estamos construindo novas ações, novos cursos. Nas nossas ações, também estamos trabalhando as metodologias ativas para que o aluno possa sair com uma condição de encarar o mercado de trabalho”, completou.

Qualificação profissional

A área têxtil será a quarta com maior demanda de formação por técnicos até 2023 no estado. Magno Rossi é diretor de uma fábrica da Coteminas na Paraíba. A empresa, com sede em Minas Gerais, conta com cerca de 1.400 funcionários e atua nas áreas de fiação e tecido de algodão. Para Rossi, a atuação do SESI e do SENAI é fundamental na formação de mão de obra qualificada para o setor.

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

“Nós temos agora no SENAI, em João Pessoa, uma escola têxtil, onde fazem a formação de técnicos e até em curso superior na formação têxtil. Isso nos ajuda muito. O SENAI é fundamental. Tanto o SENAI, na parte técnica, quanto o SESI, na parte de saúde e segurança, são fundamentais para o nosso desenvolvimento”, ressaltou.

Para o deputado federal Ruy Carneiro (PSDB-PB), a capacitação profissional é fundamental, inclusive, para que os profissionais paraibanos possam atender às demandas de empresas instaladas fora do estado.

“Nós temos, às vezes, empresas que vêm de fora e precisam de uma mão de obra qualificada. Esse treinamento de mão de obra faz com que nós não percamos empregos no estado”, pontua.

O Mapa do Trabalho Industrial mostra ainda que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de técnicos de planejamento e controle de produção (2.114); e técnicos em eletrônica (987).

Para quem tiver interesse em saber mais sobre alguma dessas áreas, é só acessar o site fiepb.com.br/senai ou comparecer a uma das unidades do SENAI. Mais informações podem consultadas pelo telefone (83) 2101-5311.

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Educação
30/09/2019 15:30h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de metalmecânica e eletroeletrônica demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Amazonas terá de qualificar 142.089 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo o gerente da Escola SENAI Antônio Simões, em Manaus, José Nabir, os setores que mais vão demandar mão de obra qualificada no estado são os de metalmecânica e eletroeletrônica. Nabir aponta que a capacitação dos jovens locais pode ajudar na inserção no mercado de trabalho e lembra ainda dos desafios que devem ser enfrentados com as recentes demandas tecnológicas.

“Há também a necessidade de requalificarmos os profissionais que já estão inseridos no mercado de trabalho. Em função da mudança tecnológica e do contexto do emprego, eles vão precisar voltar para as escolas de formação profissional, em especial dentro do SENAI no Amazonas, para fazer essa requalificação e aperfeiçoamento profissional”, explicou o gerente.

O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM) acredita que é necessário treinar e qualificar profissionais no estado, principalmente por conta do desenvolvimento da Zona Franca de Manaus. “O complemento da educação formal acadêmica é a educação profissional, na qual as estruturas do Sistema S cumprem um papel fundamental, possibilitando que a gente tenha melhoria na qualidade da mão de obra. O desafio é enfrentar um dos maiores problemas da economia nacional, que é a produtividade. Quanto mais educação profissional tivermos, maior é a produtividade da nossa indústria, que é um elemento fundamental para que ela seja competitiva”, defendeu o parlamentar.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados estão as de montadores de equipamentos eletroeletrônicos (22.307) e operadores de processos das indústrias de transformação de produtos químicos, petroquímicos e afins (1.964).

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Já a demanda por capacitação de profissionais com formação técnica no Amazonas será maior nas áreas transversais; metalmecânica; equipamentos de transporte e veículos; eletroeletrônica; e energia e telecomunicações. Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção.

Os jovens que tiverem interesse em uma dessas áreas podem acessar o site fieam.org.br ou comparecer a uma das unidades do SENAI no estado. Mais informações podem consultadas pelo telefone (92) 3182-9975.

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Educação
30/09/2019 09:06h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, as áreas de metalmecânica e energia e telecomunicações demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Acre terá de qualificar 13.555 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo a gerente de educação profissional do SENAI do Acre, Geane Reis, os setores que mais vão demandar mão de obra qualificada no estado são os de energia e telecomunicações, construção civil e eletroeletrônica.

“As empresas precisam de uma formação profissional sólida e o jovem precisa buscar essas qualificações, não só no aspecto técnico da ocupação, mas principalmente das habilidades e capacidades socioemocionais. O jovem precisa estar de olho nesses indicadores e informações, quais áreas têm maior demanda e focar a formação nessas áreas”, pontuou a gerente.

Energia e telecomunicações

O setor de energia e telecomunicações, segundo estudo do SENAI, precisará qualificar 405 novos profissionais nos próximos quatro anos no estado. Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações (ABTelecom), Luiz Rocha, é preciso também estar atento às mudanças do mercado, que está em um momento diferente. Com o fenômeno da Indústria 4.0, os profissionais precisam estar munidos de outras ferramentas.

