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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Distrito Federal

Política
23/03/2020 03:29h

No modelo atual, o ICMS é cobrado no estado onde o produto é fabricado. Com a criação do IBS, o tributo passa a ser retido no destino da mercadoria

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Por conta do coronavírus, a comissão mista especial que analisa a reforma tributária no Congresso Nacional paralisou, por tempo indeterminado, as discussões do texto que atualizará o modelo de cobrança de impostos no Brasil. A informação foi confirmada pela assessoria da liderança da Maioria e segue recomendação do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

Segundo a deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF), o debate sobre o tema deve ser restabelecido assim que a pandemia estiver sob controle e não houver riscos à saúde de parlamentares e funcionários do Legislativo. O principal ponto defendido pela parlamentar é a simplificação tributária, que vai tornar o Brasil mais “produtivo” e “economicamente pronto para receber novos investimentos”.

“Temos um regimento tributário que dá insegurança jurídica ao empresário, ao investidor. Com o IVA, proposto nos dois textos, a população tem a possibilidade de saber o que está pagando de imposto. O nosso compromisso é de avançar com o tema e fazer uma reforma que, daqui seis ou 10 anos, não precise voltar a ser discutida”, espera.

O Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), a que se refere Paula Belmonte, é utilizado pela maioria dos países desenvolvidos para a tributação de bens e serviços e servirá de modelo para a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que une tributos federais, estaduais e municipais em um só.

A principal mudança é que, durante a cadeia produtiva, todo imposto pago pelos fornecedores vai gerar crédito para a próxima venda desse produto, evitando a cumulatividade das cobranças, principal alvo de críticas do setor produtivo.

Para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rodrigo Orair, esse “ajuste tributário” pode trazer benefícios ao país, como a entrada de investimentos estrangeiros e a entrada de produtos nacionais em outros mercados. 

“A cumulatividade do sistema atual gera ineficiência no setor produtivo, onera as exportações e os investimentos. No sistema de IBS, isso não ocorre. Se você dá crédito para o fornecedor, esse valor será investido, assim como se tira a dificuldade de acumular créditos de exportação. Hoje, o Brasil tem pouca competitividade internacional. Isso ocorre porque competimos com países que tem IVA, que têm IBS”, avalia.

ICMS

A fórmula de arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) também deve ser revista pelos parlamentares da comissão mista da reforma tributária. A princípio, a ideia de deputados e senadores é agregar essa tributação ao IBS, com alíquota padronizada em todos os entes da federação, com parte do valor flexível e sob competência dos estados, como prevê o texto da PEC 45/2019.

Além disso, a cobrança do imposto estadual deve ter a dinâmica invertida. No modelo atual, o ICMS é cobrado no estado onde o produto é fabricado. Com a criação do IBS, o tributo passa a ser retido no destino da mercadoria. 

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) vê isso com bons olhos, mas ressalva que isso fique “bem claro” para que quem tenha o próprio negócio não seja prejudicado.

“Se formos fazer isso, precisamos pensar como seria a definição sistêmica para os empreendedores que, por exemplo, produzem em uma cidade e pagam tributo em outra. Como será essa relação? Automática? O estado vai se incumbir dessa responsabilidade? Haverá mais obrigação acessória? São esses debates que precisam ser levantados para que tenhamos uma reforma tributária benéfica para a população”, pondera.
 

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Saúde
12/03/2020 11:32h

No Distrito Federal, dezesseis Regiões Administrativas estão com incidência alta ou média de dengue

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No Distrito Federal, dezesseis Regiões Administrativas estão com incidência alta ou média de dengue, este ano. Os dados são da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, da Secretaria estadual de Saúde. 

Fercal é a localidade com maior incidência de dengue, no DF, com 496 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Ao todo, são 109 casos prováveis de dengue em moradores da região administrativa, nas últimas nove semanas. 

Além disso, Sobradinho I e Sobradinho II, também na região de saúde norte, por exemplo, estão com alta incidência de dengue. As demais regiões do DF estão com média ou baixa incidência da doença. 

