Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Créditos: Reprodução

Inflação desacelera em abril, mas taxa ainda é elevada

Resultado é o maior para o mês desde 2016

Salvar imagemTexto para rádio

A inflação apresentou queda no mês de abril. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (10), o resultado de abril ficou em 0,57%. Mesmo com o resultado abaixo da taxa de março, que ficou em 0,75%, o resultado para o mês de abril é o maior desde 2016, quando atingiu 0,61%.

Em comparação com abril do ano passado, houve um salto significativo. De acordo com o relatório do IBGE, boa parte deste resultado do mês pode ser explicado pela influência dos grupos de Alimentação e Bebidas, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais. Este último com o maior salto, de 1,51%.

Dos nove grupos que compõe a análise para o cálculo do IPCA, apenas o de Artigos de Residência teve queda. Deflação de 0,24%.

No acumulado de ano, o avanço da inflação chega a 2,09%. Esta marca, segundo a publicação, também é a maior desde 2016. Já nos últimos doze meses, o índice é de 4,94%.

Fonte: <a href='https://www.brasil61.com/noticias/inflacao-desacelera-em-abril-mas-taxa-ainda-e-elevada-pran197151' target='_blank'>Brasil 61</a>

Continue Lendo





Receba nossos conteúdos em primeira mão.

A inflação apresentou queda no mês de abril. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (10), o resultado de abril ficou em 0,57%. Mesmo com o resultado abaixo da taxa de março, que ficou em 0,75%, o resultado para o mês de abril é o maior desde 2016, quando atingiu 0,61%.

Em comparação com abril do ano passado, houve um salto significativo. De acordo com o relatório do IBGE, boa parte deste resultado do mês pode ser explicado pela influência dos grupos de Alimentação e Bebidas, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais. Este último com o maior salto, de 1,51%.

Dos nove grupos que compõe a análise para o cálculo do IPCA, apenas o de Artigos de Residência teve queda. Deflação de 0,24%.

No acumulado de ano, o avanço da inflação chega a 2,09%. Esta marca, segundo a publicação, também é a maior desde 2016. Já nos últimos doze meses, o índice é de 4,94%.

Reportagem, Raphael Costa