“O mundo e o país estão entrando em uma situação de tecnologia, da quinta geração de telefones celulares e o uso intensivo de internet das coisas (IoT), apresentando uma oferta de comunicação surpreendente, que nunca aconteceu e vai crescer rapidamente. Com essa disponibilidade de tecnologia, há também novas demandas tecnológicas para outros produtos, sistemas, aplicações e serviços”, aponta.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados, a saída, na avaliação da deputada federal Mara Rocha (PSDB-AC), é ampliar a oferta de vagas de formação técnica e profissional, destinadas principalmente aos mais jovens. 

“É muito bom ver o jovem capacitado, esse trabalho indo nas periferias. Isso é bom para o Brasil. É mão de obra qualificada, significa preparar as pessoas para exercer com maestria uma determinada profissão. A qualificação melhora demais a qualidade de vida das pessoas”, pondera a parlamentar.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de trabalhadores de instalações elétricas (516); e mecânicos de manutenção de veículos automotores (291).

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Já a demanda por capacitação de profissionais com formação técnica no Acre será maior nas áreas de metalmecânica; energia e telecomunicações; transversais; construção; e eletroeletrônica. Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção. 

Os jovens que tiverem interesse em uma dessas áreas podem acessar o site senaiac.org.br ou comparecer a uma das unidades do SENAI no estado. Mais informações podem consultadas pelo telefone (68) 3212-4200.

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Educação
30/09/2019 09:05h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de energia e metalmecânica demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado de Rondônia terá de qualificar 56.621 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo o gerente de educação do SESI, SENAI e IEL em Rondônia, Jair Santiago, os setores que mais vão demandar mão de obra qualificada no estado são os de energia e metalmecânica e, em menor proporção, a agroindústria. Para se ter ideia, o estado conta com 14 milhões de cabeças de gado e exporta carne bovina para 50 países.

Santiago explica que a expansão do setor de proteína animal é um dos motivos para que os jovens rondonienses escolham fazer um curso técnico, já que aumenta as chances de entrar no mercado de trabalho. 

“O SENAI está fazendo um investimento muito grande para modernizar laboratórios na área de refrigeração, um setor muito grande aqui, para atender também o setor de alimentos. Outro potencial que tem aqui mas ainda não é muito explorado é o de cerâmica vermelha (tijolos e telhas). A principal demanda, entretanto, é na área de eletrotécnica”, apontou.

Metalmecânica

O setor de metalmecânica precisará, segundo estudo do SENAI, qualificar 763 novos profissionais nos próximos quatro anos no estado. A ocupação de ferramenteiro é uma das mais importantes no processo de produção da Ciclo Cairu, empresa local que fabrica e comercializa peças de bicicletas para os demais estados. 

Um dos funcionários da empresa, Leandro Santos já passou por diversos cursos técnicos e profissionais pelo SENAI. Para ele, a entrada no mercado de trabalho depende de um currículo qualificado.

“O curso profissional hoje é muito importante para trabalhar na indústria ou em qualquer outra área que você for ingressar. Hoje, as empresas cobram muito conhecimento. A questão não é só você ter força de vontade para trabalhar, ser esforçado. Apesar de isso contar muito, é necessário também estar apto tecnicamente”, contou.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados, a saída, na avaliação do deputado federal Léo Moraes (PODE-RO), é ampliar a oferta de vagas de formação técnica e profissional, destinadas principalmente aos mais jovens.

“Cada vez mais o mercado se afunila e exige preparo dos ingressantes. Por conta disso, os cursos técnicos preparatórios, assim como institutos federais, são muito importantes para que a gente encontre alternativas de capacitar nossos adolescentes e jovens. Muito se fala em desemprego, mas não se fala na mesma intensidade em capacitação”, ressaltou o parlamentar.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de mecânicos de manutenção de veículos automotores (1.575) e instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (825).

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Já a demanda por capacitação de profissionais com formação técnica em Rondônia será maior nas áreas transversais; energia e telecomunicações; e metalmecânica; eletroeletrônica e informática. Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção. 

Os jovens que tiverem interesse em uma dessas áreas podem acessar o site portal.fiero.org.br ou comparecer a uma das unidades do SENAI no estado. Mais informações podem consultadas pelo telefone (69) 3216-3400.

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Educação
30/09/2019 09:03h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas de energia e metalmecânica demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado do Amapá terá de qualificar 10.759 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo a coordenadora das unidades SENAI em Macapá e Santana, Rayza Aires, o estado possui uma indústria “pulverizada”. Além das áreas de energia e metalmecânica, que vão demandar mais técnicos capacitados, os cursos voltados para os setores de alimentos e bebidas, mineração e construção civil também podem garantir vagas no mercado de trabalho.

“A gente tem uma indústria que está se aquecendo no Amapá. É importante que as pessoas se preparem para o ingresso nessas atividades industriais. Muitas vezes, os industriários precisam buscar mão de obra qualificada em outros estados. Se preparar é muito importante, o SENAI está aqui para desenvolver esse tipo de qualificação”, afirmou Rayza.

Energia

O setor de energia precisará, segundo estudo do SENAI, qualificar 426 novos profissionais nos próximos quatro anos no estado. A Usina Hidrelétrica Cachoeira Caldeirão, localizada em Tartarugalzinho, faz uso da mão de obra com formação profissional, além de aperfeiçoar os conhecimentos dos funcionários em Saúde e Segurança do Trabalho (SST) anualmente.

O gerente operacional da usina, Glauciney de Castro, reforça que o SENAI é um grande parceiro na hora de aprimorar o conhecimento entre os funcionários. “A gente sempre aprende alguma coisa nova quando vamos aos treinamentos. Às vezes, as regulações mudaram, o equipamento de segurança passou por aperfeiçoamento. Então, acaba sendo uma troca positiva”, afirma.

Como forma de mudar a realidade de milhões de brasileiros que estão desempregados, a saída, na avaliação do deputado federal Camilo Capiberibe (PSB-AP), é ampliar a oferta de vagas de formação técnica e profissional, destinadas principalmente aos mais jovens. 

“É isso que vai garantir a vaga no mercado de trabalho. Se quem é muito jovem não tiver experiência e qualificação, fica quase intransponível conseguir um emprego. É preciso ter a formação para ter a chance de acessar o trabalho e, a partir daí, se firmar na carreira com a experiência”, indicou o parlamentar.

Qualificação profissional

O Mapa do Trabalho Industrial mostra que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de trabalhadores de instalações elétricas (345); e trabalhadores de extração de minerais sólidos – operadores de máquinas (332).

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Já a demanda por capacitação de profissionais com formação técnica no Amapá será maior nas áreas de energia e telecomunicações; metalmecânica; logística e transporte; informática; e transversais. Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção. 

Os jovens que tiverem interesse em uma dessas áreas podem acessar o site ap.senai.br ou comparecer a uma das unidades do SENAI no estado. Mais informações podem consultadas pelo telefone (96) 3084-8930.

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Educação
30/09/2019 09:01h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, áreas transversais e energia e telecomunicações demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O estado de Sergipe terá de qualificar 63.183 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).
Flávio Augusto Lima Ribeiro, instrutor responsável pelas áreas técnicas do SENAI no estado, avalia que os novos desafios do setor industrial exigirão profissionais cada vez mais qualificados. 

“Considero que a educação profissional é fundamental para a formação da mão de obra qualificada com um novo perfil profissional, que atenda às necessidades de uma indústria focada em inovação, competitividade e produtividade”, aponta.

Para suprir a defasagem entre o número de vagas e o de técnicos na indústria, Ribeiro lembra que somente a formação e o aperfeiçoamento de profissionais vão modificar essa realidade. “Isso serve para que a indústria possa se tornar competitiva no cenário atual, adotando medidas de redução de custo, aumentando a produtividade e produzindo com qualidade”, completa.

Demanda

Na lista das áreas com maior demanda de técnicos, a metalmecânica vai precisar de 1.193 profissionais até 2023. O setor é visto como estratégico para a indústria, já que quase todas as outras áreas do setor produtivo dependem dela. As indústrias desse segmento transformam metais nos mais diversos tipos de produtos, como máquinas e tubulações.

Para o diretor-executivo de Tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Alfredo Delgado, a educação profissional pode ser a diferença nesse novo mercado da Indústria 4.0. “A educação profissional é a solução. Quando a gente fala de vagas nas empresas que não estão sendo preenchidas, normalmente é que a pessoa não atende os skills, ou seja, não tem o perfil que está sendo procurado”, alerta Delgado.

Além de metalmecânica, as áreas que mais vão demandar a capacitação de profissionais com formação técnica em Sergipe são transversais; energia e telecomunicações; informática; e construção. São chamados de profissionais com qualificação transversal aqueles que trabalham em qualquer segmento, como técnicos em eletrotécnica e técnicos de controle da produção.

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Arte: Sabrine Cruz e Italo Novais/Agência do Rádio Mais

O Mapa do Trabalho Industrial mostra ainda que entre as ocupações que exigem cursos de qualificação e que mais vão demandar profissionais capacitados, estão as de montadores de equipamentos eletroeletrônicos (2.664); e trabalhadores na fabricação e conservação de alimentos (2.026). Mais informações sobre vagas e cursos podem ser consultadas pelo site se.senai.br ou pelo telefone (79) 3226-7223.

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