Em todo o DF, uma pessoa morreu e seis ficaram em estado grave em decorrência da doença. 

O DF notificou sete mil casos prováveis de dengue, neste ano, número que preocupa as autoridades em Saúde, porque houve um aumento de 64,6% de casos, se comparado ao mesmo período de 2019. O gerente da Gerência de Vetores de animais peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental do DF, Reginaldo Braga pede à população que ajude a combater os focos do mosquito. 

“O nosso trabalho, somente, não vai resolver o problema. Nós precisamos ter uma conscientização enorme do morador, porque o agente de saúde na casa dele, durante 24 horas, é ele mesmo. No dia que eu passo, identifico o problema, oriento o morador e peço que ele tire pelo menos 10 minutos por semana para identificar possíveis criadouros no lote e eliminar. Isso vai nos ajudar muito.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue.

Coordenador-Geral de Vigilância em Arbovirose, do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais de saúde, aliado às ações de mobilização da população.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
 

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Saúde
24/02/2020 05:43h

Mais de 500 militares do Corpo de Bombeiros vão dar suporte às equipes de Vigilância Ambiental.

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Os primeiros meses de 2020 são de intensificação das ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, no Distrito Federal. A doença foi responsável pela morte de 62 pessoas, no ano passado, no DF. Ao todo, foram registrados 53,9 mil casos suspeitos. Os números são da Secretaria de Saúde. 

Com o objetivo de impedir que esse quadro se repita, mais de 500 militares do Corpo de Bombeiros vão dar suporte às equipes de Vigilância Ambiental. Em janeiro, esse contingente vistoriou residências nas regiões do Guará, São Sebastião, Sobradinho, Fercal e Planaltina. A escolha das cidades foi feita com base nos índices de infestação.

O gerente da Gerência de Vetores de animais peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga, afirma que os militares receberam treinamento adequado e estão preparados para inspecionar, tratar ou eliminar possíveis criadouros, além de orientar a população com dicas de como impedir a proliferação do mosquito.

Mesmo com a ajuda do Corpo de Bombeiros, Braga reforça que a maior contribuição tem que ser dada pelos moradores, já que a eliminação de focos é uma tarefa simples, mas que precisa ser contínua.  

“O nosso trabalho, somente, não vai resolver o problema. Nós precisamos ter uma conscientização enorme do morador, porque o agente de saúde na casa dele, durante 24 hora, é ele mesmo. No dia que eu passo, identifico o problema, oriento o morador e peço que ele tire pelo menos 10 minutos por semana para identificar possíveis criadouros no lote e eliminar. Isso vai nos ajudar muito.”

A população do DF tem à disposição 518 agentes de combate ao mosquito, que circulam pelas regiões administrativas periodicamente. Cada agente visita, no mínimo, 20 imóveis por dia.  De acordo com a Secretaria de Saúde, 2019 terminou sem que 35% das residências fossem vistoriadas. O principal motivo foi a ausência dos moradores no momento da visita dos profissionais. 

O envolvimento dos moradores no combate ao mosquito é importante para evitar a propagação das doenças que ele transmite. A estudante Isabela Guimarães, de 21 anos, foi uma das vítimas. A moradora de Vicente Pires foi picada pelo mosquito no ano passado e contraiu dengue. Com os sintomas da doença, ela conta que foi difícil manter a rotina que vivia. 

“Eu sentia muita fraqueza, muita dor no corpo, atrás do joelho, atrás dos olhos. Eu não conseguia levantar da cama. Eu tive muita febre e não conseguia comer nada.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

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Saúde
22/02/2020 04:47h

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Em 2020, as vítimas do Aedes aegypti não param de surgir. Manoel Cardoso, de 31 anos, que trabalha como segurança, foi picado pelo mosquito no início deste mês. O morador de Santa Maria relata que os sintomas da doença “dificultaram a vida”. 

“Comecei a me sentir mal, com febre, com a pele avermelhada, dor atrás dos olhos, sem fome, com a língua amargando, fraco e sem conseguir me alimentar”.

O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do DF aponta 1,4 mil casos prováveis de dengue, notificados em janeiro. 

