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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Foto: Reprodução/Twitter

Adversário do Brasil na estreia, Bolívia tem apenas uma vitória nas últimas sete edições de Copa América

Último triunfo na competição foi em junho de 2015, quando “La Verde” venceu o Equador por três a dois

Salvar imagemTexto para rádio

Ocupando a posição 63 no ranking da FIFA, a Bolívia é a pior colocada entre as dozes seleções que disputam a Copa América. O torneio começa no próximo dia 14 de junho. A final está marcada para sete de julho, no Maracanã.

A estreia da seleção brasileira é justamente diante dos bolivianos, no Morumbi. E a missão de segurar o ímpeto de Neymar e cia, que jogam uma Copa América em casa após 30 anos, parece uma missão quase impossível. Basta olhar para o retrospecto recente. No último domingo (2), a seleção boliviana perdeu para a França por dois a zero - já são sete jogos seguidos sem vencer e apenas um triunfo nos últimos 16.

A Bolívia está no grupo A, ao lado de Brasil, Peru e Venezuela. Após o jogo de abertura do torneio, o segundo compromisso de “La Verde” será contra o Peru, no dia 18 de junho, no Maracanã. Quatro dias depois, fechando a fase de grupos, enfrenta a Venezuela, no Mineirão. Os dois primeiros colocados de cada grupo se classificam para as quartas de final, assim como os dois melhores terceiros.

Nas últimas sete edições de Copa América, a seleção boliviana venceu apenas uma partida. Foi por três a dois contra o Equador, em 15 de junho de 2015.

Apesar da má fase, a esperança da Bolívia está nos pés de um velho conhecido dos torcedores brasileiros: Marcelo Moreno. O atacante jogou e fez carreira em equipes como Cruzeiro, Flamengo e Grêmio. Foi campeão baiano e mineiro, além de ter sido campeão brasileiro pela Raposa em 2014 e da Copa do Brasil pelo Fla, em 2013. Caso marque três gols nesta Copa América, o atacante, filho de brasileiro, se torna o maior artilheiro da história do país onde nasceu.

Se vive nas últimas décadas tempos de vacas magras, a seleção boliviana se apega ao fato de já ter sido finalista da Copa América em duas oportunidades, ambas diante do Brasil. Na altitude de Cochabamba, em 1963, derrotou a seleção canarinho por cinco a quatro no jogo decisivo. O troco veio em 1997, quando o Brasil venceu por três a um, com gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto. O título, na casa dos adversários, deu origem à famosa frase “vocês vão ter que me engolir”, um desabafo do então técnico Zagallo. De lá pra cá, a Bolívia não figurou mais entre os quatro primeiros da Copa América.

Fonte: Brasil 61

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Ocupando a posição 63 no ranking da FIFA, a Bolívia é a pior colocada entre as dozes seleções que disputam a Copa América, torneio que começa no próximo dia 14 de junho. A final está marcada para sete de julho, no Maracanã.

A estreia da seleção brasileira é justamente diante dos bolivianos, no Morumbi. E a missão de segurar o ímpeto de Neymar e cia, que jogam uma Copa América em casa após 30 anos, parece uma missão quase impossível. Basta olhar para o retrospecto recente. Já são sete jogos seguidos sem vencer e apenas um triunfo nos últimos 16.

A Bolívia está no grupo A, ao lado de Brasil, Peru e Venezuela. Após o jogo de abertura do torneio, o segundo compromisso de “La Verde” será contra o Peru, no dia 18 de junho, no Maracanã. Quatro dias depois, fechando a fase de grupos, enfrenta a Venezuela, no Mineirão. Os dois primeiros de cada grupo se classificam para as quartas de final, assim como os dois melhores terceiros colocados.

Nas últimas sete edições de Copa América, a seleção boliviana venceu apenas uma partida. Foi por três a dois, contra o Equador, em 15 de junho de 2015.

Apesar da má fase, a esperança da Bolívia está nos pés de um velho conhecido dos torcedores brasileiros: Marcelo Moreno. O atacante jogou e fez carreira em equipes como Cruzeiro, Flamengo e Grêmio. Caso marque três gols nesta Copa América, o atacante, filho de brasileiro, se torna o maior artilheiro da história do país onde nasceu.

Vivendo nas últimas décadas tempos de vacas magras, a seleção boliviana se apega ao fato de já ter sido finalista da Copa América em duas oportunidades, ambas diante do Brasil. Na altitude de Cochabamba, em 1963, derrotou a seleção canarinho por cinco a quatro no jogo decisivo. O troco veio em 1997, quando o Brasil venceu por três a um, com gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto. O título, na casa dos adversários, deu origem à famosa frase do então técnico Zagallo.

SOBE SOM

De lá pra cá, a Bolívia não figurou mais entre os quatro primeiros da Copa América.

E você, acredita que a Bolívia vai surpreender na Copa América deste ano ou vai apenas passear por algumas de nossas cidades? A tendência é que Brasil e Peru fiquem nas duas primeiras colocações do grupo, enquanto a Bolívia deve brigar com a Venezuela pelo terceiro lugar.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes