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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Influenza

07/07/2020 05:00h

Cobertura foi de 88,8%, número abaixo da meta do governo

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Finalizada a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, 17 milhões de pessoas que precisavam se vacinar não foram imunizadas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número representa 11,2% do público- alvo da campanha. A meta do governo era de alcançar ao menos 90% desse grupo. Foram alcançados 88,8%.

MS recomenda ampliação da vacinação contra gripe nos municípios

O grupo com a menor cobertura vacinal foi de pessoas entre 55 e 59 anos de idade: pouco mais de metade do grupo se vacinou, 55,86% de cobertura. 60,91% das gestantes se vacinaram. Entre crianças de até cinco anos de idade a cobertura foi de 61,60%. Professores de escolas públicas tiveram 68,56% de cobertura vacinal.

Como o período da campanha acabou, agora as doses da vacina contra a Influenza que sobraram estão disponíveis para o restante da população, mesmo aqueles que não se encaixam no público-alvo. A vacinação é ainda mais importante durante a pandemia de covid-19, já que as duas doenças possuem sintomas semelhantes e a imunização ajuda os médicos a identificarem rapidamente quais casos podem ser causados pelo novo coronavírus.

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24/06/2020 12:00h

Campanha vai até a próxima terça-feira (30). Gestantes, crianças de até 5 anos e puérperas ainda estão longe da cobertura vacinal recomendada

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A uma semana do fim da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, 20,8 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo ainda precisam se vacinar. Até agora, 84% do público visado pelo Ministério da Saúde já recebeu a vacina - são 58 milhões de pessoas. A meta é atingir 90% de cobertura vacinal.

Entre idosos e trabalhadores da área de saúde a vacinação atingiu 100% do público. Mas os grupos que menos se vacinaram foram as gestantes, que tiveram 53% de cobertura vacinal, crianças de até 5 anos de idade, somente 53,2% foram vacinadas, e as puérperas, que atingiram 63,8%.

A vacinação contra a influenza é importante para reduzir o número de casos graves e de mortes pela gripe. A imunização é ainda mais importante neste momento porque ajuda a diminuir a procura por hospitais, que vão poder focar seus esforços no atendimento de pacientes da covid-19. A campanha de vacinação vai até a próxima terça-feira, dia 30 de junho. 

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Saúde
10/05/2020 04:00h

A última fase da campanha será dividida em duas etapas

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Entre 11 de maio e 5 de junho, o Ministério da Saúde realiza a terceira e última fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe que será dividida em dois momentos. Na primeira etapa, entre 11 e 17 de maio, vão ser vacinadas crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes, puérperas no pós-parto até 45 dias e pessoas com deficiência. 

A segunda etapa, no período de 18 de maio a 5 de junho, irá incluir pessoas de 55 a 59 anos e professores. Assim, o último dia de vacinação que estava agendado para o dia 22 de maio, agora com o novo calendário passa a ser no dia 5 de junho.

Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), afirma que, quando as gestantes ou mães no pós-parto recebem a vacina contra o vírus Influenza, elas transferem anticorpos para os filhos.

"As crianças pequenas já recebem na amamentação uma proteção muito importante. Além disso, quando vacinamos a grávida, essa transferência de anticorpos e essas defesas que a mãe produz são transferidas para o bebê, protegendo esse primeiro semestre de vida.”

Em 2019, entre os grupos prioritários da campanha, menos de 70% das gestantes e das crianças foram vacinadas, segundo o Ministério da Saúde.

No senso comum, há um mal entendimento de que a vacina contra o Influenza causa gripe, ideia refutada por especialistas de saúde. O Epidemiologista da Fiocruz em Brasília, Cláudio Maieorovich, afirma que esse mito precisa ser desmistificado.

“A vacina é extremamente segura, são constituídas por vírus inativados, fracionados e purificados, portanto, não contêm vírus vivos e não causam a doença. Para aquelas pessoas com história de alergia grave a doses anteriores, administrar a vacina sob observação nos serviços de saúde. Então, reforça-se que não há a menor chance de contrair gripe ou alguma doença pelo fato de ter tomado a vacina”, disse o médico. 

Segundo o Ministério da Saúde, neste ano foi investido mais de R$ 1,1 bilhão na compra de 79 milhões de doses de vacina. Toda semana o órgão envia novas remessas da vacina aos estados, conforme as entregas do produto pelo  Instituto Butantan. Cada estado é responsável por distribuir as vacinas aos seus municípios.  

Em caso de fila, as pessoas, dos grupos prioritários, devem manter distância de dois metros da outra pessoa. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.

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Saúde
30/04/2020 06:07h

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Uma dúvida frequente durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe é se a pessoa com sintoma da gripe pode se vacinar. Afinal, o cidadão deve ir a um posto de saúde ou esperar que o quadro de saúde melhore?

Segundo Francieli Fontana, coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, a melhor alternativa para quem está com sintomas de gripe é esperar que essa fase passe antes de procurar pela vacina. Ela explica que esse adiamento evita confusão entre alguma reação adversa e os próprios sintomas da doença. 

Por exemplo, se alguém que está no período de incubação da gripe — ou seja, está infectado, mas ainda não apresentou sintoma —, ou só apresenta tosse e coriza, recebe a vacina e depois tem febre, fica difícil para o médico avaliar se é um agravamento da doença ou reação à injeção. Portanto, a melhor opção é ficar em casa até o fim dos sintomas. Francieli Fontana fala.

 “Para a pessoa que está gripada, a orientação do Programa Nacional de Imunização é que espere passar o quadro de síndrome gripal. Para que não haja confusão entre a vacinação e algum evento adverso, a gente solicita que as pessoas gripadas adiem a vacinação até a melhora do quadro.” 

A vacina protege contra os três tipos de vírus Influenza que mais circulam no nosso país. A composição é alterada todos os anos, seguindo o que preconiza a Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo é que ela seja eficaz e acompanhe a evolução dos vírus, que passam por mudanças em suas estruturas muito rapidamente. 

É importante tomar a vacina todo ano, pois a vacina do ano anterior não dá proteção adequada. Se você não tem sintoma de gripe e faz parte do grupo prioritário, procure um posto de atendimento para se vacinar, destaca Francieli Fontana.

“As pessoas que fazem parte do grupo-alvo de vacinação, como é uma vacina importante, se não se vacinarem podem adoecer ou desenvolver complicações, entre elas pneumonias ou até morte. É muito importante que as pessoas se vacinem.” 

Até 15 de abril, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe priorizou idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. No dia 16 de abril, começaram a ser vacinados membros das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários e população indígena.

De 9 a 22 de maio, terceira e última etapa da campanha será a vez dos professores, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, pessoas com 55 anos ou mais e pessoas com deficiência.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina é trivalente e protege contra os três tipos de vírus Influenza que mais circularam no hemisfério sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). A pasta pede que em caso de fila, mantenha distância de dois metros dos demais, principalmente idosos. 

E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil. 

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Saúde
30/04/2020 06:01h

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Neste ano, até o dia 21 de março, foram registrados 204 casos e 19 mortes por Influenza A (H1N1), 181 casos e 17 mortes por Influenza B, e 21 casos e 3 mortes por Influenza A (H3N2), segundo o Ministério da Saúde. Esses são os três tipos de vírus que mais circularam no Brasil no ano passado. Nesse período, o estado de São Paulo concentrou o maior número de notificações de Influenza A (H1N1), com 50 casos e 4 mortes. Em seguida, estão a Bahia, com 49 casos e 3 mortes, e o Paraná com 21 casos e 5 mortes. Em 2019 o país registrou 5.800 casos e 1.122 mortes pelos três tipos de vírus Influenza.

O Ministério da Saúde mantém o controle desses vírus no Brasil por meio da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). São 167 unidades nas cinco regiões do país que identificam os vírus respiratórios circulantes, monitoram o número de pessoas hospitalizadas e as mortes. Esse monitoramento define a composição da vacina do ano seguinte. Todos os brasileiros que compõem o público-alvo definido pelo Ministério da Saúde devem receber a vacina, explica a coordenadora Nacional de Imunização, Francieli Fontana. 

“Trabalhamos com um indicador de cobertura vacinal e temos uma meta de vacinação em todos os municípios. Para que a população esteja protegida, a meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários. Nós precisamos vacinar todas as regiões. A vacina é disponibilizada para todo o país porque todas as regiões devem se preocupar com a gripe. Há regiões em que o Influenza ocorre mais em um período e regiões em que ocorre em outros períodos. Por exemplo, a região Sul registra mais casos de gripe no inverno. Na região Norte os casos aumentam no período de chuva, mas a gripe circula em todo o país.”

A mudança constante do vírus requer a reformulação contínua da vacina contra a gripe. No SUS – Sistema Único de Saúde – a vacina é gratuita, segura e está disponível em mais de 41 mil postos de vacinação em todo o país. Mas a vacina também pode ser encontrada em unidades particulares de saúde. 

Além da imunização, especialistas sugerem medidas para diminuir a transmissão das doenças respiratórias. Marta Heloísa Lopes, professora do departamento de doenças infecciosas da USP, explica. 

“Neste momento, a coisa mais importante é evitar aglomerações, evitar o contato direto com as pessoas e, principalmente, fazer a higiene das mãos. Não colocar a mão no rosto, boca e nariz sem lavar as mãos é extremamente importante.”

O Ministério da Saúde pretende imunizar 67,6 milhões de pessoas até o dia 22 de maio, quando termina a 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. O Instituto Butantan é responsável pela produção de 79 milhões de doses, que estão chegando aos estados e ao Distrito Federal por remessa. Para mais informações, acesse saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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Saúde
30/04/2020 05:40h

O cronograma inicial previa que professores das redes pública e privada seriam vacinados no mesmo período. Agora, os educadores compõem os grupos prioritários na terceira fase, que começa em 9 de maio

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O Ministério da Saúde, anunciou que novos grupos prioritários foram incluídos no calendário da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários já podem se vacinar nesta segunda fase da campanha, que teve início no dia 16 de abril. 

A novidade é uma parceria entre os ministérios da Saúde e Infraestrutura, chefiada por Tarcísio Gomes de Freitas, com o intuito de manter o funcionamento dos serviços. 

O ministro da Infraestrutura afirmou que há logística pronta para receber esses profissionais em rodovias de todo o país. Segundo ele, os 130 postos de atendimento a caminhoneiros que funcionam com orientações e entrega de produtos de higiene e alimentação, também apoiam na vacinação deste grupo. 

“Os profissionais de transporte terão esse suporte. Eles entram na prioridade assim que acabar a vacinação dos idosos com 60 anos ou mais e dos trabalhadores da saúde. Isso é muito importante, porque vai garantir esse conforto a mais.” 

O Ministério da Saúde investiu cerca de R$ 1 bilhão para comprar 79 milhões de doses da vacina. Neste ano, a campanha foi antecipada de abril para março, com o objetivo de facilitar o diagnóstico do coronavírus, que tem sintomas semelhantes aos da gripe e evitar a sobrecarga do Sistema de Saúde. É importante ressaltar que a vacina protege contra os três vírus Influenza que causam a gripe, mas não protege contra o coronavírus. 

Com as alterações, o cronograma ficou assim: idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde foram vacinados na primeira etapa; a partir de 16 de abril, os grupos prioritários são membros das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários e população indígena.

A meta da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos, até o dia 22 de maio. O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece no sábado, dia 9 de maio.     

E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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Saúde
30/04/2020 05:32h

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Você, com certeza, já viu alguém reclamar que ficou doente depois que tomou vacina contra a gripe. Mas, será mesmo que, ao invés de proteger, a vacina pode deixar a pessoa gripada? A afirmação não passa de mito, afirmam os especialistas em Saúde. 

A exemplo de todos os anos, o Ministério da Saúde faz a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Algumas pessoas ficam preocupadas porque, em algum momento, tomaram a vacina e, alguns dias depois, estavam com sintomas de gripe. Como isso é possível? 

Marta Heloísa Lopes, especialista da Universidade de São Paulo (USP), diz que é impossível a vacina causar a gripe. Ela explica que os tipos de vírus presentes na composição da fórmula - que estimulam o organismo a produzir anticorpos -, estão “mortos.” 

“Isso é absolutamente mito, porque a vacina é de vírus mortos. E, além de ser de vírus mortos, os vírus são fracionados. Só há pedaços do vírus na composição da vacina. Não pode dar doença porque o vírus não está vivo, portanto, não consegue se replicar no nosso organismo.” 

Se a vacina não pode causar a gripe, como explicar o quadro gripal que aparece em muitas pessoas depois da injeção? Há muitas respostas, segundo os especialistas em Saúde. Uma delas é que, apesar de ter eficácia próxima a 70%, o organismo de alguns indivíduos não consegue desenvolver os anticorpos para evitar a doença. 

Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), responsável por indicar a composição da vacina a cada ano, afirma que o organismo leva cerca de duas semanas para ficar protegido depois da injeção. Ou seja, é possível que, nesse intervalo, a pessoa seja infectada pelos vírus Influenza, que causam a gripe, ou por vírus que causa o resfriado. 

Marta Lopes lembra que o inverno é a época de maior circulação dos vírus que causam infecções respiratórias. E acrescenta que é comum as pessoas confundirem sintomas de gripe com os de resfriado, entre eles tosse e coriza. 

“É a época de circulação dos vírus respiratórios. No inverno as pessoas ficam mais aglomeradas e esses vírus circulam mais. Tomou a vacina, teve um quadro que pode ser causado por qualquer outro vírus, e muitos vírus causam quadro de resfriado, nariz escorrendo ou tosse, e acham que foi pela vacina.” 

A vacina da gripe é eficaz contra os três tipos de vírus Influenza mais comuns no hemisfério sul. O mais conhecido deles é o Influenza A (H1N1). Os outros são o Influenza B e o A (H3N2). A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe vai até 22 de maio e foi dividida em três etapas, priorizando os grupos mais vulneráveis.

Na primeira fase, o público-alvo foi composto por idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. No dia 16 de abril começaram a ser vacinados membros das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários e população indígena. De 9 a 22 de maio, quando a campanha termina, é a vez de professores, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, pessoas com 55 anos ou mais e pessoas com deficiência.

Para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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Saúde
30/04/2020 05:30h

De janeiro a março deste ano foram confirmados 406 casos, com 39 mortes, pelos três tipos de vírus da gripe que mais circulam no Brasil

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De janeiro a março deste ano foram confirmados 406 casos, com 39 mortes, pelos três tipos de vírus da gripe que mais circulam no Brasil. O estado de São Paulo concentra o maior número de notificações de gripe por Influenza A (H1N1): 50 casos e 4 mortes. Em seguida, estão a Bahia, com 49 casos e 3 mortes, e o Paraná, com 21 casos e 5 mortes. As informações são do Ministério da Saúde.

Dos casos de gripe deste ano, 204 casos e 19 mortes foram por Influenza A (H1N1); 181 casos e 17 mortes por Influenza B; e 21 casos e 3 mortes por Influenza A (H3N2), segundo o ministério. No ano passado, o país registrou 5.800 casos e 1.122 mortes. 

O Ministério da Saúde mantém o controle desse vírus no Brasil por meio da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal (SG) e de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Esses serviços têm 167 unidades distribuídas nas cinco regiões do país, que identificam os vírus respiratórios circulantes, monitoram o número de pessoas hospitalizadas e as mortes, para definir a composição da vacina no ano seguinte. 

Todos os brasileiros que compõem o público-alvo definido pelo Ministério da Saúde devem receber a dose da vacina, como explica coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana.

”Trabalhamos com um indicador de cobertura vacinal. Temos uma meta de vacinação em todos os municípios para que a população esteja protegida. A meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários. Nós precisamos vacinar todas as regiões. A vacinação é disponibilizada para todo o país. Todas as regiões devem se preocupar com a gripe. Algumas regiões registram mais casos em um período e regiões em que ocorre com frequência em outros períodos. Por exemplo, na região Sul, o Influenza acontece mais no inverno; e na região Norte, no período de chuva. Mas circula em todo o país.” 

A mudança constante dos vírus da gripe requer uma reformulação contínua da vacina. No Sistema Único de Saúde (SUS), as vacinas são gratuitas, seguras e estão disponíveis em mais de 41 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina também pode ser encontrada em serviços de saúde particulares. 

Além da vacinação, especialistas sugerem como prevenção a higienização das mãos. Marta Heloísa Lopes, professora do Departamento de Doenças Infecciosas da USP, fala sobre isso.

“Neste momento, a coisa mais importante é evitar aglomerações, evitar contato próximo com outras pessoas e, principalmente, fazer a higiene das mãos. Não colocar a mão no rosto, boca e nariz sem lavar a mão também é extremamente importante.”

O Ministério da Saúde pretende vacinar no mínimo 90% dos grupos prioritários até o dia 22 de maio, quando termina a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. O Instituto Butantan é responsável pela produção de 79 milhões de doses, que estão sendo enviadas aos estados e Distrito Federal de forma escalonada, afim de facilitar o armazenamento da vacina em condições seguras para a vacinação da população-alvo conforme as fases definidas previamente.      

Em caso de fila as pessoas, principalmente os idosos, devem manter distância de pelo menos 2 metros dos demais. 

E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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Saúde
30/04/2020 05:25h

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Um dos grupos prioritários da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe é o das crianças de 6 meses a menores de 6 anos. Elas serão imunizadas na terceira etapa da campanha, que vai de 9 a 22 de maio. Nessa fase, também estão incluídas grávidas, mães no pós-parto, pessoas com 55 anos ou mais e pessoas com deficiência. 