Santa Maria registrou 885 casos de dengue, em 2019. No entanto, as Regiões Administrativas mais afetadas pela doença foram Planaltina, com quase 5.700 casos registrados; Ceilândia, com mais de 4 mil ocorrências; e São Sebastião, com 3.129, segundo o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde.

O gerente de Vetores de Animais Peçonhentos da Diretoria da Vigilância Ambiental, Reginaldo Braga, aponta como principal fator para esse quadro, o fato dessas regiões terem muitos imóveis fechados ou abandonados, dificultando a vistoria realizada pelos agentes de combate. 

Por esse motivo, Reginaldo destaca que as ações serão intensificadas, e os trabalhos da Secretaria de Saúde em parceria com outras instituições serão fundamentais para a reversão desse quadro no DF.

“Só o Corpo de Bombeiros tem disponibilizado de 500 a 700 efetivos militares para nos ajudar. O SLU e a Novacap ajudam mais na questão dos manejos ambientais para retirarmos o máximo possível dos criadouros de dentro das casas. Claro que tem a morosidade, a burocracia, mas estamos tentando seguir o cronograma.”

O combate ao mosquito também é dever da população. Por isso, não deixe água parada. Encha pratinhos de vasos com areia, mantenha garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, tampe bem tonéis, barris e tanques e não esqueça de verificar se tem água parada no banheiro, principalmente nas instalações sanitárias, e na cozinha.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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Brasil
23/01/2020 01:00h

Situação de maior risco é no Espírito Santo, onde há possibilidade de formação de ciclone a partir desta quinta-feira (23)

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Institutos de meteorologia e de prevenção de desastres ligados ao governo federal divulgaram nesta quarta-feira (22) um alerta para o risco de tempestades nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Nesses locais, há previsão de chuvas fortes com possibilidade de deslizamentos e enchentes.
 
Para esta quinta-feira (23), é considerada alta a possibilidade de eventos de risco na Zona da Mata de Minas Gerais e região metropolitana de Belo Horizonte. Na região centro-sul do Espírito Santo, o risco é considerado muito alto, em especial a região metropolitana de Vitória. O restante do estado tem risco moderado.

No Rio de Janeiro, a Marinha divulgou uma nota alertando para possível formação de ciclone nesta quinta (23). O fenômeno também pode atingir o Espírito Santo, por conta de um centro de baixa pressão na costa do estado.

O meteorologista do Inmet Manoel Rangel afirma que a população deve estar sob alerta nos próximos dias, uma vez que as fortes chuvas são comuns nesta época do ano.

“O que está ocorrendo, do ponto de vista climatológico, é normal. Nós estamos em um período caracterizado pelas chuvas, que, por vezes, são bem fortes. Isso porque as frentes frias passam pela região Sudeste e ficam associadas à grande parte da nebulosidade oriunda da região Norte.”

O Espírito Santo registrou estragos na última semana por causa das fortes chuvas, que desalojaram duas mil e duzentas pessoas. Segundo o governo local, três pessoas morreram em Alfredo Chaves. No município, um dos mais atingidos pela chuva, a represa localizada entre São Vicente de Crubixá e Ipê tem risco de rompimento. No sul do estado, a cidade de Iconha registrou quatro mortes. Além dessas áreas, Rio Novo do Sul e Vargem Alta também decretaram estado de calamidade pública.

Para Manoel Rangel, a população capixaba deve ter atenção redobrada nos próximos dias por conta da possibilidade de deslizamentos. O risco é maior no Espírito Santo, segundo ele, por causa do tipo de terreno, com serras e montanhas.

“Um dos problemas do Espírito Santo é com relação à encosta, desabamentos, porque é uma região de muita serra, de muito morro. Então aquilo chove, aquela massa vai ficando úmida e vai cedendo, e aí vai complicando, principalmente, as cidades. Infelizmente, muitas delas não dispõem de uma estrutura bem segura. Há construções perto dessas montanhas, e isso resulta, quando chove mais forte, em desabamento e as consequências já tão conhecidas. Isso vale também para Minas Gerais.”

