Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de AVC, enfarte e insuficiência cardíaca

A doença não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada

Salvar imagemTexto para rádio

O Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial é lembrado nesta sexta-feira (26). Mais conhecida como pressão alta, esta é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Em outras palavras, ela faz com que o coração tenha que fazer um esforço maior do que o normal para que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.

Além disso, a pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, o AVC, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Sem contar que a doença é bem traiçoeira. Os sintomas, por exemplo, só costumam aparecer quando a pressão está muito alta. Neste caso, podem ocorrer dores no peito, tonturas, dor de cabeça, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

A servidora pública Divani Fortunato Pereira, de 50 anos, moradora do Distrito Federal, faz parte dos 30 milhões de brasileiros que são hipertensos e convive com a doença desde os 21. Ela conta que não pode comer muito sal, nem muita gordura e, de jeito nenhum, pode ficar sem tomar o remédio.

“A minha pressão já chegou a 28. A 28 por 14. É uma hipertensão muito alta. E eu senti uma dor de cabeça. Quando eu não tomo remédio, o quê que acontece? Eu já fico com dor de cabeça. Ela começa na nuca. Minha mão adormece, me dá tontura, dá vertigem e isso pode me dar um AVC! Se eu não tomar o remédio, pode me dar um AVC", ressaltou.

De acordo com o cardiologista Luiz Bortolotto, vice presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, essa doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial.

“Outros fatores que influenciam são obesidade, excesso do consumo de sal na comida, excesso de álcool, falta de exercício e o stress que a pessoa pode sofrer”, ponderou o médico.

Além desses fatores de risco, sabe-se que a incidência da pressão alta é maior em mulheres, em diabéticos, na raça negra e aumenta com a idade. É importante destacar que a pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Importante: somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que é de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.
 

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O Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial é lembrado nesta sexta-feira (26). Mais conhecida como pressão alta, esta é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Em outras palavras, ela faz com que o coração tenha que fazer um esforço maior do que o normal para que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.

Além disso, a pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, o AVC, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Sem contar que a doença é bem traiçoeira. Os sintomas, por exemplo, só costumam aparecer quando a pressão está muito alta. Neste caso, podem ocorrer dores no peito, tonturas, dor de cabeça, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

A servidora pública Divani Fortunato Pereira, de 50 anos, moradora do Distrito Federal, faz parte dos 30 milhões de brasileiros que são hipertensos e convive com a doença desde os 21. Ela conta que não pode comer muito sal, nem muita gordura e, de jeito nenhum, pode ficar sem tomar o remédio.
 

“A minha pressão já chegou a 28. A 28 por 14. É uma hipertensão muito alta. E eu senti uma dor de cabeça. Quando eu não tomo remédio, o quê que acontece? Eu já fico com dor de cabeça. Ela começa na nuca. Minha mão adormece, me dá tontura, dá vertigem e isso pode me dar um AVC! Se eu não tomar o remédio, pode me dar um AVC!”

De acordo com o cardiologista Luiz Bortolotto, vice presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, essa doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial.

“Outros fatores que influenciam são obesidade, excesso do consumo de sal na comida, excesso de álcool, falta de exercício e o stress que a pessoa pode sofrer.”

Além desses fatores de risco, sabe-se que a incidência da pressão alta é maior em mulheres, em diabéticos, na raça negra e aumenta com a idade. É importante destacar que a pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Importante: somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente medicamentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que é de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Reportagem, Cintia Moreira