A vacinação contempla crianças até 6 anos pois nesse período é maior o risco de desenvolver complicações graves a partir da gripe. Quem afirma é o presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renato Kfouri. 

“A vacina contra a gripe, contra o vírus Influenza, se mostrou efetiva (ou seja, protege as pessoas da doença) quando vacinamos crianças a partir dos seis meses de idade. Antes disso não há nenhuma demonstração de que a vacina tenha eficácia comprovada. E mais que isso: as crianças pequenas quase sempre estão em amamentação, o que já é uma proteção muito importante. Além disso, quando nós vacinamos a grávida – e a grávida está incluída nos grupos prioritários para receber a vacina da gripe –, os anticorpos e as defesas que a mãe produz são transferidas também para o bebê, protegendo esse primeiro semestre de vida.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe termina no dia 22 de maio. O Ministério da Saúde adquiriu 79 milhões de doses para imunizar pessoas em todo o Brasil. A vacina, composta por vírus inativado, protege contra os três tipos de vírus mais comuns no hemisfério sul: Influenza A (H1N1) e Influenza A (H3N2) e Influenza B.

Desde o início da campanha, a alta procura dos brasileiros pela vacina levou ao esgotamento temporário das doses nos estoques dos postos de saúde e nos demais pontos de vacinação. Mas isso não é motivo de preocupação, segundo o Ministério da Saúde. O repasse de remessas da vacina de forma escalonada era previsto por causa da antecipação da campanha, como explica a coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana.

“Estamos disponibilizando 79 milhões de doses da vacina contra o Influenza durante todo o período da campanha. Nós estamos fazendo a distribuição de forma escalonada. Conforme recebemos do Instituto Butantan vamos encaminhando aos estados.”

Em caso de fila nos postos de vacinação, mantenha distância de pelo menos 2 metros das outras pessoas, principalmente de idosos. E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, acesse saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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Saúde
30/04/2020 05:02h

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Os trabalhadores da saúde e os idosos com 60 anos ou mais, grupos prioritários da primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, realizada pelo Ministério da Saúde entre os dias 23 de março a 15 de abril, foram imunizados no início da campanha para não correrem risco de se contaminar, já que têm contato com grande número de pessoas.

Com a pandemia do coronavírus, a campanha foi antecipada e a atenção com a saúde desses profissionais foi redobrada. A vacina não protege contra à Covid-19, mas evita o surgimento de infecções paralelas, reduz as síndromes respiratórias e facilita a triagem dos pacientes. Na imunização contra os três tipos de vírus da gripe, o Ministério da Saúde pede que seja respeitado o distanciamento recomendado, de dois metros de uma pessoa para outra, e descentraliza a aplicação aumentando o número de postos. 

Se o profissional estiver imunizado contra o vírus Influenza, fica mais fácil diagnosticar outra doença no futuro. Quem explica é a pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Patrícia Canto.

“As pessoas do grupo prioritário da primeira fase da campanha que foram os idosos com 60 anos ou mais e os trabalhadores da saúde, precisaram ser imunizados primeiro. Com isso, você diminui o número de doentes que precisam do serviço de saúde e, se isso acontecer, você não tem aquela dúvida diagnóstica sobre se é coronavírus ou Influenza. É muito importante, neste momento, manter o sistema imunológico livre de outras doenças.”

Em muitos municípios os trabalhadores da saúde foram vacinados nos próprios postos de saúde em que trabalham. O Rio Grande do Norte tem quase 80 mil profissionais da área de saúde, segundo o Ministério da Saúde. Quem fala sobre a situação é Geraldo Ferreira Filho, presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte, que defende a imunização precoce dos profissionais.

“A cada ano a vacina se fortalece como medida preventiva para evitar afastamentos sistemáticos do trabalho e subtração dessa força de trabalho, que é tão importante para a população. Os profissionais da saúde têm plena consciência dessa importância e estão procurando [a imunização] de forma acentuada, chegando a um ponto – na fase de idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde – de haver falta da vacina em alguns setores.”

No dia 16 de abril começou a segunda etapa da campanha que compõe, membros das forças de segurança e salvamento, doentes crônicos, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, portuários e população indígena. De 9 a 22 de maio, quando a campanha termina, é a vez de professores, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto, pessoas com 55 anos ou mais e pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe em saude.gov.br/vacinabrasil.
 

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