A Defesa Civil recomenda que os cidadãos afetados por áreas de inundação mantenham sempre água potável, roupas e remédios preparados, caso seja preciso sair de casa rapidamente. Em caso de deslizamentos, entre em contato com os Bombeiros, pelo telefone 193, e com a Defesa Civil pelo número 199. A ligação é gratuita.

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Saúde
15/01/2020 05:43h

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O período de chuvas no Distrito Federal começou e, isso, pode ser um fator preocupante para as autoridades em saúde da Capital Federal. 

É que, nessa época do ano, diante da alternância diária de períodos chuvosos e com sol, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, é maior. 

Em 2019, o DF teve mais de 38 mil suspeitas de dengue, com incidência, em grupos de 100 mil habitantes, de 1.260 casos da doença. O número é considerado alto pelo Ministério da Saúde. Além disso, 215 moradores do DF tiveram chikungunya e 200 casos suspeitos de zika foram registrados. 

Por isso, é importante que a população intensifique os cuidados diários de prevenção a proliferação do mosquito transmissor, com alerta o gerente de Vetores e Ações de Campo da Vigilância Ambiental, do DF, Reginaldo Feliciano. 

“Nessa época do ano, a gente sempre intensifica as ações, seja de mobilização social e manejo ambiental, seja também nas visitas domiciliares e de pontos estratégicos mais críticos – como ferros-velhos, floriculturas, borracharias. A nossa grande preocupação é que, no primeiro semestre, tivemos uma incidência muito alta, tivemos praticamente 1.760 na variação de percentual de aumentos de notificações de casos positivos e prováveis no DF. Então o objetivo é diminuir o máximo possível a infestação do mosquito, para caso o vírus adentre novamente, tenha menos mosquito para fazer a disseminação”. 

A estudante brasiliense, Helena Vasconcelos, de 21 anos, moradora do Lago Sul, em Brasília, teve dengue duas vezes, em 2019. Ela conta que sofreu com dores e febres intensas durante as fases mais críticas da doença. 

“Eu senti muita febre alta, dor de cabeça, enjoo, tontura, coceira na pele, dor nas articulações e muito cansaço, dor nos olhos, e eu tinha dificuldade de fazer tudo, não conseguia levantar da cama. Passei 3 dias de cama, parei de trabalhar, parei de ir à universidade, parei de fazer minhas atividades e umas 2 semanas, nos 2 meses, sem fazer essas coisas”. 

Em 2019, a região norte do DF, onde estão localizadas as cidades de Planaltina e Sobradinho, além da região sudeste, nas cidades de Samanbaia, Taguatinga e Vicente Pires, apresentam o maior risco de infestação de dengue, chikungunya e zika, e as maiores notificações de casos de dengue. 

Desta forma, a melhor prevenção é evitar a proliferação do mosquito, eliminando objetos no quintal, em casa e nas ruas, que possam se tornar possíveis criadouros, como vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes. 

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Economia
10/01/2020 11:21h

Deputado federal Christino Áureo (PP-RJ) afirma que comissão mista terá trabalho “acelerado” para garantir votação nos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados, antes da medida perder validade em 60 dias

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O texto da Medida Provisória (MPV 905/2019) que regulamenta o programa Verde e Amarelo, de incentivo ao primeiro emprego, já recebeu 1,9 mil emendas parlamentares, até esta quarta-feira (8), protocoladas na comissão mista que avalia o tema no Congresso Nacional.

A colegiado foi instituído em dezembro e terá a missão elaborar um texto para aprovação nos plenários do Senado e da Câmara, antes da matéria perder a validade, em 60 dias.

O relator da MP, deputado Christino Áureo (PP-RJ), precisará analisar cada uma das emendas para decidir quais serão rejeitadas ou acatadas, sem comprometer os objetivos do texto e em tempo hábil para análise e votação na comissão.

Para isso, o parlamentar revela que os trabalhos da comissão vão ser “acelerados”. “Então, já vamos retornar com uma agenda de audiências públicas em visita aos estados. E, por sorte, a gente produzir um relatório até ao final de fevereiro”, estima Áureo.

O objetivo, segundo o relator, é que a MP do programa Verde e Amarelo seja votada nas duas casas do Congresso Nacional, no início de abril. “É a nossa meta, para permitir o debate na Câmara no decorrer do mês de março e, na virada para abril, termos condições de aprovar no Senado”.   

O Programa Verde e Amarelo, instituído pela Presidência da República, em novembro do ano passado, tem intenção de promover o primeiro emprego registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para as pessoas entre 18 e 29 anos. O pacote de medidas ainda prevê a inserção de pessoas com deficiência e reabilitados e o microcrédito para pessoas de baixa renda.

Para o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), a iniciativa do governo federal pode estimular a economia do DF e contribuir para a diminuição do desemprego local, que atingiu 230 mil pessoas, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), do IBGE, referente ao terceiro trimestre de 2019. Do total, cerca de 78 mil são jovens entre 18 e 24 anos.

“O nosso país vem sofrendo muito com o desemprego. Quando dá empregos para pessoas que estão, nesse momento, se qualificando, dá oportunidade para que essas pessoas tenham recursos para pagarem, inclusive, pelos seus cursos, treinamentos”, afirma Miranda.

Deputado Luis Miranda / Foto: Câmara dos Deputados

A MP aprimora ainda a atuação dos fiscais do trabalho e regula a dupla visita. Isso, segundo o governo federal, promove a instrução dos responsáveis no cumprimento das leis de proteção do trabalho. Os fiscais devem aproveitar a primeira visita aos estabelecimentos para identificar irregularidades e orientar os responsáveis para a adequação da atividade às normas vigentes, sem aplicação de sanções, como multas ou cancelamentos de permissões. Caso o descumprimento das normas trabalhistas persista na segunda visita, os fiscais podem aplicar as penalidades previstas em lei.

Além disso, a norma amplia a permissão de trabalho aos domingos, com repouso semanal compensatório em outro dia da semana. Atualmente, o trabalho aos domingos é permitido apenas para algumas atividades. A ideia é que um comerciante, por exemplo, possa abrir sua loja em dias de maiores potenciais de venda e, com isso, promover a abertura de novas vagas de emprego.

Comissão mista

Como a MP foi publicada pelo presidente Jair Bolsonaro em 11 de novembro de 2019, a matéria precisa ser aprovada em comissão mista do Congresso Nacional e nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado em até 60 dias para continuar a valer.

Instituído em dezembro do ano passado, o colegiado contará com 13 senadores e 13 deputados federais nas vagas titulares, além de 26 suplentes. O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) foi eleito presidente pelos membros da comissão mista. 

O que muda

O Programa Verde e Amarelo, previsto na MP 905/2019, tem intenção de promover o primeiro emprego registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para as pessoas entre 18 e 29 anos. As empresas poderão destinar até 20% das vagas para novas contratações e, as firmas com até 10 empregados, ficam autorizadas a contratar dois trabalhadores pelo programa. O valor do salário não pode ultrapassar o mínimo e meio nacional, ou seja, de R$ 1.497.

O empregador poderá firmar contrato por até dois anos com o empregado e a regra vale para qualquer tipo de atividade profissional, inclusive em substituição transitória de vaga permanente. A jornada de trabalho poderá ser acrescida de, no máximo, duas horas extras, com valor superior a 50% ao período normal. O texto pontua que todos os direitos trabalhistas previstos na Constituição são assegurados aos empregados contratados pelo programa, como 13º salário e férias remuneradas.

Segundo a especialista em Direito do Trabalho Deborah Gontijo, a crise econômica enfrentada pelo país nos últimos anos dificultou a inserção dos egressos do Ensino Médio e de pessoas com até 29 anos no mercado de trabalho. “Isso ocorre, predominantemente, porque a pessoa está se inserindo no mercado de trabalho e acaba ficando mais prejudicada do que pessoas que já têm experiência”, ressaltou. A expectativa do Planalto é que, ao reduzir a burocracia na contratação e simplificar a regulação trabalhista, sejam criados 1,8 milhão vagas até o fim de 2022 em todo o país.

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Música
07/12/2019 13:22h

Entrada franca para shows de encerramento e show dos vencedores da competição; retirada na bilheteria do Teatro da Caixa Cultural

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Neste sábado (7), o Festival de Música da Rádio Nacional FM de Brasília, realiza o “Show da Final”, no qual serão apresentados os vencedores da competição. O evento é aberto ao público e vai contar com a apresentação dos 12 finalistas, que serão premiados nas categorias de Melhor Música com Letra, Melhor Música Instrumental Melhor Intérprete Vocal, Melhor Intérprete Instrumental, Melhor Letra, Melhor Arranjo, Música Mais Votada na Internet e Melhor Torcida. 

O festival, realizado na Caixa Cultural, teve 229 músicas inscritas. Na primeira fase, os jurados escolheram as 50 melhores canções, e durante três meses elas foram tocadas diariamente na programação da Rádio Nacional FM. Desta forma, o público pôde escolher as favoritas na internet, que somou mais de 16 mil votos.

Os finalistas desta edição são: Capivara Brass Band, Emília Monteiro, Karin Richter, Litieh, Luis Theodoro e Mário Theodoro, Marcelo Café, Marcelo Lima, Márcio França e Rodrigo Souto, Saci Weré, Tatá Weber, Thaís Siqueira e Túlio Borges. 

O último show do festival será realizado com os premiados, no domingo (8) às 20h. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria do Teatro da Caixa Cultural. 

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Saúde
05/11/2019 11:36h

A maioria delas (61%) aguarda por um rim. Já 32,7% aguardam por córneas. A demanda restante é por coração e fígado

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Mais de 45 mil pacientes aguardam por um transplante de órgãos no Brasil. O dado é do Ministério da Saúde. No Distrito Federal, 914 pessoas fazem parte da lista de espera. A maioria delas (61%) aguarda por um rim. Já 32,7% aguardam por córneas. A demanda restante é por coração e fígado.

Já as estatísticas dos transplantes têm se mostrado estáveis em todo país. No primeiro semestre deste ano, foram realizados 13.263 transplantes. A quantidade pouco variou em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram feitos 13.291 procedimentos do tipo. Ainda segundo o ministério, o DF foi uma das 10 UFs que apresentaram crescimento no número de transplantes.

E tais números poderiam ser maiores, se mais famílias de pacientes com morte encefálica autorizassem a doação. No Brasil, quatro entre 10 famílias não autorizam o procedimento. No DF, 36% dos familiares optam por não realizar a doação. A coordenadora da Central de Transplantes do Distrito Federal, Joseane Vasconcellos, relata o porquê.

“Dois dos motivos mais comuns são o desconhecimento se o familiar falecido tinha ou não interesse em doar os órgãos e o tempo prolongado entre a autorização para a doação e a retirada dos órgãos”, relata.

O economista aposentado Edilon de Oliveira, de 65 anos, sabe bem a importância da doação de um órgão. O morador do Guará II teve uma doença grave no fígado, chamada cirrose criptogênica. Quem o salvou foi a própria filha, a Loryne de Oliveira, de 28 anos.

“Em função deste gesto de amor, de carinho e respeito pela vida que ela teve por mim, estou vivo hoje. (Ela) Teve a coragem de deitar em uma maca para salvar a minha vida. Este é um gesto que não tem como mensurar valor”, afirma.

Para Loryne, o sentimento de gratidão é mútuo, pois se sente “privilegiada” em ter salvo a vida do pai. 

“Não são todos os filhos que têm a oportunidade de fazer alguma coisa neste sentido. Me sinto privilegiada em poder fazer isso, ajudar e estar presente neste momento tão essencial para a manutenção da vida do meu pai”, conta.

O transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação, assim como foi para o Edilon. Por isto, é preciso que a população se conscientize da importância do ato de doar um órgão. 

Pela legislação brasileira, a única maneira de garantir efetivamente que a vontade do doador seja cumprida é por meio da autorização dos familiares que possuem o conhecimento do desejo de doar do parente falecido. Por isso, a informação e o diálogo são fundamentais, segundo o Ministério da Saúde.

Em razão disso tudo, a orientação das autoridades de saúde é de que a pessoa que deseja ser doador de órgãos e tecidos comunique sua vontade aos seus familiares. Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT). 

Clique nos pontos verdes e confira as centrais de transplante de cada estado.

No Instituto Hospital de Base e no Hospital Universitário de Brasília são feitos os procedimentos para rim e córnea. Conveniado à Secretaria de Saúde, o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF) faz mais procedimentos, incluindo coração, rim, fígado, córnea e medula óssea. O telefone da Central de Transplantes do Distrito Federal é o (61) 3550-8823. Repetindo (61) 3550-8823.

A vida continua. Doe órgãos, converse com sua família. Para mais informações, acesse: http://saude.gov.br/doacaodeorgaos. 

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Educação
30/09/2019 05:00h

Segundo Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, as áreas de metalomecânica, alimentos, construção e eletroeletrônica demandarão técnicos capacitados em quatro anos

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O Distrito Federal terá de qualificar 118.688 trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação e aperfeiçoamento entre os anos de 2019 e 2023. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e divulgado nesta segunda-feira (30).

Segundo o diretor do SENAI no Distrito Federal, Marcos Secco, os setores que mais vão demandar mão de obra técnica profissional, nos próximos quatro anos, são de informática; logística e transporte; energia e telecomunicações; eletroeletrônica e profissionais transversais, que exercem funções em qualquer segmento, como técnico em eletrotécnica e técnico de controle de produção.

Secco aponta que a capacitação profissional dos jovens, por meio da formação técnica, é importante não só para melhorar a produtividade e competitividade das empresas, mas também como forma de inserir novos profissionais no mercado de trabalho brasiliense.

“A qualificação é uma forma rápida de ajudar a ter uma opção de profissão. Um jovem ou trabalhador que faz um programa de qualificação, de aperfeiçoamento ou curso técnico acaba tendo possibilidade de desenvolver novas iniciativas”, explicou.

Qualificação profissional

O estudo do SENAI prevê, ainda, que o Distrito Federal precisará aperfeiçoar a formação de trabalhadores que já estão empregados. Isso acontece por meio da oferta de cursos de qualificação, de carga horária superior a 200 horas, voltados para o desenvolvimento de novas competências e capacidades dos profissionais. As maiores demandas estão nas áreas de metalomecânica; alimentos; construção; eletroeletrônica; e energia e telecomunicações.

Fernando Trigueiro, de 38 anos, é gerente de logística em uma empresa de Brasília e percebeu que precisava melhorar o currículo. Ele decidiu estudar sobre energia solar fotovoltaica no SENAI e conta que os cursos acrescentaram experiência para ele na área. 

“A cada curso que faz, você pode se tornar um profissional naquele segmento. Isso abre um leque de oportunidades”, contou.
Ainda de acordo com o Mapa do Trabalho Industrial, entre as ocupações que exigem cursos de qualificação técnica de carga horária inferior a 200 horas e que mais vão demandar profissionais capacitados no DF, estão as de padeiros; confeiteiros; e instaladores e reparadores de linhas, cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados.

Na avaliação da deputada federal Celina Leão (PP-DF), os cursos oferecidos por instituições como SESI e SENAI são diferenciados porque preparam os jovens para atuar em áreas demandadas especificamente para cada região do país. Assim, uma vez qualificado, o aluno não precisa sair do estado de origem para conseguir um emprego.

“É um trabalho de excelência, de qualidade, eficaz. Eu entendo que esse é um trabalho de qualidade e não tem ninguém que oferece o serviço que o SESI e SENAI oferecem, com a forma e preço que chegam ao mercado”, defendeu.

Para quem tiver interesse em saber mais sobre alguma dessas áreas, basta acessar sitefibra.org.br/senai ou comparecer a uma das unidades do SENAI. Mais informações podem consultadas pelo telefone (61) 4042-6565. 

Arte: ARB Mais

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